Futebol
Corrida contra o tempo! Corinthians tenta atacante em último dia de janela
27 Mar 2026 | 10:02
Futebol
02 Abr 2025 | 20:36 |
Eu Nesta quarta-feira, 2, o Corinthians iniciou a sua caminhada na Copa Sul-Americana de 2025 enfrentando o Huracán. O confronto trouxe uma lembrança especial para a Fiel, já que o clube argentino foi o adversário na despedida de um dos maiores ídolos da história alvinegra: Marcelinho Carioca.
Corinthians e Huracán se enfrentaram em um amistoso no dia 13 de janeiro de 2010, ano do centenário alvinegro, em um Pacaembu lotado. Em clima de festa, a equipe do Parque São Jorge venceu por 3 a 0, com gols de Souza, Morais e Dentinho.
Apesar da festividade, o amistoso teve um gosto amargo para Marcelinho Carioca. O ex-jogador revelou que ficou chateado com a forma como sua despedida foi conduzida e lamentou ter sido substituído no intervalo pelo técnico Mano Menezes.
"A despedida é uma coisa que ninguém sabe. Foi muito estranha. [... Achei que iria para o hotel, almoçar com os jogadores. E tipo uma coisa assim: 'Você quer fazer despedida? Vai ter um jogo ai'. Me chateou demais. Mas ainda estou chateado? Não. A história está cravada, a minha relação com o torcedor é maravilhosa", revelou em entrevista à ESPN.
No amistoso, Marcelinho teve a honra de vestir a camisa 100, em referência ao centenário do clube. No entanto, o ex-jogador sentiu falta de um gesto maior de gratidão por parte da diretoria. Apesar da frustração, ele não guardou magoas da Fiel - pelo contrário, destacou que foram os corinthianos que lhe trouxeram um pouco de felicidade naquele dia.
"Acho que nunca falei isso. Foi uma coisa que marcou demais, eu não entendi. Mas o torcedor corinthiano pôde me dar alegria. Pude superar aquele momento de um pouco de tristeza. Foram oito anos e meio, dez títulos, um negócio gigantesco. Foi como se fosse comprar um pão na padaria. 'Vai lá. Compra o pão lá", contou.
Marcelinho Carioca construiu uma trajetória histórica com a camisa do Corinthians, acumulando 433 jogos em duas passagens pelo clube. Ao longo desse período, o ex-meia marcou 206 gols e distribuiu 180 assistências. Ele ostenta uma coleção de dez títulos pelo Timão, todos conquistados em sua primeira passagem, entre 1994 e 2001.
Meia chegou por indicação de Memphis Depay mesmo sem o comandante alvinegro ter conhecimento de suas características como jogador
27 Mar 2026 | 12:45 |
O meia marroquino Zakaria Labyad, contratado pelo Corinthians em 2026, ainda não conseguiu se firmar no elenco e luta por espaço sob o comando de Dorival Júnior. O jogador estreou contra o Coritiba, mas desde então teve pouquíssimos minutos em campo e não empolgou a torcida.
Zakaria Labyad, de 33 anos, foi indicado por Memphis Depay e assinou contrato até o fim de 2026, com possibilidade de renovação automática até 2027 caso atinja metas estabelecidas. Sua estreia aconteceu na derrota para o Coritiba, quando entrou nos minutos finais.
Depois disso, foi relacionado contra Chapecoense e Flamengo, mas não saiu do banco de reservas. No empate diante do Santos, sequer foi convocado pela comissão técnica comandada por Dorival Júnior.
A baixa minutagem se explica por dois fatores principais: opção técnica e condição física. O meia ficou cerca de quatro meses sem atuar após deixar o Dalian Yingbo, da China, e precisou de tempo para recuperar ritmo e forma no CT Joaquim Grava. Dorival Júnior já declarou que conhece pouco o atleta e que sua chegada foi uma indicação externa, reforçando que ainda não há confiança plena para utilizá-lo com frequência.
Labyad é visto como um meia que atua próximo ao ataque, em zonas de finalização, podendo também desempenhar a função de falso ponta, caindo por dentro no momento ofensivo. Ao longo da carreira, passou por clubes como PSV, Sporting, Fulham, FC Utrecht e Ajax, acumulando experiência no futebol europeu.
