Futebol
Técnico do Corinthians explica mudança de posição de Carrillo: “Passa muita...”
19 Abr 2026 | 12:05
Futebol
24 Mar 2025 | 08:12 |
Durante o programa “Domingol”, da CNN Brasil, o apresentador Benjamin Back fez duras críticas aos bastidores políticos do Corinthians e revelou detalhes sobre a eleição presidencial do clube. De acordo com ele, o ex-presidente Andrés Sanchez teria sido peça-chave na vitória de Augusto Melo no pleito realizado no fim de 2023.
Segundo Benjamin, o apoio velado de Andrés influenciou diretamente o resultado da disputa. Já o comentarista Mano apontou um fator decisivo que, para ele, mudou os rumos da eleição.
“Se ele resolve não ir naquele debate, ele possivelmente teria sido eleito”, disse, ao comentar a entrevista de André Negão no programa “Mesa Redonda”, considerada por muitos um divisor de águas no processo eleitoral. Mano acredita que, até aquele momento, Augusto Melo não era o favorito na corrida presidencial.
Ex-conselheiro do clube há cerca de duas décadas, Benjamin Back aproveitou o espaço para fazer um balanço crítico da gestão corinthiana nas últimas décadas. Ele reconheceu conquistas estruturais e esportivas, como a construção do CT Joaquim Grava e a série de títulos importantes — incluindo Libertadores e Mundial. Porém, destacou que os avanços patrimoniais não foram acompanhados por uma gestão financeira eficiente.
“O clube deve R$ 2,4 bilhões, é uma bagunça lá dentro”, disparou Benja, ao abordar os atuais problemas econômicos enfrentados pela instituição. Para ele, os erros administrativos se acumulam e colocam em risco a saúde financeira do Timão.
O apresentador ainda se mostrou indignado com o fato de a torcida precisar se mobilizar para ajudar a pagar a dívida do estádio: “É tudo errado, é a torcida que tem que fazer vaquinha para pagar estádio”.
As declarações refletem a crescente insatisfação com a política interna do Corinthians, que, mesmo com novas lideranças, ainda enfrenta antigos desafios administrativos e financeiros.
Bicampeão mundial, nome que marcou a história do clube do Parque São Jorge tem investido nos negócios tanto no futebol quanto em outros esportes
19 Abr 2026 | 13:51 |
Ronaldo Fenômeno, ex-atacante do Corinthians e ídolo mundial, está em negociações para assumir o controle da SAF da Inter de Limeira, clube tradicional do interior paulista. O projeto prevê investimento de cerca de R$ 454 milhões ao longo de dez anos, com a meta de levar a equipe à Série A do Campeonato Brasileiro em até oito anos. A proposta ainda precisa ser aprovada pelo Conselho Deliberativo da Inter de Limeira, mas já movimenta os bastidores do futebol nacional.
O plano é liderado pelo empresário Enrico Ambrogini, que já trabalhou com Ronaldo durante sua gestão no Cruzeiro. A ideia é estruturar o clube com base em um modelo de gestão profissional, aproveitando a experiência adquirida pelo ex-jogador em outros projetos. O investimento será condicionado ao desempenho esportivo, acompanhando a evolução da equipe dentro das competições.
Ronaldo tem histórico como gestor de clubes de futebol dentro e fora do Brasil. Em 2018, comprou o Real Valladolid, na Espanha, e em 2021 assumiu o Cruzeiro, que estava em crise financeira e disputava a Série B.
No clube mineiro, conseguiu reorganizar a parte administrativa e estabilizar as contas antes de vender o controle da SAF em 2024. Agora, busca repetir o modelo em outro time brasileiro, apostando novamente na profissionalização como caminho para crescimento sustentável.
Além do futebol, Ronaldo também tem investido em outras áreas esportivas, como o tênis. Recentemente, passou a apoiar projetos voltados para o desenvolvimento da modalidade no Brasil, mostrando que sua atuação como empresário vai além do campo e se estende a diferentes frentes esportivas.
