Futebol
Ídolo do Corinthians aponta erro de Hugo Souza para a não convocação: "deixou..."
19 Mai 2026 | 16:22
Futebol
16 Mar 2026 | 00:35 |
Depois de um mês parado devido a uma lesão sofrida no músculo posterior da coxa direita, no duelo contra o Capivariano, em partida da primeira fase do Campeonato Paulista, o atacante Kaio César foi a principal novidade da equipe titular do time do técnico Dorival Júnior, no clássico da tarde deste domingo (15), contra o Santos, em confronto que acabou terminando com o placar de 1 a 1.
Após o clássico entre Santos e Corinthians, o atacante Kaio César esteve presente junto com o técnico Dorival Júnior e concedeu entrevista coletiva na sala de imprensa do Estádio da Vila Belmiro e comentou a respeito do que o comandante corinthiano pediu para o jogador realizar na partida. O jovem ainda falou sobre as suas características, algo que fez o Timão o contratar.
Kaio César explica orientações de Dorival Júnior para o clássico entre Santos e Corinthians: "ele pede para abrir, fazer combinações."
Kaio César começou como titular pela primeira vez, junto com a equipe principal do Corinthians e falou sobre as suas características. "O Dorival pede para atacar bastante os espaços, que era uma dificuldade que vínhamos tendo. Não tinha jogador de lado com essas características. Ele pede para abrir, fazer combinações com o Matheuzinho e o Memphis, e atacar o espaço quando a bola está no lado oposto."
Desde a saída de jogadores como Talles Magno e até mesmo Ángel Romero, o Corinthians estava sem ter atletas do lado de campo, algo que Dorival Júnior estava pedindo desde o segundo semestre do ano passado. "Nesse ataque de espaço que eu fazia, eles (jogadores do Santos) tinham um pouco de dificuldade."
Kaio César foi um dos principais jogadores do Corinthians, enquanto esteve em campo e em uma das jogadas de velocidade dele, o jogador achou Memphis Depay, que limpou a jogada e marcou o gol corinthiano. "Quando saiu o contra-ataque, vi o Matheuzinho tocando para frente e já ataquei o espaço. Puxei para o meio e vi o movimento do Memphis nas costas do lateral. Consegui acertar o passe e ele foi feliz para fazer o gol."
Jogadora das Brabas não tem sido utilizada por Emily Lima e não teve o seu nome entre as relacionadas para a partida contra o Cruzeiro que terminou em derrota
19 Mai 2026 | 18:40 |
A técnica do Corinthians, Emily Lima, comentou sobre a ausência da lateral-direita Gi Fernandes e as improvisações que têm sido necessárias no setor defensivo da equipe feminina. A jogadora não vem sendo relacionada para os últimos jogos do Brasileirão, o que levantou questionamentos entre torcedores e imprensa.
Emily Lima explica não estar usando Gi Fernandes e improvisando Ivana Fuso na lateral do Corinthians: “A gente não pode ter uma lateral que toca a bola para trás...”
Na zona mista para a Rádio Coringão após derrota, Emily Lima iniciou o motivo: "Eu acho que está bem clara característica de jogadora que a gente precisa para a lateral. A Ivana, na ação do gol, é a lateral que a gente busca para o Corinthians.”
Treinadora das Brabas quer uma jogadora que possa ajudar em campo: “A gente não pode ter uma lateral que toca a bola para trás, que não tem atitude de buscar o jogo, tanto de um lado como do outro."
Comandante alvinegra destacou a briga por vaga no Corinthians: "Do lado esquerdo, a gente está tendo uma competitividade bastante interessante entre Juliete e Tamires. Os números dizem por si só. Acho que a Tamires, no último jogo, tem números incríveis de GPS, até bateu o próprio recorde.”
Ela ainda complementou: “Então, a gente, que consegue avaliar internamente muito mais do que o torcedor que assiste ao jogo, está criando muito mais competitividade desse lado (esquerdo) e menos desse (direito)."
Atleta improvisada tem sido a mulher de confiança da técnica: "A opção da Ivana é pelo vigor físico que ela tem, pelo que a gente busca de laterais. Laterais que ganham profundidade, laterais que têm a força de ir por fora, por dentro. Ainda com muita insegurança, mas, quando ela faz o que precisa ser feito, dá o resultado que deu na situação do nosso gol.”
