Futebol
EM BUSCA DOS TRÊS PONTOS! Corinthians está escalado para o duelo contra o Botafogo
17 Mai 2026 | 12:43
Futebol
02 Abr 2025 | 20:36 |
Eu Nesta quarta-feira, 2, o Corinthians iniciou a sua caminhada na Copa Sul-Americana de 2025 enfrentando o Huracán. O confronto trouxe uma lembrança especial para a Fiel, já que o clube argentino foi o adversário na despedida de um dos maiores ídolos da história alvinegra: Marcelinho Carioca.
Corinthians e Huracán se enfrentaram em um amistoso no dia 13 de janeiro de 2010, ano do centenário alvinegro, em um Pacaembu lotado. Em clima de festa, a equipe do Parque São Jorge venceu por 3 a 0, com gols de Souza, Morais e Dentinho.
Apesar da festividade, o amistoso teve um gosto amargo para Marcelinho Carioca. O ex-jogador revelou que ficou chateado com a forma como sua despedida foi conduzida e lamentou ter sido substituído no intervalo pelo técnico Mano Menezes.
"A despedida é uma coisa que ninguém sabe. Foi muito estranha. [... Achei que iria para o hotel, almoçar com os jogadores. E tipo uma coisa assim: 'Você quer fazer despedida? Vai ter um jogo ai'. Me chateou demais. Mas ainda estou chateado? Não. A história está cravada, a minha relação com o torcedor é maravilhosa", revelou em entrevista à ESPN.
No amistoso, Marcelinho teve a honra de vestir a camisa 100, em referência ao centenário do clube. No entanto, o ex-jogador sentiu falta de um gesto maior de gratidão por parte da diretoria. Apesar da frustração, ele não guardou magoas da Fiel - pelo contrário, destacou que foram os corinthianos que lhe trouxeram um pouco de felicidade naquele dia.
"Acho que nunca falei isso. Foi uma coisa que marcou demais, eu não entendi. Mas o torcedor corinthiano pôde me dar alegria. Pude superar aquele momento de um pouco de tristeza. Foram oito anos e meio, dez títulos, um negócio gigantesco. Foi como se fosse comprar um pão na padaria. 'Vai lá. Compra o pão lá", contou.
Marcelinho Carioca construiu uma trajetória histórica com a camisa do Corinthians, acumulando 433 jogos em duas passagens pelo clube. Ao longo desse período, o ex-meia marcou 206 gols e distribuiu 180 assistências. Ele ostenta uma coleção de dez títulos pelo Timão, todos conquistados em sua primeira passagem, entre 1994 e 2001.
Lateral deve ser um dos jogadores do elenco do Parque São Jorge a serem negociados quando a janela de transferências do meio do ano abrir
17 Mai 2026 | 17:14 |
O Corinthians estabeleceu o valor de 15 milhões de euros (R$ 88,6 milhões) para negociar o lateral-direito Matheuzinho. O clube recebeu sondagens do Zenit, da Rússia, que apresentou proposta inicial de 7 milhões de euros (R$ 41,3 milhões), considerada insuficiente pela diretoria alvinegra. A decisão reflete tanto a importância técnica do jogador quanto a necessidade de cumprir metas financeiras previstas para 2026.
Matheuzinho, de 25 anos, chegou ao Corinthians em fevereiro de 2024 e rapidamente se consolidou como titular absoluto. Desde então, disputou 136 partidas, marcou 6 gols e deu 9 assistências, além de conquistar títulos como o Paulistão 2024, a Copa do Brasil 2025 e a Supercopa Rei 2026.
Sua relevância no esquema de Fernando Diniz é evidente, já que o treinador não conta com substituto imediato para a posição. Em momentos de ausência, Diniz tem improvisado Raniele na lateral, deixando Pedro Milans, contratado nesta temporada, como opção secundária.
O presidente Osmar Stabile que optou por não vender André no início do ano, reforçou que o Corinthians precisa realizar vendas para atingir a meta de R$ 144 milhões em transferências, mas sem comprometer a competitividade da equipe. Nesse contexto, Matheuzinho aparece como um dos ativos mais valorizados do elenco, embora a diretoria mantenha postura firme em relação ao valor mínimo exigido para vender o atleta.
Além do lateral, outros jogadores também são avaliados para possíveis negociações, como Hugo Souza, Breno Bidon, André e Yuri Alberto. A estratégia é equilibrar a necessidade de arrecadação com a preservação da força do elenco em competições como o Brasileirão, Copa do Brasil e a Libertadores 2026.
