Futebol
Ex-Corinthians, Lucas Piccinato fala dos detalhes de sua demissão: “A sensação...”
25 Abr 2026 | 14:52
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25 Mar 2025 | 09:14 |
Marcelo Rossi, o famoso padre paulista que se tornou um ícone religioso na década de 1990, anunciou o lançamento de seu novo livro, intitulado “Batismo no Espírito” (Editora Planeta), previsto para a segunda quinzena de abril. A obra promete trazer reflexões sobre temas como a conexão entre fé e saúde mental, com um enfoque na importância da oração e da religião para lidar com problemas emocionais. Rossi também abordará sua própria experiência pessoal com a depressão, um tema que tocou profundamente sua vida nos últimos anos.
O sacerdote, que completará 58 anos em 20 de maio, destaca no livro o aumento de pessoas que buscam seu apoio, tanto cristãos devotos quanto ateus, na busca por soluções para questões como ansiedade e pessimismo. Ele compartilha com seus leitores a dor de vivenciar a depressão, algo que antes via com ceticismo.
"Foi um tempo em que a vida ficou sem cor e tudo ficou sem gosto", relembra o padre sobre sua própria batalha. "Eu, que antes achava isso uma frescura, mesmo quando Deus me usava para tirar outras pessoas do fundo do poço, tive que sentir na pele essa dificuldade, essa doença. Pessoas de Deus também passam por depressão, que não significa falta de fé", explica Rossi.
Recentemente, o padre postou uma foto impressionante em seu Instagram, com mais de 10 milhões de seguidores, comparando dois momentos de sua vida: em 2016, quando lutava contra a depressão e havia perdido muito peso, chegando a 60 kg, e uma imagem atual, na qual ele aparece sorridente e saudável.
"Depressão tem cura. Glória a Deus. Cuidado do corpo, mente e espírito é essencial", escreveu na legenda. A postagem gerou milhares de reações, com muitos seguidores expressando apoio e solidariedade. "Com certeza não é frescura, requer compaixão, empatia daqueles que nos cercam, para que tenhamos um ambiente propício para recuperação", comentou um de seus seguidores.
Além disso, Marcelo Rossi tem tocado frequentemente no tema da saúde mental em suas missas. Recentemente, em um acampamento de "carnaval cristão" em Cachoeira Paulista (SP), ele abordou novamente a importância de cuidar da mente e orou pela saúde do Papa Francisco.
Durante a homilia, Rossi também pediu orações pela paz, especialmente em relação ao conflito entre Israel e Palestina. A constante reflexão sobre o bem-estar emocional tem sido uma das marcas de sua trajetória recente, consolidando o padre como uma figura relevante não só na fé, mas também no apoio a quem enfrenta problemas emocionais.
Jogadores sob o comando de Fernando Diniz estiveram no CT Joaquim Grava para a última atividade antes de enfrentar a equipe do Rio de Janeiro
25 Abr 2026 | 16:27 |
O Corinthians encerrou neste sábado (25), a preparação para enfrentar o Vasco pela 13ª rodada do Brasileirão no próximo domingo (26). Fernando Diniz comandou treino tático no CT Joaquim Grava e trabalhou substitutos para Hugo Souza e Matheuzinho, suspensos pelo STJD.
O técnico iniciou a atividade com apresentação de vídeo tático e ativação física, antes de levar o elenco ao campo para ensaiar situações de jogo e bolas paradas. A ausência confirmada de Hugo Souza e Matheuzinho obrigou Diniz a testar alternativas para a defesa. O goleiro Kauê deve assumir a titularidade, enquanto Milans aparece como opção para a lateral-direita, podendo ser substituído por Raniele conforme a necessidade.
A boa notícia para o Corinthians foi o retorno de André. O volante desfalcou o time contra o Barra, pela Copa do Brasil, devido a uma gripe, mas já está recuperado e treinou normalmente. Sua presença fortalece o meio-campo, que deve contar também com Allan, Bidon e Garro.
O comandante alvinegro terá algumas ausências importantes. Memphis Depay segue se recuperando, enquanto Gui Negão já está em transição física. João Pedro Tchoca continua com dores no púbis e Chales tem lesão em seu calcanhar direito. Kayke e Hugo Farias passaram por cirurgia e agora se recuperam.