O Corinthians ocupa atualmente a 11ª posição no Campeonato Brasileiro, com 10 pontos, e terá pela frente o Fluminense no dia 1º de abril, às 21h30, no Maracanã. Depois (05), o Timão volta à Neo Química Arena para enfrentar o Internacional diante da Fiel.
Números da equipe masculina de futebol nesta temporada fazem ligar o sinal de alerta para que as vitórias voltam a fazer parte da rotina do elenco alvinegro
27 Mar 2026 | 12:19 |
O Corinthians vem sofrendo em 2026 quando atua na Neo Química Arena. O time, que sempre teve como marca a força em casa, aparece entre os piores mandantes do Campeonato Brasileiro. Em oito partidas como anfitrião, foram apenas três vitórias, dois empates e três derrotas, o que representa um aproveitamento de 46%. Esses números colocam o Timão à frente somente de Mirassol e Coritiba, segundo levantamento do Gato Mestre, do ge.globo.
Esse desempenho chama atenção porque contrasta com temporadas anteriores, quando o Corinthians figurava entre os melhores mandantes da Série A. Em 2024, por exemplo, o clube tinha aproveitamento sólido dentro da Arena e transformava os jogos em casa em pontos quase garantidos. No entanto, o cenário agora é diferente e preocupa a comissão técnica.
Curiosamente, fora de seus domínios, o Corinthians apresenta números melhores. Longe da Neo Química Arena, o time aparece entre os visitantes mais competitivos da competição, superando inclusive equipes com elencos mais caros.
Na tabela, o Timão ocupa a 11ª posição, com 10 pontos conquistados. O próximo desafio será contra o Fluminense, no dia 1º de abril, às 21h30, no Maracanã. O adversário é o terceiro colocado, com 16 pontos, o que aumenta a dificuldade da partida. Depois, o Corinthians volta a jogar em casa contra o Internacional (05) em confronto que pode ser decisivo para recuperar a confiança como mandante.
Enquanto tenta mudar o panorama, o alvinegro paulista vê o seu camisa 10 mais uma vez se lesionar. Memphis Depay deve perder a estreia da Libertadores por um problema muscular de grau 2. Além dele, Kaio César é outro nome do ataque que está fora de combate, mas deve retornar em breve.
Sylvinho era o único representante do país ainda disputando uma vaga na Copa do Mundo comandando a seleção da Albânia, mas perdeu para a Polônia
27 Mar 2026 | 11:52 |
A Copa do Mundo de 2026 pode ter um detalhe histórico: pela primeira vez, não deve contar com nenhum técnico brasileiro no comando das seleções participantes. Isso acontece porque a Albânia, dirigida por Sylvinho, ex-jogador e treinador do Corinthians, foi eliminada nos playoffs europeus ao perder para a Polônia por 2 a 1. Com essa derrota, o último representante brasileiro no banco de reservas ficou fora do torneio.
O ex-Corinthians assumiu a seleção albanesa em 2023 e conseguiu levar o time para a Eurocopa de 2024, mas não teve sucesso nas eliminatórias da Copa. Seu contrato com a federação local vai até julho de 2026, e o futuro da carreira será definido após o fim do vínculo. Para os corinthianos, o nome do treinador tem peso especial, já que ele atuou como lateral no clube e também comandou o time em 2021.
O país sempre teve técnicos espalhados por diferentes seleções ao longo da história. Carlos Alberto Parreira dirigiu Kuwait em 1982, Emirados Árabes em 1990, Arábia Saudita em 1998 e África do Sul em 2010.
Paulo César Carpegiani comandou o Paraguai em 1998, e Luiz Felipe Scolari esteve à frente de Portugal em 2006. Além disso, a Seleção Brasileira sempre contou com um treinador local em Copas anteriores, até este momento.
Em 2026, o cenário muda. A Seleção será liderada por Carlo Ancelotti, primeiro estrangeiro a comandar o Brasil em uma Copa do Mundo. O italiano assumiu após a saída de Fernando Diniz e terá a missão de buscar o hexacampeonato. Antes dele, apenas Ramón Platero havia dirigido o Brasil em competição oficial, na Copa América de 1925.