Futebol
Ex-Corinthians é eliminado de repescagem e Brasil pode ter marca inédita
27 Mar 2026 | 11:52
Futebol
10 Abr 2025 | 18:00 |
Diante das dificuldades enfrentadas pelo Corinthians dentro e fora de campo, muitos torcedores têm sugerido uma mudança de postura no mercado da bola. Em vez de buscar contratações caras ou nomes de impacto, o clube poderia focar em trocas inteligentes com outros times do futebol brasileiro, mirando jogadores que possam suprir carências reais do elenco.
Um exemplo de movimentação estratégica seria uma possível troca entre Diego Palácios, de 25 anos, e Luan Cândido, de 24. Ambos os laterais-esquerdos estão em fases diferentes de suas carreiras, mas são da mesma faixa etária. Luan tem se destacado em sua equipe e poderia chegar ao Corinthians para agregar qualidade e energia ao setor. Já Palácios, sem atuar há um bom tempo, poderia encontrar um novo recomeço em outro clube — o que tornaria a troca interessante para os dois lados.
A ideia é observar atletas que já se destacam em outras equipes, especialmente aqueles que poderiam se adaptar com rapidez ao estilo de jogo do Timão. Essa estratégia, além de mais econômica, permitiria fortalecer setores frágeis do time com opções mais eficazes e prontas para contribuir.
Outro ponto fundamental seria encontrar destinos para jogadores que hoje não têm contribuído dentro de campo. Sejam atletas sem espaço, em má fase ou que não se encaixaram no esquema da comissão técnica, essas peças poderiam ser utilizadas como moeda de troca, aliviando a folha salarial e abrindo espaço para novas oportunidades.
A adoção dessa política mais estratégica poderia gerar benefícios tanto no curto quanto no longo prazo. Com uma visão mais prática e focada no que o elenco realmente precisa, o clube poderia montar um grupo mais equilibrado e competitivo, sem precisar fazer loucuras financeiras. Em um cenário de pressão e cobrança constante, agir com inteligência no mercado nacional pode ser a chave para recolocar o Corinthians no caminho da estabilidade e das vitórias.
Auxiliar técnico e filho de Ramón Díaz falou um pouco dos bastidores da campanha que deu ao Timão a conquista do estadual em 2025
27 Mar 2026 | 13:15 |
No dia 27 de março de 2026, se completa um ano da conquista que encerrou um jejum de seis temporadas sem títulos. O Corinthians empatou sem gols com o Palmeiras na Neo Química Arena, mas levou a taça graças à vitória por 1 a 0 no Allianz Parque, com gol de Yuri Alberto. O ex-auxiliar técnico do Timão, Emiliano Díaz destacou o papel de Rodrigo Garro e a tensão no duelo.
O filho de Ramón Díaz começou destacando a vontade do elenco: “A pressão era extrema. Foi muito sofrido porque sabíamos que não tínhamos outra escolha a não ser ganhar. Nosso rival não poderia levantar a taça em casa.”
Jogadores do Corinthians sabiam o que fazer: “Era uma questão de honra, o grupo entendeu [...] Conseguimos (referindo-se à comissão técnica de Ramón Díaz) muitos títulos, mas esse tem um sabor especial porque foi com um dos maiores clubes em que trabalhamos.”
Naquela época, o camisa 8 estava lesionado: “O Gordo (Garro) não podia andar, não podia caminhar. Tivemos que fazer um outro plano tático, completamente diferente. É difícil você trocar porque o sistema era com um meia bem clássico. Se o Gordo não estivesse, teríamos que mudar o sistema. Estávamos muito preocupados. Quando o Gordo saiu do treino, me falou: "Calma, amanhã eu te respondo". Eu sabia que ele ia jogar.”
Ex-Corinthians fala do papel de Rodrigo Garro: “Vou jogar nem que seja a última coisa que eu faça..."
Argentino não mediu esforços para estar em campo: “De manhã, me ligou 9h da manhã e disse: "Vou jogar nem que seja a última coisa que eu faça". Quando um jogador chega e te fala uma coisa dessas é impossível não dar certo. Se um jogador dá a vida, bota sua carreira em jogo por uma partida, não pode não dar certo. Ficamos mais tranquilos, o Gordo recebeu uma infiltração, muito doloroso. Fez um jogo fantástico, precisávamos dele.”
