Futebol
Fernando Diniz tem quase um time inteiro do Corinthians como desfalque contra o Mirassol
03 Mai 2026 | 12:00
Futebol
10 Mar 2025 | 07:14 |
Após garantir sua vaga na final do Campeonato Paulista com uma vitória por 2 a 1 sobre o Santos neste domingo (9), o elenco do Corinthians ainda teve que lidar com repercussões da derrota por 3 a 0 para o Barcelona de Guayaquil, ocorrida na última quarta-feira (5), no Equador, pela terceira fase da Pré-Libertadores. Na zona mista da Neo Química Arena, o goleiro Hugo Souza aproveitou para esclarecer os rumores sobre uma suposta crise no vestiário alvinegro.
O goleiro negou qualquer tipo de agressão entre os jogadores após o revés no Equador e classificou as informações que circularam como falsas. Segundo ele, houve sim uma discussão mais intensa no vestiário, mas dentro do que considera normal em um ambiente competitivo.
"Cobrança sempre acontece. Hoje tenho a oportunidade de falar, no último jogo não tive. O que saiu foi mentira, e isso nos deixa chateados, porque algo assim vem de dentro do nosso ambiente. No Corinthians, qualquer coisa vira uma crise enorme. Mas a verdade é que a gente discute, briga sempre pelo melhor. Quando as coisas não estão bem, queremos melhorar, queremos o bem do próximo", afirmou Hugo Souza.
O goleiro reforçou que, apesar do tom acalorado da conversa no vestiário, não houve qualquer tipo de agressão física, rebatendo boatos que indicavam uma briga generalizada entre os atletas.
"Vamos deixar claro: é mentira que o Fabinho levou um tapa, é mentira que teve cadeirada, é mentira que houve agressão entre os jogadores. O que aconteceu foi uma discussão mais fervorosa, mas isso é normal. Isso mostra a nossa vontade de vencer", destacou o goleiro.
Hugo também enfatizou que a cobrança entre os jogadores faz parte do dia a dia no futebol e que isso não afeta a união do grupo.
"Eu discuto com a minha mãe, que me criou, com a minha irmã, com quem convivi a vida toda. Não vou discutir com um companheiro de equipe? Se eu vejo algo que pode ser melhorado, claro que vou cobrar. Se ele não concordar, vamos discutir, é normal. Da mesma forma, se eu estiver errado, tenho que abaixar a cabeça. Sem isso, não existe vestiário no futebol", concluiu.
Agora, além da final do Paulistão, o Corinthians tem pela frente um desafio crucial na Libertadores. Na quarta-feira (12), a equipe recebe o Barcelona de Guayaquil na Neo Química Arena precisando de uma vitória por pelo menos três gols de diferença para levar a decisão para os pênaltis. A missão não será fácil, mas Hugo Souza e o elenco alvinegro demonstram confiança na força do grupo para reverter o resultado e seguir na competição continental.
Ex-Timão conquistou o Mundial no Maracanã ao lado de nomes como Rincón, Vampeta, Edílson Capetinha e que eram comandados por Oswaldo de Oliveira
03 Mai 2026 | 15:36 |
Luizão relembrou sua trajetória no Corinthians e destacou os bastidores da final do Mundial de Clubes de 2000 contra o Vasco, ressaltando a intensidade da partida e a importância histórica da conquista para o clube. O ex-atacante contou detalhes sobre o ambiente no vestiário e a preparação para o duelo decisivo.
Fiel fez com que equipe tivesse ânimo para conquistar o Mundial: "Poxa, aquele jogo contra o Vasco, um jogo que a gente não tinha mais energia. E foi a torcida do Corinthians que fez a gente correr, fez a gente tirar força de onde não tinha, quando começou o 'Poderoso Timão, Poderoso Timão'.
Luizão revela o motivo de querer bater o pênalti para o Corinthians: “’Quero bater', porque tive um problema com o Eurico (presidente do Vasco na época)...”
Ex-Corinthians tinha conflitos com antigo presidente do Vasco: “Eu lembro que fiz uma falta no Viola e até pedi desculpa: 'Viola, não aguento correr mais'. Aí vai para os pênaltis e o Oswaldo perguntando quem vai bater, eu falei: 'quero bater', porque tive um problema com o Eurico.”