Nome que já treinou o Time do Povo não conseguiu a classificação para a Copa do Mundo e agora deixa o cargo para ficar livre no mercado e receber propostas
19 Mai 2026 | 16:54 |
Sylvinho, ex-treinador do Corinthians, foi demitido da seleção da Albânia nesta terça-feira (19). A decisão foi anunciada pela Federação Albanesa de Futebol após a eliminação da equipe nas eliminatórias para a Copa do Mundo. O brasileiro deixa o cargo depois de três anos de trabalho, período em que conseguiu levar o país à Eurocopa de 2024, feito considerado histórico.
Sylvinho assumiu a Albânia em janeiro de 2023, pouco tempo depois de sua saída do Corinthians, onde comandou o time entre 2021 e 2022. No comando da seleção, conquistou resultados expressivos, mas não conseguiu manter o desempenho nas últimas competições.
A ausência no Mundial pesou na avaliação da federação, que optou por encerrar o ciclo e iniciar uma nova fase. A seleção albanesa chegou a ter a oportunidade de estar na competição, mas foi eliminada pela Polônia.
O substituto escolhido foi o italiano Rolando Maran, treinador com experiência em clubes da Série A, que assinou contrato válido por dois anos. A missão de Maran será reconstruir o projeto da Albânia e preparar a equipe para os próximos torneios internacionais, buscando dar continuidade ao crescimento iniciado por Sylvinho.
Em sua despedida, o ex-Corinthians agradeceu aos jogadores, comissão técnica e torcedores, destacando que viveu uma “jornada maravilhosa” no país. Apesar da saída, Sylvinho deixou legado importante, especialmente pela classificação inédita para a Eurocopa, e agora avalia os próximos passos de sua carreira.
Enquanto Sylvinho analisa os próximos passos de sua carreira, o seu ex-clube foca no Peñarol. O time uruguaio é o adversário do Corinthians desta quinta (21) e a equipe de Fernando Diniz busca manter a boa campanha na Libertadores. O duelo se inicia às 21h30 (de Brasília), no Estádio Campeón del Siglo.
Além do meio-campista argentino, o goleiro corinthiano também comentou a respeito do tipo de grama que o Botafogo usa no Estádio Nilton Santos
19 Mai 2026 | 16:45 |
Depois da derrota para o Botafogo, no último final de semana, pela 16ª rodada do Campeonato Brasileiro, pelo placar de 3 a 1, alguns jogadores do Corinthians pararam para comentar a respeito da campanha do Timão dentro da competição de pontos corridos, na zona mista do Estádio Nilton Santos e aproveitaram para criticar o gramado sintético dos donos da casa.
Assim como o meio-campista Rodrigo Garro, o goleiro Hugo Souza também fez críticas ao gramado sintético do Estádio Nilton Santos, casa do Botafogo. Vale ressaltar, que além do time carioca, a Arena Condá (Chapecoense), o Allianz Parque (Palmeiras), a Arena da Baixada (Athletico Paranaense) e a Arena MRV (Atlético Mineiro), também utilizam esse tipo de grama, rejeitada por muitos atletas do futebol brasileiro.
Hugo Souza se junta a Rodrigo Garro nas críticas ao gramado sintético, após derrota do Corinthians: "a minha coluna está doendo por conta disso."
Hugo Souza falou na zona mista do Estádio Nilton Santos, a respeito do gramado sintético, para o futebol brasileiro e revelou que saiu com dores após a partida entre Botafogo x Corinthians. "Isso aí não tem o que falar, né? Campo sintético a gente tem que se adaptar. Eu já dei minha opinião sobre algumas coisas e sobre o campo sintético, a diferença que faz no corpo do atleta e as dores que a gente sente, tudo que a gente sente."
Completou ainda o camisa 1 do Corinthians, que acabou sofrendo três gols na partida. "Inclusive agora a minha coluna está doendo por conta disso, mas faz parte. A gente tem que se adaptar, dar o nosso melhor independentemente do campo e, bom, se é esse campo que a gente vai jogar, a gente tem que entrar e dar o nosso melhor e correr atrás do resultado, essa é a nossa parte."
Após a derrota do Corinthians, Rodrigo Garro também criticou o gramado do Nilton Santos. "Sobre o sintético, são gramados muito ruins para os jogadores atuarem, porque acho que atrapalham a parte física. Mas isso acontece no Brasil, existe esse contexto de jogar nesses campos. Não sou eu, nem um jogador, que vai mudar isso. Existem pessoas capacitadas para administrar e falar sobre essas coisas, então prefiro não opinar muito."