Meia chegou por indicação de Memphis Depay mesmo sem o comandante alvinegro ter conhecimento de suas características como jogador
27 Mar 2026 | 12:45 |
O meia marroquino Zakaria Labyad, contratado pelo Corinthians em 2026, ainda não conseguiu se firmar no elenco e luta por espaço sob o comando de Dorival Júnior. O jogador estreou contra o Coritiba, mas desde então teve pouquíssimos minutos em campo e não empolgou a torcida.
Zakaria Labyad, de 33 anos, foi indicado por Memphis Depay e assinou contrato até o fim de 2026, com possibilidade de renovação automática até 2027 caso atinja metas estabelecidas. Sua estreia aconteceu na derrota para o Coritiba, quando entrou nos minutos finais.
Depois disso, foi relacionado contra Chapecoense e Flamengo, mas não saiu do banco de reservas. No empate diante do Santos, sequer foi convocado pela comissão técnica comandada por Dorival Júnior.
A baixa minutagem se explica por dois fatores principais: opção técnica e condição física. O meia ficou cerca de quatro meses sem atuar após deixar o Dalian Yingbo, da China, e precisou de tempo para recuperar ritmo e forma no CT Joaquim Grava. Dorival Júnior já declarou que conhece pouco o atleta e que sua chegada foi uma indicação externa, reforçando que ainda não há confiança plena para utilizá-lo com frequência.
Labyad é visto como um meia que atua próximo ao ataque, em zonas de finalização, podendo também desempenhar a função de falso ponta, caindo por dentro no momento ofensivo. Ao longo da carreira, passou por clubes como PSV, Sporting, Fulham, FC Utrecht e Ajax, acumulando experiência no futebol europeu.
O Corinthians ocupa atualmente a 11ª posição no Campeonato Brasileiro, com 10 pontos, e terá pela frente o Fluminense no dia 1º de abril, às 21h30, no Maracanã. Depois (05), o Timão volta à Neo Química Arena para enfrentar o Internacional diante da Fiel.
Números da equipe masculina de futebol nesta temporada fazem ligar o sinal de alerta para que as vitórias voltam a fazer parte da rotina do elenco alvinegro
27 Mar 2026 | 12:19 |
O Corinthians vem sofrendo em 2026 quando atua na Neo Química Arena. O time, que sempre teve como marca a força em casa, aparece entre os piores mandantes do Campeonato Brasileiro. Em oito partidas como anfitrião, foram apenas três vitórias, dois empates e três derrotas, o que representa um aproveitamento de 46%. Esses números colocam o Timão à frente somente de Mirassol e Coritiba, segundo levantamento do Gato Mestre, do ge.globo.
Esse desempenho chama atenção porque contrasta com temporadas anteriores, quando o Corinthians figurava entre os melhores mandantes da Série A. Em 2024, por exemplo, o clube tinha aproveitamento sólido dentro da Arena e transformava os jogos em casa em pontos quase garantidos. No entanto, o cenário agora é diferente e preocupa a comissão técnica.
Curiosamente, fora de seus domínios, o Corinthians apresenta números melhores. Longe da Neo Química Arena, o time aparece entre os visitantes mais competitivos da competição, superando inclusive equipes com elencos mais caros.
Na tabela, o Timão ocupa a 11ª posição, com 10 pontos conquistados. O próximo desafio será contra o Fluminense, no dia 1º de abril, às 21h30, no Maracanã. O adversário é o terceiro colocado, com 16 pontos, o que aumenta a dificuldade da partida. Depois, o Corinthians volta a jogar em casa contra o Internacional (05) em confronto que pode ser decisivo para recuperar a confiança como mandante.
Enquanto tenta mudar o panorama, o alvinegro paulista vê o seu camisa 10 mais uma vez se lesionar. Memphis Depay deve perder a estreia da Libertadores por um problema muscular de grau 2. Além dele, Kaio César é outro nome do ataque que está fora de combate, mas deve retornar em breve.