Osmar Stabile sabe que o clube paulista possui uma meta para negociar jogadores para arrecadar uma quantia milionária nesta temporada
17 Mai 2026 | 16:18 |
O presidente do Corinthians, Osmar Stabile, reafirmou que não se arrepende de ter mantido o volante André no elenco, mesmo diante da necessidade de realizar vendas para equilibrar as finanças do clube. Segundo o dirigente, a permanência do jogador foi estratégica, já que o atleta é considerado peça essencial no esquema de Fernando Diniz e contribui diretamente para o desempenho da equipe nas competições da temporada.
Osmar Stabile fala sobre o Corinthians não ter vendido André: “Não me arrependo...”
Mesmo em crise financeira, mandatário afirma: “Não me arrependo. Mas o Corinthians precisava ter vendido jogadores. Naquele momento, a gente precisava do André. Todos os clubes do mundo têm venda de jogadores no orçamento, ano passado não conseguimos por causa da turbulência política.”
Apesar dos problemas, o Timão levantou taças nos últimos meses: “Por isso eu falo que o Corinthians é algo inexplicável. Mesmo com a turbulência, com o Conselho Deliberativo, com todas essas confusões, conseguiu ser campeão da Copa do Brasil e do Campeonato Paulista. Neste ano fomos campeões da Supercopa.”
Entre os nomes avaliados para possíveis negociações estão jovens valorizados no mercado internacional, como Breno Bidon, Gui Negao e o próprio André, além de jogadores mais experientes que despertam interesse de clubes estrangeiros. A diretoria pretende conduzir as movimentações com cautela, priorizando reposições estratégicas e preservando a força do grupo.
O planejamento financeiro prevê arrecadação de cerca de R$ 144 milhões em transferências, valor que deve ser atingido para garantir estabilidade administrativa e permitir novos investimentos. A diretoria do Corinthians trabalha para conciliar a geração de receita com a manutenção de um elenco competitivo, evitando saídas que comprometam o desempenho esportivo.
Zagueiro do Nottingham Forest abriu o jogo sobre como lida com os comentários de pessoas e o que faz para se manter com a saúde mental em dia
17 Mai 2026 | 15:02 |
O defensor Murillo, formado nas categorias de base do Corinthians e atualmente no Nottingham Forest, compartilhou reflexões sobre a pressão que acompanha a carreira de um jogador profissional. Em entrevista para “Encontros Premier League” de Gilberto Silva, o zagueiro destacou que o futebol exige muito mais do que talento técnico ou preparo físico: é preciso desenvolver uma estrutura psicológica sólida para enfrentar críticas e cobranças constantes.
Camisa 5 do Forest explica de onde recebe apoio: “Graças a Deus, eu sempre fui um cara que sempre foi muito tranquilo, não importa. Elogios, críticas, eu sei, vão vir. Mas sempre foco em ter uma cabeça boa, e minha família me ajuda muito. Minha mulher, minha filha agora. Então eu chego em casa, esqueço de tudo.”
Ex-Corinthians, Murillo se questiona: “Por que a pessoa está falando isso de mim?...”
Defensor que se tornou jogador profissional no Corinthians, não entende algumas críticas que recebe: “Querendo ou não, você vê aquilo, você fala: ‘Caraca, mas por que a pessoa está falando isso de mim? A pessoa não me conhece’.”
Ele complementa mostrando que não concorda com certas atitudes: “Eu fiz um jogo, a pessoa assistiu um jogo meu, já me julga por aquilo. Mas eu entendo também que às vezes a primeira impressão é a que fica, mas é totalmente o contrário disso.”
Murillo procura não levar isso para a sua vida: “No futebol, a gente sabe disso. Então é uma coisa que eu sempre fui tranquilo, sempre soube dosar muito bem. Então nunca foi uma coisa que me atrapalhou ou me deixou com raiva. Sempre tive a cabeça muito tranquila para isso.”
EM BUSCA DOS TRÊS PONTOS! Corinthians está escalado para o duelo contra o Botafogo
17 Mai 2026 | 12:43
Acompanhe ao vivo: Botafogo x Corinthians pela 16ª rodada do Brasileirão
17 Mai 2026 | 12:03
Ex-Corinthians, Murillo desabafa sobre carreira: “Tem que ter um mental...”
17 Mai 2026 | 13:51