Futebol
Não desistiram! Milan aumenta proposta por André para tirá-lo do Corinthians
30 Mar 2026 | 10:47
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31 Mar 2025 | 12:59 |
O argentino Ramón Díaz, campeão recentemente do Paulistão com o Corinthians, é o sétimo no ranking de técnicos com maior tempo de casa dentre todos os clubes que disputam a primeira divisão do Campeonato Brasileiro.
O treinador assumiu o Corinthians oficialmente no dia 10 de julho de 2024, em uma posição desfavorável no Campeonato Brasileiro. Contando com reforços grandes no início de trabalho - como Memphis e Carrillo - ele deu conta do recado: chegou às semifinais da Copa Sul-Americana e arrancou uma sequência de vitórias histórica na reta final do Brasileirão.
Os bons resultados e a recuperação da equipe alvinegra fizeram com que Ramón e sua comissão permanecessem no clube em 2025. Apesar da amarga eliminação na pré-Libertadores neste ano, o principal fruto até aqui é o título do Campeonato Paulista 2025 sobre o Palmeiras.
A frente do Ramón no quesito de treinadores que têm mais tempo treinando um clube da Série A estão respectivamente do sexto ao primeiro: Léo Condé (Ceará), Thiago Carpini (Vitória), Zubeldia (São Paulo), Rogério Ceni (Bahia), Vojvoda (Fortaleza) e Abel Ferreira (Palmeiras). Antes da queda, Mano Menezes, ex-técnico do Fluminense, era justamente o sétimo da lista.
Vale lembrar que antes da equipe carioca, coincidentemente, Mano era treinador do Corinthians. Ele havia assumido a equipe alvinegra em 2023, mas foi demitido logo após uma péssima campanha do time no Paulistão em 2024. Inclusive, o técnico ficou marcado por um episódio ruim com Yuri Alberto: na partida contra o São Bernardo, o atacante foi chamado de "burro" em alto e bom tom pelo técnico no 1° de Maio.
Camisa 10 do alvinegro paulista tem sofrido com lesões recentes e precisou ser cortado da última Data Fifa e irá perder estreia da Libertadores
30 Mar 2026 | 13:47 |
O técnico da seleção da Holanda, Ronald Koeman, foi direto ao falar sobre a situação de Memphis Depay. Segundo ele, o atacante do Corinthians só será convocado para a Copa do Mundo de 2026 se estiver em plena forma física. A exigência acontece porque o holandês tem enfrentado problemas recorrentes de lesão e não conseguiu manter sequência de jogos recentemente.
Treinador da Laranja Mecânica sobre jogador do Corinthians: “Esperar para ver...”
Ronald iniciou: "Ainda não é bom o suficiente, porque ele não está jogando. Antes que se perceba, o momento chega, já que são oito semanas. Então, é esperar para ver. Não acho que Memphis se assuste tão facilmente, mas ele disse, de forma positiva, como enxerga o próximo período. Eles (Corinthians e Depay) ainda têm muitos jogos, um a cada três dias, e isso deve, claro, ser bem administrado; caso contrário, não será o valor agregado que se espera."
Treinador rebateu fala de Wim Kieft, ex-jogador da Holanda sobre o camisa 10 do Timão estar no nível de Messi, Cristiano Ronaldo e Mbappé: “Estamos falando de três atacantes de elite. isso é realmente um exagero.”
Ele elogiou, mas ressalta: Memphis é um jogador valioso para nós, mas as lesões o atrapalham, e ele precisa trabalhar nisso e estar em ótima forma. Mas Ronaldo e Messi estão em um patamar completamente diferente."
A lesão do maior artilheiro da seleção holandesa é prejudicial principalmente para o Corinthians. Isso porque no mês de abril terá a estreia na Libertadores e também na Copa do Brasil. Com isso, Memphis Depay deve ser desfalque em um período de total importância para o alvinegro paulista.”