Por este motivo, Fernando Diniz deve promover mudanças. Na frente, Jesse Lingard aparece como provável titular, mas Kaio César ou Vitinho podem ser utilizados. O camisa 9 segue como referência ofensiva. A escalação mais provável para o duelo contra o Vasco é: Kauê; Milans (ou Raniele), Gabriel Paulista, Gustavo Henrique e Matheus Bidu; Allan, André, Bidon e Garro; Lingard (Kaio César ou Vitinho) e Yuri Alberto.
Treinador e diretoria sabem das dificuldades do Time do Povo, mas entendem que é necessário ter jogadores que possam elevar o nível técnico da equipe
25 Abr 2026 | 15:59 |
Fernando Diniz avaliou o elenco do Corinthians e definiu que a próxima janela de transferências será marcada por reforços pontuais. O treinador pretende observar com atenção o desempenho dos jogadores que já fazem parte do grupo principal e também dos jovens que treinam com o profissional, antes de indicar contratações. A ideia é dar espaço para atletas da base e, somente após essa análise, apontar posições que realmente necessitam de reforços.
A diretoria alinhou com Diniz uma postura conservadora, priorizando qualidade em vez de quantidade. O clube não pretende inflar o elenco com nomes sem impacto imediato, mas sim buscar jogadores que possam chegar para assumir protagonismo e elevar o nível técnico da equipe. Essa estratégia está diretamente ligada ao cenário financeiro, já que o Corinthians trabalha para manter responsabilidade orçamentária e pode precisar realizar vendas para equilibrar as contas.
Enquanto a janela não abre, o treinador aproveita para observar talentos internos e ampliar as opções disponíveis. Essa integração da base é vista como alternativa para reduzir gastos e, ao mesmo tempo, fortalecer o elenco com atletas formados no próprio clube.
Mesmo com esse planejamento, o clube tem monitorado o atacante Victor Sá, atualmente no Krasnodar, da Rússia. O jogador já atuou pelo Botafogo e se encaixa no perfil buscado para atuar pelas pontas. No entanto, o salário elevado, em torno de R$ 1 milhão mensais, é considerado um desafio para qualquer negociação.
No momento, não existem tratativas avançadas. O departamento de futebol segue atento ao mercado e busca oportunidades viáveis para o meio do ano, sempre com foco em corrigir carências específicas. A expectativa é que as movimentações sejam pontuais e estratégicas, garantindo solidez para o restante da temporada.
Ex-treinador do futebol feminino do Parque São Jorge, falou em entrevista sobre a sua saída do clube paulista e tudo que ganhou com a equipe das Brabas
25 Abr 2026 | 15:24 |
Lucas Piccinato deixou o Corinthians após uma sequência de jogos que não deixou a diretoria satisfeita com os resultados. No entanto, o ex-Timão teve tempo de conquistar alguns títulos comandando as Brabas e falou sobre a influência dele nos feitos da equipe feminina.
Em entrevista para o canal do Youtube Planeta Futebol Feminino, Lucas Piccinato comenta que sabia da sua saída do alvinegro: “Eu sinto que, se tivesse perdido do jeito que perdeu o Paulista e não tivesse o Mundial, eu teria caído. Acho que ali foi um desgaste, uma sensação de ‘precisamos tomar um outro caminho’.”
Brabas tinham torneio internacional pela frente: “O fator Mundial, no fim de janeiro, com uma pré-temporada e um Mundial organizados por quem estava (no comando); fazer uma troca ali, acho que o Corinthians sofreria muito no mundial. Seria uma troca muito abrupta para jogar uma competição que todo o planejamento, desde outubro, quando a gente ganhou a Libertadores, já estava sendo feito."
Ex-comandante do Corinthians fala de sua influência nos feitos das Brabas: “Supercopa de 2024, a responsabilidade minha era só estar ali...”
Treinador fez um balanço de sua passagem no alvinegro: "Eu acho que tem títulos em que a responsabilidade da comissão técnica é muito pequena e tem títulos em que nossa responsabilidade é maior. O título da Supercopa de 2024, a responsabilidade minha era só estar ali, porque era um time que tinha acabado de terminar o ano, poucas peças tinham saído e era um time muito bem orquestrado.”
Ele relembrou com carinho o título nacional com o Corinthians: “Ao mesmo tempo, o Brasileiro de 2025 tem uma grande porcentagem, uns 30%, 40%, da gente começar muito mal e ir buscar ponto a ponto. Muitas partidas a gente teve que mudar o sistema tático no meio do jogo, atletas tiveram que se reinventar durante o ano. É o que eu mais tenho lembranças positivas."