Clube
Nenê do Posto anuncia saída do Corinthians e revela: “Não fui chamado...”
09 Fev 2026 | 15:06
Clube
20 Dez 2025 | 20:35 |
O Ministério Público de São Paulo apresentou uma nova denúncia envolvendo o ex-presidente Andrés Sanchez e o ex-gerente financeiro do Corinthians, Roberto Gavioli. O órgão aponta possíveis crimes de lavagem de dinheiro e infrações tributárias relacionados ao uso do cartão corporativo do clube durante o período de agosto a setembro de 2020, último ano da gestão.
Segundo a promotoria, foram identificadas despesas classificadas como incompatíveis com as funções administrativas. Entre elas, constam a compra de móveis residenciais, a aquisição de eletrodomésticos e o pagamento de um serviço de táxi aéreo no valor de R$ 30,7 mil. As notas fiscais desses itens, conforme descrito na denúncia, não foram emitidas em nome do Corinthians, o que, para o MP-SP, teria o objetivo de ocultar a origem dos recursos utilizados.
A investigação destaca que parte das notas foi registrada em nome de terceiros, enquanto o serviço aéreo foi faturado diretamente para Andrés, embora o pagamento tenha sido realizado com verba do clube. A promotoria classifica essas ações como indícios de “lavagem elementar”, reforçando a suspeita de irregularidades na utilização do cartão institucional.
Além disso, o MP-SP solicita que Andrés e Gavioli realizem o ressarcimento de aproximadamente R$ 101 mil ao Corinthians, valor correspondente a danos morais atribuídos ao clube. O pedido inclui também o bloqueio de bens dos denunciados enquanto o processo tramita na Justiça.
O caso foi encaminhado à 2ª Vara de Crimes Organizados, Lavagem de Dinheiro e Crimes Tributários de São Paulo, que decidirá sobre o recebimento da denúncia. Caso seja aceita, ambos se tornarão réus e o processo seguirá para a fase de audiências, coleta de depoimentos e produção de provas.
A promotoria já havia apresentado outra denúncia em outubro, relacionada ao uso dos cartões corporativos entre 2018 e 2020. Parte das acusações anteriores foi rejeitada pela Justiça, mas o MP recorreu, e o procedimento permanece suspenso enquanto aguarda nova análise.
Clube do Parque São Jorge seria o cenário para mais uma suspeita de infração da lei cometida pelo ex-presidente do Timão, Andrés Sanchez
10 Fev 2026 | 19:37 |
O Ministério Público de São Paulo está aumentando a pressão em cima do Corinthians por causa do uso dos cartões corporativos. O promotor Cássio Roberto Conserino estuda pedir busca e apreensão no Parque São Jorge para ter acesso às imagens das câmeras do quinto andar, incluindo a sala da presidência. O objetivo é verificar se houve quebra das medidas impostas ao ex-presidente Andrés Sanchez, que não pode frequentar o clube nem falar com dirigentes.
Essa investigação começou depois de uma denúncia feita por um torcedor, Ericson Herlytonio Silva Mota, que apontou possível descumprimento das restrições. Em 2025, Sánchez foi acusado de uso irregular do cartão corporativo, o que levou a Justiça a impor limitações. Ele nega qualquer irregularidade.
Enquanto isso, o Conselho Deliberativo do Corinthians decidiu suspender a apuração interna, alegando falta de informações da diretoria sobre o andamento do caso. Essa decisão gerou ainda mais cobrança em cima da atual gestão, que agora precisa responder às exigências do Ministério Público.
Entre os pedidos feitos pelo MP estão relatórios completos e gravações que comprovem se as medidas judiciais estão sendo respeitadas. Caso o clube não entregue os registros solicitados, a busca e apreensão pode ser realizada.
Não é apenas Andrés Sanchez que está com problemas na justiça. Duilio Monteiro tem tido a sua gestão investigada pela Polícia Civil. Além de uso do cartão corporativo, o ex-presidente é acusado de desvio de dinheiro e uso de notas frias.
