Clube
11 Jul 2025 | 14:21 |
O Conselho de Orientação do Corinthians (CORI) marcou para a próxima segunda-feira, dia 14, uma reunião para analisar documentos relacionados ao uso do cartão corporativo do clube durante a última gestão de Andrés Sanchez, entre 2018 e 2020. A pauta principal será discutir a possibilidade de recomendar a expulsão do ex-presidente do quadro associativo.
A reunião terá como foco a avaliação de faturas e extratos do cartão corporativo utilizados no fim do mandato de Andrés. Parte desses dados foi vazada em junho por uma conta na rede social X, indicando gastos no valor de R$ 50 mil em dezembro de 2020, com despesas ligadas a hospedagens, cabeleireiro e serviços da Apple.
Além do CORI, conselheiros também articulam internamente para que o Conselho Deliberativo abra formalmente o processo de expulsão e busque reaver possíveis valores indevidos. No entanto, cabe ao Conselho Deliberativo, composto por 300 membros, votar sobre a permanência ou não de Andrés como associado do clube.
Em declaração ao perfil pessoal na rede X, Andrés afirmou que está em contato com o Corinthians para ressarcir os valores, com correção e juros. Em entrevista ao portal Leo Dias, ele reconheceu que usou o cartão do clube em cerca de R$ 9 mil e alegou: “Talvez eu tivesse bebido um pouquinho a mais e acabei usando o cartão errado”.
O caso segue gerando repercussão entre os membros da diretoria e conselheiros do Corinthians, e a reunião da próxima segunda será decisiva para os próximos encaminhamentos. O CORI poderá ou não sugerir que o Conselho Deliberativo leve a votação a possível exclusão do ex-mandatário do quadro associativo.
Romeu Tuma Júnior concedeu entrevista exclusiva ao portal 'Meu Timão' e comentou sobre a proposta do clube alvinegro virar uma sociedade anônima
06 Mar 2026 | 18:40 |
Apesar da maioria do Conselho Deliberativo do Corinthians se mostrar contrário ao modelo de uma Sociedade Anônima do Futebol (SAF), o presidente Romeu Tuma Júnior, revelou durante uma entrevista exclusiva ao portal 'Meu Timão', a respeito do último encontro que teve com representantes da SAFiel.
O grupo planeja transformar o Corinthians em uma SAF com gestão profissional do futebol, mas administrada não por um dono, e sim pelos torcedores, que poderiam comprar ações a preços populares e votar nos conselhos. O presidente do Conselho Deliberativo do alvinegro, Romeu Tuma Júnior, comentou sobre a reunião que teve com os membros da SAFiel.
Romeu Tuma Júnior falou sobre o encontro com a SAFiel. "Eu, como presidente do Conselho Deliberativo, tenho a obrigação, ainda que eu goste ou não, que todo sócio que me procura, o conselheiro que me procura, eu atender. Faz parte. Eu era secretário nacional de Justiça e uma vez me procurou um advogado, um grande criminoso brasileiro, um dos mais procurados, falei: 'Como é que eu vou reunir esse cara?' e me disseram: 'Você tem que ouvir, és o secretário nacional de Justiça e tem que atendê-lo.'"
Completou o presidente do Conselho Deliberativo do Corinthians. "Eu atendo o que a SAFiel fez por mim, pediu uma audiência, falou que não estava conseguindo falar com o presidente. Falei: 'Essa parte não é comigo'. Mas eles pediram uma audiência com o presidente do Conselho, vieram falar sobre reforma de estatuto, queriam entender, chegaram a vir em debates das audiências. Eu os recebi, é minha obrigação."
"Vem um órgão de fora, uma instituição, uma SAF que quer fazer negócio com o Corinthians, falam: 'Quero falar com o presidente do Conselho', e tenho que atender, é natural. Aí vieram me trazer um convite do evento que vão fazer lá, o 'SAFiel 2.0'. Estou até avaliando de lá para saber como é. Faz parte agora que nós estamos estudando todas as propostas de SAF e modelos financeiros." Finalizou o presidente do Conselho Deliberativo do Corinthians.
