Futebol
Kaio César comemora vitória e projeta Corinthians na Libertadores: “Nosso objetivo é...”
31 Mai 2026 | 14:12
Futebol
24 Mai 2025 | 15:27 |
Atlético Mineiro e Corinthians se enfrentam neste sábado, 24, às 21h (de Brasília), na Arena MRV, em Belo Horizonte, pelo Campeonato Brasileiro. O confronto reúne duas das camisas mais tradicionais do futebol nacional, e poucos jogadores tiveram tanto sucesso vestindo esses uniformes quanto o ex-atacante Marques.
Natural de Guarulhos, na região metropolitana de São Paulo, o ex-atacante foi revelado no Timão, no início dos anos 1990 e fez história com a camisa alvinegra. O atacante fez 146 jogos pelo Timão, entre 1992 e1995.
"Eu cheguei lá com 13 anos, no velho e famoso Terrão, ali no Parque São Jorge, num dia comum, com aquele sonho de garoto, misturado com o sonho de tantos outros garotos naquele dia, para ingressar dentro do clube. A vida toda fui um atacante, um meia-atacante. Mas eu vi naquela oportunidade de fazer o teste como lateral-direito, cara, onde a concorrência era menor. E foi ali que, de repente, eu fiz o meu teste, tive algum destaque, e passei junto com dois, três, quatro garotos, na oportunidade", disse o ex-jogador em entrevista ao Lance!.
A passagem pelo Corinthians
Marques fez parte de um dos times mais celebrados pela Fiel, o que conquistou o Paulistão e a Copa do Brasil em 1995. Ao lado de Souza, Ronaldo, Viola e Marcelinho Carioca, o ex-atacante fez parte do elenco que venceu o poderoso Palmeiras da Parmalat no torneio estadual, e o 'copeiro' Grêmio de Felipão na decisão do mata-mata nacional. O eterno 'cria do Terrão' relembrou aquele ano.
"A grande vantagem do prata da casa é que ele conhece a fundo o que é o clube, o que é a torcida, o que é a pressão. E eu cresci dentro disso tudo ali dentro do clube. Eu lembro que, quando subi para o profissional, a primeira etapa da minha luta havia sido cumprida", disse o ex-jogador.
Chegada e título no Galo
Depois do Corinthians, Marques teve passagens por Flamengo e São Paulo, entretanto, não conseguiu se firmar como titular absoluto. Mais maduro do que na época do Timão, Marques chegou ao Atlético Mineiro em 1997, e logo conquistou a Copa Conmebol daquele ano, sobre o Lanús, da Argentina.
No segundo semestre, o Atlético se reforçava para o Campeonato Brasileiro e me fizeram o convite, por meio do presidente Paulo Curi e do diretor Mazinho. Acabei indo para Belo Horizonte para jogar no Atlético.
"Nas três primeiras partidas, tomamos três pancadas. Mas a virada veio no quarto jogo, contra o Cruzeiro. A gente ganhou, e ganhou bem. A partir dali, o time deslanchou, fez uma grande campanha no Brasileiro e acabou conquistando a Copa Conmebol de 1997. Eu estava emprestado. Depois dessa campanha, o Atlético adquiriu meu passe, como se dizia na época, e eu assinei um contrato de cinco anos para seguir no clube", contou o jogador.
Idolatria atleticana
Marques teve três passagens pelo Atlético Mineiro: entre 1997 e 2002, de 2005 a 2006, e em 2010, quando encerrou a carreira. Ao todo, disputou 386 partidas, marcou 133 gols e conquistou cinco títulos com a camisa alvinegra: a Copa Conmebol e a Copa Centenário de Belo Horizonte, ambas em 1997, além de três Campeonatos Mineiros, em 1999, 2000 e 2010.
"Cara, aqui no Atlético é um negócio muito louco. Quando a torcida tem empatia, quando ela gosta de você, ela te carrega. Foi assim no meu início e durante toda a minha trajetória no clube. Foi uma relação de reciprocidade. Os caras cantavam meu nome na arquibancada aos plenos pulmões.
"Dentro de campo, eu sempre tive a característica de correr, de dar o máximo, de suar pela equipe. E a torcida valoriza muito esse tipo de jogador. Acho que é por isso que essa empatia tão forte perdura até hoje" disse o jogador.
Jogador estava pendurado na partida contra o Grêmio e recebeu o terceiro cartão amarelo e não estará em campo no duelo que marcará o retorno do Brasileirão
31 Mai 2026 | 16:03 |
O meia do Corinthians que recebeu o terceiro cartão amarelo e se tornou desfalque para a próxima rodada do Campeonato Brasileiro é Rodrigo Garro. A advertência aconteceu na vitória contra o Grêmio, pela 18ª rodada, e automaticamente suspende o jogador da partida seguinte, que será disputada após a pausa para a Copa do Mundo.
Garro vinha sendo peça importante no esquema de Fernando Diniz, atuando como articulador das jogadas ofensivas e responsável por dar ritmo ao meio-campo. Sua ausência representa um desafio para o treinador, que precisará reorganizar o setor e encontrar alternativas para manter o equilíbrio entre marcação e criação.