Atacante que se formou no rival alviverde concedeu entrevista e um dos assuntos discutidos foi se algum dia poderia se tornar atleta do Time do Povo
30 Mar 2026 | 12:27 |
O atacante Gabriel Jesus, atualmente no Arsenal e revelado pelo Palmeiras, falou abertamente sobre sua relação com o Corinthians e deixou claro que não pretende vestir a camisa alvinegra. Em entrevista para o canal Romário TV, o jogador afirmou que nunca jogaria pelo Timão, destacando respeito pela instituição, mas reforçando sua ligação com o clube que o formou.
Gabriel Jesus foi questionado se poderia jogar pelo Corinthians: “Não, não.”
O ex-Palmeiras foi enfático na sua resposta dada para o tetracampeão mundial: “Respeito a instituição. Tenho muitos amigos, familiares também, que brincam falando: ‘Nossa, tem que ir pro Corinthians, não sei o quê’. Mas não, não.”
O atacante ainda brincou por ser amigo de Gabriel Martinelli e Gabriel Magalhães e serem companheiros de Arsenal: “A gente tá toda hora ali no treino junto, querendo ou não. Eu sou palmeirense, eles são corintianos, então imagina…”
Ele ainda continuou de forma descontraída: “Toda hora é Corinthians e Palmeiras. Palmeiras e Corinthians. Aí o Palmeiras ganha. No outro dia, eu já venho com a camisa, brinco, já escrevo cartaz lá, coloco no lugar deles e vice-versa.”
Mesmo com a negativa de Gabriel Jesus, o alvinegro paulista continua com deficiência em seu ataque. Dorival Júnior havia pedido atletas para o setor, mas apenas Kaio César chegou na última janela de transferência. O resultado? Poucos gols, lesões e sete partidas sem vitórias.
A situação só não se tornou mais crítica graças a defesa do Timão. Nessa temporada o quarteto formado por Gabriel Paulista, André Ramalho, Gustavo Henrique e João Pedro Tchoca, tem conseguido parar em sua maioria das vezes o ataque adversário. Fora de casa os números são melhores e isso pode ser um trunfo contra o Fluminense na próxima quarta (01).
Atualmente trabalhando como dirigente do Mirassol, o ex-volante do Timão relembrou da tensão vivida no clube paulista com a troca de gestão
30 Mar 2026 | 11:26 |
O ex-volante Paulinho falou sobre o período complicado que o Corinthians viveu durante a troca de gestão, lembrando como isso mexeu com o ambiente do clube. Ele contou que a pressão aumentou muito nessa fase, já que além dos resultados em campo, havia toda a instabilidade política e administrativa.
Ex-jogador fala como foi esse período no Corinthians: “Os resultados não apareceram e todo mundo ficou pressionado...”
Executivo de futebol comentou fase em que viveu no Parque São Jorge: “Foi um momento bem conturbado. Você tem uma gestão de 15 anos e entra uma gestão nova, com pensamentos diferentes, novos desafios e novos objetivos.”
Ele fala que todos sentiram a pressão: Então tudo mudou radicalmente. Foi um impacto grande para todo mundo, em um ano turbulento. Os resultados não apareceram e todo mundo ficou pressionado: jogadores, colaboradores, presidente, executivo, gerente de futebol. O Corinthians é pressão a todo momento.”
Ex-volante sabia que time precisava de apoio: “Você ganha ou ganha ou ganha. O torcedor quer que você esqueça os problemas, dê 50 carrinhos e ganhe o jogo. Mas a gente precisava deles também. Eu falei nas reuniões: a gente precisa da ajuda de vocês, porque o jogo não flui, o jogo não sai. A parte política não cabia a nós. Quem tem que resolver é a diretoria.”
Paulinho ainda ressalta: “Eu já vivi muita pressão no Corinthians, mas, nessa mudança, foi demais. Quando eu saio, acho que fui o último dos mais experientes. Porrada não tem problema. É mais fácil dar porrada em mim do que dar num garoto. Eu fui líder, fui capitão, fui um gestor nos meus últimos seis meses de Corinthians. Performance não teve, mas eu consegui fazer o torcedor entender o momento que nós estávamos passando. Se for para dar porrada, que dê em mim. Não dê no garoto.”