Diretoria do alvinegro paulista estipula uma data para que lançamento seja feito, mas empresa norte-americana não garante que isso poderá ser realizado
06 Mar 2026 | 09:26 |
O Corinthians está em conversa com a Nike para definir quando vai lançar a nova camisa da temporada 2026/27. A ideia do clube é estrear o uniforme contra o Fluminense, no começo de abril, no Maracanã. O motivo é especial: a peça vai homenagear os 50 anos da Invasão Corinthiana, quando milhares de torcedores viajaram até o Rio de Janeiro em 1976 para apoiar o time na semifinal do Brasileirão.
O marketing do Timão considera que esse jogo seria o cenário perfeito para apresentar a camisa, já que o episódio histórico aconteceu justamente contra o mesmo adversário e no mesmo estádio. Mas, por enquanto, a Nike ainda não bateu o martelo sobre a entrega da coleção a tempo dessa partida.
A fornecedora, parceira do Corinthians desde 2003, renovou contrato recentemente por mais dez anos, garantindo vínculo até 2036. Mesmo assim, o cronograma de produção e distribuição pode atrasar a estreia oficial.
O motivo é que a empresa segue o calendário de lançamento de uniforme de clubes europeus, que ocorre apenas em maio. Reuniões entre clube e empresa seguem acontecendo para tentar alinhar logística e confirmar a data.
O novo uniforme vai trazer referências diretas à invasão de 1976, reforçando a ligação entre a torcida e a história do clube. A expectativa é que os modelos 1 e 2 sejam apresentados em evento oficial, com divulgação nas redes sociais e nas lojas licenciadas.
Os comandados de Dorival Júnior seguem se preparando para a partida contra o Coritiba que será no dia 11 de março. O sétimo reforço do Timão, Jesse Lingard teria conversado com treinador e feito o pedido de estrear já neste duelo.
Atual presidente do clube paulista analisa a possibilidade de tentar uma reeleição após a turbulência interna quando Augusto Melo saiu do cargo e ele assumiu
04 Mar 2026 | 15:22 |
O futuro político do Corinthians segue em debate com relação à possível candidatura de Osmar Stabile à reeleição. O dirigente assumiu o cargo de forma interina em maio de 2025, após o afastamento de Augusto Melo, e foi eleito pelo Conselho Deliberativo em agosto do mesmo ano para concluir o mandato até dezembro de 2026.
O Estatuto Social do Corinthians estabelece que não há possibilidade de reeleição para presidente. No entanto, o artigo 103 abre exceção em casos de vacância, permitindo que o dirigente concorra novamente caso tenha permanecido no cargo por até 18 meses. A divergência está na contagem desse período: se inclui o tempo como presidente interino ou apenas após a posse definitiva.
Stabile assumiu interinamente em maio e foi confirmado como presidente em agosto. Caso o período interino seja considerado dentro dos 18 meses, ele pode ficar impedido de disputar o pleito. Se a contagem valer apenas a partir da eleição pelo Conselho, o dirigente teria condições de registrar candidatura.
A indefinição gera expectativa entre conselheiros e associados, já que o processo eleitoral está previsto para o fim de 2026, no Parque São Jorge. O cenário político do clube segue movimentado, com articulações de diferentes grupos e possíveis novos nomes para concorrer à presidência.
Apesar de uma melhora política interna, o Corinthians tem aparecido nas páginas policiais. Atualmente, Andrés Sanchez, Duilio Monteiro Alves e Augusto Melo estão sendo investigados pela Polícia e Ministério Público-SP.
O caso estando sob a responsabilidade do promotor Cássio Roberto Conserino. Recentemente, um ex-funcionário do clube paulista comentou sobre os milhões que ele teria recebido nas administrações passadas. Sua participação também está sob investigação.
Corinthians estuda ampliar a Neo Química Arena e debate assunto com Gaviões da Fiel - entenda
27 Fev 2026 | 00:24