O Oliveira Minimercado é um dos assuntos centrais da apuração já que o Corinthians teria pagado despesas em um estabelecimento em que o endereço não consta como deveria ser. A suspeita que o mercado seja ‘fantasma’.
Empresa estará na camisa do clube paulista até o fim da temporada; anteriormente, as partes já haviam realizado contratos pontuais nas finais recentes
09 Fev 2026 | 20:21 |
O Corinthians fechou de forma definitiva o acordo com a BYD, montadora chinesa de carros elétricos, e agora terá a marca como patrocinadora oficial até o fim de 2026. A parceria, que já vinha sendo testada em momentos pontuais, passa a ser definitiva e garante a presença da empresa no uniforme alvinegro.
A BYD já tinha aparecido na camisa do Timão em jogos importantes. Em 2025, estampou a barra frontal durante as finais da Copa do Brasil contra o Vasco. Mais recentemente, em fevereiro de 2026, marcou presença no ombro direito na decisão da Supercopa do Brasil contra o Flamengo. Esses testes abriram caminho para a consolidação do contrato.
Com o novo vínculo, a marca ocupará espaço fixo no ombro da camisa corintiana, aumentando sua visibilidade em partidas nacionais e internacionais. Para o clube, o acordo reforça a estratégia de ampliar receitas e fortalecer a área comercial, enquanto para a empresa representa uma oportunidade de expandir sua presença no mercado brasileiro.
Vale lembrar que o planejamento do clube é arrecadar R$ 255 milhões com patrocínios. O Coringão tenta aproveitar a boa fase da equipe (campeã da Copa do Brasil e da Copa Rei), para que seja possível ser uma instituição atrativa para que as empresas fechem um acordo.
O Corinthians fechou recentemente a parceria com a Broto Legal, uma empresa do ramo alimentício. Ela estampa o uniforme do futebol masculino e feminino. Ao todo, o Timão conta com sete patrocinadores que possuem contrato em definitivo e não apenas em ocasiões pontuais.
São eles: Esportes da Sorte (máster e que deve renovar contrato), Banco BMG (que pode ser substituído pelo PicPay), Frimezza (também do ramo de alimentos, Ezze Seguros, Zé Delivery (parceria com a Brahma), Broto Legal e agora, a BYD.
Reformulação nas categorias de base influenciaram em mais uma saída de dirigente da estrutura dos Filhos do Terrão do clube do Parque São Jorge
09 Fev 2026 | 18:05 |
O Corinthians anunciou a saída de Robson Zimerman, que ocupava o cargo de coordenador técnico das categorias de base. A decisão segundo o clube, faz parte de uma reestruturação conduzida pelo executivo Erasmo Damiani, que busca alinhar ainda mais o trabalho da formação de atletas com o futebol profissional.
Zimerman esteve à frente da função desde julho de 2025, cuidando da gestão de processos como captação, acompanhamento e evolução dos jovens jogadores. Ele substituiu Batata que antes cumpria a função do cargo. O clube agradeceu pelo empenho e pela dedicação durante sua passagem, destacando o papel que ele teve na organização da base.
Logo após o comunicado, o Corinthians encaminhou a chegada de Ricardo Drubscky para assumir o posto. Com experiência em diversos clubes brasileiros, Drubscky chega com a missão de dar continuidade ao projeto e fortalecer ainda mais o setor de formação, que é estratégico para o futuro alvinegro. Ele já trabalhou em áreas de gestão e desenvolvimento de atletas, sempre com foco em revelar talentos e integrá-los ao elenco principal.
Diante das mudanças dentro da estrutura das categorias de base do Time do Povo, Carlos Roberto Auricchio, o Nenê do Posto não é mais diretor estatutário do clube. Um dos motivos foram as divergências com Erasmo Damiani e a política que afeta a administração segundo o ex-Corinthians.
Enquanto ocorre mudanças nas categorias de base, o Coringão começou a se preparar para o duelo contra o Red Bull Bragantino que acontecerá na próxima quinta (12). Dorival Júnior deve ter pelo menos três desfalques, dentre eles dois titulares.