Luizão teve o conselho de não cobrar a penalidade máxima: “Eu sou muito amigo do Neto, ele é que nem irmão. E o Neto falando que achava que eu não deveria bater o pênalti quando vou caminhando, porque estava cansado para caramba. Vou e bato o pênalti.”
Ex-atacante relembra o que fez naquele 14 de janeiro de 2000: “Troquei o canto, porque eu treinava muito com o Hélton (goleiro do Vasco) seis meses atrás. Mas bati bem, fui feliz e a gente trouxe esse título tão sonhado para essa nação que merece toda a felicidade do mundo.”
Nome que a torcida do alvinegro paulista não gosta de lembrar, está passando por uma boa fase no Nottingham Forest que ainda conta com Murillo, Filho do Terrão
03 Mai 2026 | 15:03 |
Vítor Pereira, ex-treinador do Corinthians, vive grande fase na Inglaterra e foi eleito “Treinador da Semana” pela Associação de Treinadores de Futebol local após comandar o Nottingham Forest em uma goleada por 5 a 0 sobre o Sunderland, pela 34ª rodada da Premier League.
O técnico português de 57 anos, natural de Espinho, já havia conquistado o mesmo prêmio em março, quando sua equipe venceu o Tottenham por 3 a 0. Essa é a segunda vez na temporada que Pereira recebe o reconhecimento, mostrando consistência no trabalho realizado no futebol inglês.
O Nottingham Forest atravessa um momento positivo. A equipe não perde desde meados de abril e soma quatro vitórias consecutivas em todas as competições. Além do bom desempenho na Premier League, o clube também se destacou na Liga Europa, onde conseguiu vantagem nas semifinais contra o Aston Villa.
Na liga nacional, o Forest luta para garantir a permanência na elite. Com a sequência de resultados, abriu cinco pontos de vantagem sobre a zona de rebaixamento, restando apenas quatro rodadas para o fim da competição. O desempenho recente dá confiança ao elenco e fortalece o trabalho de Vítor Pereira, que conseguiu ajustar o sistema defensivo e potencializar o ataque em jogos decisivos.
Um dos destaques da equipe inglesa, o zagueiro se encontra fora de combate devido a uma lesão muscular que aconteceu no duelo contra a equipe do Burnley, no final de abril. O ex-Corinthians não retornou à campo, mas a expectativa de que ele volte antes do término da temporada europeia.
Ídolo do Timão polemizou após comentar que não torce por mais um título do Brasil a pouco mais de um mês para o início da Copa do Mundo
03 Mai 2026 | 13:54 |
O mundo do futebol ficou dividido com as falas recentes do ídolo do Corinthians Vampeta sobre torcer pelo hexacampeonato. Para a Rádio Jovem Pan, o ex-volante do Timão comentou que não gostaria de que a sua geração, a que ganhou o penta, fosse esquecida.
Vampeta, campeão mundial em 2002, explicou que sua postura está ligada ao receio de que a conquista de um novo título faça sua geração ser esquecida. Segundo ele, “seca” a Seleção e não quer que o Brasil levante a taça nos Estados Unidos, Canadá e México.
Essa não é a primeira vez que o ex-volante se posiciona dessa forma. Em 2022, durante participação no podcast Denílson Show, já havia afirmado que não torceria pela equipe nacional na Copa do Catar e que foi conquistada pela Argentina.
Além disso, Vampeta comentou sobre outros nomes históricos do futebol. Ele citou Ronaldo Fenômeno, dizendo que o ex-Corinthians apoiava Neymar, Gabriel Jesus e Tite, mas destacou que muitos profissionais do meio torcem contra a Seleção. O ex-jogador também mencionou integrantes da geração tetracampeã de 1994, afirmando que eles não desejavam que o Brasil conquistasse o título em 2002.
Enquanto isso, a Seleção Brasileira se prepara para a Copa de 2026 sob o comando de Carlo Ancelotti. O treinador italiano anunciará a lista com 26 convocados no dia 18 de maio e já discute com a CBF a renovação de contrato até 2030. O objetivo é dar continuidade ao trabalho iniciado em 2023 e manter estabilidade no comando técnico. Ancelotti recebe atualmente cerca de 10 milhões de euros por ano, o maior salário entre técnicos de seleções no mundo.
Fernando Diniz tem quase um time inteiro do Corinthians como desfalque contra o Mirassol
03 Mai 2026 | 12:00
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02 Mai 2026 | 21:26