O zagueiro enfrentou o clube do Parque São Jorge na noite do último sábado (18) e a diretoria corinthiana espera o pagamento do time baiano
19 Abr 2026 | 13:10 |
Na noite do último sábado (18), o Corinthians enfrentou o Vitória, no Estádio do Barradão, em partida válida pela 12ª rodada do Campeonato Brasileiro. O placar terminou empatado em 0 a 0, o que fez o Timão entrar na zona do rebaixamento, com o resultado de vitória do Cruzeiro, que ganhou do Grêmio por 2 a 0.
Depois da partida, o diretor executivo de futebol, Marcelo Paz, concedeu entrevista à Salvador FM e comentou a respeito da situação do zagueiro Cacá, que enfrentou o Corinthians ontem e a diretoria do Vitória vai precisar pagar uma multa de R$ 1 milhão, pois o defensor está emprestado pelo Timão ao time baiano.
Marcelo Paz explica a situação de Cacá após Vitória e Corinthians: "o contrato é para ser cumprido."
Após o duelo entre Vitória e Corinthians, Marcelo Paz revelou que o Vitória se propôs a comprar Cacá, mas que preferiu manter o está acordado no contrato. "O contrato era muito claro de que se o Cacá fosse escalado tem que pagar R$ 1 milhão. Foi previamente acordado entre as duas equipes. O Vitória optou por escalar o Cacá. Foi uma opção."
Completou ainda o diretor executivo de futebol do Corinthians, falando a respeito do contrato entre Vitória e Timão. "Escalou, vai ter que pagar um milhão de reais. Isso aí é normal, contrato. O contrato é para ser cumprido. O Vitória propôs (comprar Cacá), mas o Corinthians não aceitou. O que está em contrato tem que ser cumprido."
Como era a última opção entre os zagueiros do Corinthians, Cacá acabou sendo negociado pela diretoria corinthiana para o Vitória, que demonstrou interesse na contratação do jogador. O atleta foi emprestado ao clube baiano, até o final desta temporada e tem vínculo com a equipe do Parque São Jorge até dezembro de 2028.
Zagueiro ainda pertence ao Time do Povo e como entrou em campo no empate, o Leão da Barra vai gastar quantia milionária para a diretoria do alvinegro paulista
19 Abr 2026 | 12:32 |
O Vitória vai ter que desembolsar R$ 1 milhão para o Corinthians por ter escalado o zagueiro Cacá no jogo entre os dois times pelo Brasileirão 2026. Essa condição já estava prevista no contrato de empréstimo e foi confirmada pelo diretor de futebol do Timão, Marcelo Paz. O acordo deixava claro que, se o jogador fosse utilizado contra o clube paulista, o pagamento seria obrigatório.
Mesmo sabendo do custo, o Vitória decidiu colocar Cacá em campo por entender que ele era importante para a equipe naquele momento. Antes da partida, houve tentativa de renegociar a cláusula, mas o Corinthians não aceitou mudar nada e manteve a exigência. Assim, o clube baiano terá que cumprir o contrato e pagar o valor estipulado.
Dirigente do Corinthians foi bem claro: “Se jogar, paga...”
Executivo de futebol do Timão não deixou espaço para que multa fosse revogada: “O contrato é objetivo. Se jogar, paga. Foi uma condição aceita desde o início. O que foi acordado precisava ser cumprido. Não houve mudança.”
O empréstimo de Cacá vai até o fim de 2026 e também prevê outras condições, como possibilidade de compra definitiva. Para o Corinthians, a cobrança reforça a postura de manter contratos firmes em negociações de atletas, garantindo que os termos sejam respeitados em qualquer situação.
Agora, o Corinthians volta suas atenções para a Copa do Brasil, onde enfrenta o Barra-SC na Ressacada, em Florianópolis, no dia 21 de abril, às 21h30 (horário de Brasília). Depois, pelo Brasileirão, o Timão recebe o Vasco na Neo Química Arena em 26 de abril, às 16h, em confronto direto para tentar sair do Z4.
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19 Abr 2026 | 12:05
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19 Abr 2026 | 09:40