O argentino já havia recebido cartões contra Flamengo e Vitória, e a soma das advertências resultou na suspensão automática. No entanto, esse pode ter sido o último jogo do camisa 8 com o alvinegro. A diretoria do Corinthians precisa fazer caixa e venda de jogadores deverá acontecer.
A perda do meia ocorre em um momento de recuperação do Corinthians na competição. Com o triunfo fora de casa diante do Grêmio, o clube chegou a 24 pontos e ocupa a nona posição na tabela, conquistando duas vitórias consecutivas que reforçam a confiança do elenco. A ausência de Garro abre espaço para que outros jogadores, possam ganhar minutos e mostrar serviço.
Fernando Diniz já destacou que pretende aproveitar a pausa para ajustar o sistema e dar oportunidades a diferentes atletas. A ideia é preparar o elenco para enfrentar a sequência intensa de partidas que virá na retomada do Brasileirão. Nesse cenário, a suspensão de Garro reforça a necessidade de elenco equilibrado e preparado para lidar com suspensões e lesões ao longo da temporada.
Camisa 10 do Parque São Jorge garantiu as Brabas nas oitavas da Copa do Brasil Feminina e falou sobre técnica alvinegra e seu impacto na equipe
31 Mai 2026 | 15:31 |
Gabi Zanotti destacou o trabalho da treinadora Emily Lima após a classificação do Corinthians na Copa do Brasil Feminina. A meia ressaltou a importância da técnica para o desempenho da equipe e valorizou a forma como ela tem conduzido o elenco em momentos decisivos.
Técnica chegou ao Timão sob dúvidas, mas Gabi Zanotti explicou: "(Se existe) Desconfiança, talvez seja por parte de vocês (imprensa). Não sei de onde vem essa desconfiança, porque, dentro do grupo, está todo mundo fechado e as informações estão sempre muito claras. A vontade, o desejo de continuar vencendo, a mentalidade vencedora desse grupo continua a mesma.”
Gabi Zanotti pede explicação sobre técnica do Corinthians: “Então, não sei onde estão falando de desconfiança. Se você souber, pode me falar...”
Camisa 10 continuou: “Então, não sei onde estão falando de desconfiança. Se você souber, pode me falar. A gente está comprometida com o trabalho, todo mundo se entregando diariamente, e é isso que acho que ganhar um Dérbi mostra mais uma vez: a força do elenco, a força do grupo e por que nós estamos aqui, e por que a gente veio aqui hoje."
Gol da meia garantiu classificação: "É especial ganhar um Dérbi. Muda muita coisa, ganha mais confiança dentro do trabalho. Mas tem vários outros clássicos também que são importantes vencer, e a gente busca essa evolução diária. A gente deu um passo adiante, estamos na próxima fase, que é importante ressaltar.”
Líder do Corinthians Feminino finalizou: “Já pegamos o Palmeiras aqui na casa delas, sem noção de campo, e não era um jogo mata-mata, era jogo de 90 minutos, sem jogo de volta. Então, a gente soube jogar de forma inteligente, é isso que nós viemos fazer aqui hoje: buscar a vitória e a classificação.”
Treinadora das Brabas viu sua equipe eliminar o Palmeiras na Copa do Brasil e avançar para as oitavas da competição nacional do futebol feminino
31 Mai 2026 | 14:34 |
A técnica do Corinthians, Emily Lima, explicou o abraço em Vic Albuquerque após a classificação sobre o Palmeiras e destacou o significado do gesto para o elenco feminino. O momento aconteceu logo depois da vitória que garantiu o time na próxima fase da competição, reforçando a união e a força do grupo.
Comandante alvinegra comentou conversa com jogadora: "A gente acaba se abraçando porque conhece o trabalho do dia a dia. Só nós e as atletas sabemos o que vivemos diariamente. Então, foi um abraço de alívio, não só com a Vic. Ontem (sexta-feira), nós a chamamos para conversar, falamos da importância que ela tem pela história construída no Corinthians, reforçamos que confiamos nela e que estamos ao lado dela."
Nome do Corinthians Feminino ressalta: "E, se em qualquer momento precisarmos dela, as jogadoras precisam estar prontas. Precisam estar preparadas para entrar, mudar o jogo ou manter a partida da forma como ela está acontecendo.”
Treinadora do Corinthians, Emily Lima explica gesto: “Aquele abraço não foi apenas com a Vic; foi um abraço de alívio com todas..."
Brabas ainda não tinham vencido as Palestrinas neste ano: “O grupo vem se fechando cada vez mais e entendendo um pouco melhor o que queremos trazer para o Corinthians. Para mim, aquele abraço não foi apenas com a Vic; foi um abraço de alívio com todas. Foi um jogo muito estressante, mas, graças a Deus, deu tudo certo."
Emily Lima também destacou que momentos como esse fortalecem o ambiente interno e aumentam a motivação para os próximos desafios. Segundo ela, o elenco está comprometido em manter o alto nível de desempenho e seguir em busca de títulos.