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Corinthians é investigado pela Polícia Federal por suspeita de sonegação de impostos

Ministério Público pediu que, se possível, o inquérito contra o clube do Parque São Jorge seja concluído em até quatro meses, mas prazo pode ser prorrogado

 Inquérito contra o Corinthians foi aberto no dia 30 de abril, por determinação da Justiça, após solicitação do Ministério Público | Divulgação/Corinthians
Inquérito contra o Corinthians foi aberto no dia 30 de abril, por determinação da Justiça, após solicitação do Ministério Público | Divulgação/Corinthians

27 Jun 2025 | 21:18 |

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A Polícia Federal investiga a prática de possíveis crimes de sonegação de impostos no Corinthians. O inquérito foi aberto no dia 30 de abril, por determinação da Justiça, após solicitação do Ministério Público Federal. 


O período em que os supostos delitos foram cometidos, bem como os valores envolvidos, estão em sigilo. O MP suspeita que o Corinthians violou os artigos 1º e 2º da lei 8.137/90, que trata de crimes tributários. Os delitos teriam sido cometidos entre 2023 e 2024, durante as gestões de Duilio Monteiro Alves e Augusto Melo, ex-dirigentes do clube alvinegro. 


A investigação da Polícia Federal ainda está em estágio inicial. O Ministério Público pediu que, se possível, o inquérito contra o clube do Parque São Jorge seja concluído em até quatro meses, mas este prazo pode ser prorrogado.


Procurado, o Corinthians se manifestou por meio da seguinte nota: "O departamento jurídico da gestão interina do Sport Club Corinthians Paulista informa que tem conhecimento do inquérito e que neste momento está adotando as medidas jurídicas cabíveis para o esclarecimento das dúvidas das autoridades".

Entenda os crimes que a Polícia Federal investiga no Corinthians:


Art. 1° Constitui crime contra a ordem tributária suprimir ou reduzir tributo, ou contribuição social e qualquer acessório, mediante as seguintes condutas:

I - omitir informação, ou prestar declaração falsa às autoridades fazendárias;

II - fraudar a fiscalização tributária, inserindo elementos inexatos, ou omitindo operação de qualquer natureza, em documento ou livro exigido pela lei fiscal;

III - falsificar ou alterar nota fiscal, fatura, duplicata, nota de venda, ou qualquer outro documento relativo à operação tributável;

IV - elaborar, distribuir, fornecer, emitir ou utilizar documento que saiba ou deva saber falso ou inexato;

V - negar ou deixar de fornecer, quando obrigatório, nota fiscal ou documento equivalente, relativa a venda de mercadoria ou prestação de serviço, efetivamente realizada, ou fornecê-la em desacordo com a legislação.

Pena - reclusão de 2 (dois) a 5 (cinco) anos, e multa.

Art. 2° Constitui crime da mesma natureza:

I - fazer declaração falsa ou omitir declaração sobre rendas, bens ou fatos, ou empregar outra fraude, para eximir-se, total ou parcialmente, de pagamento de tributo;

II - deixar de recolher, no prazo legal, valor de tributo ou de contribuição social, descontado ou cobrado, na qualidade de sujeito passivo de obrigação e que deveria recolher aos cofres públicos;

III - exigir, pagar ou receber, para si ou para o contribuinte beneficiário, qualquer percentagem sobre a parcela dedutível ou deduzida de imposto ou de contribuição como incentivo fiscal;

IV - deixar de aplicar, ou aplicar em desacordo com o estatuído, incentivo fiscal ou parcelas de impostos liberadas por órgão ou entidade de desenvolvimento;

V - utilizar ou divulgar programa de processamento de dados que permita ao sujeito passivo da obrigação tributária possuir informação contábil diversa daquela que é, por lei, fornecida à Fazenda Pública.

Pena - detenção, de 6 (seis) meses a 2 (dois) anos, e multa.


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MP abre investigação sobre empresa que presta serviços ao Corinthians

Ministério Público quer apurar para descobrir se gestão de Osmar Stabile teria cometido algum crime ao contratar organização que não teria autorização

Corinthians sofre mais uma investigação do MP de São Paulo que quer apurar contratos entre o clube e empresa - Foto: Marcos Ribolli
Corinthians sofre mais uma investigação do MP de São Paulo que quer apurar contratos entre o clube e empresa - Foto: Marcos Ribolli

13 Mai 2026 | 14:27 |

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O Ministério Público de São Paulo abriu investigação sobre uma suposta contratação irregular de empresa de segurança pelo Corinthians, cujo nome seria Mega Assessoria e teria como dono, um funcionário do clube, Fernando José da Silva. Atualmente, ele é gerente operacional do clube social e do CT Joaquim Grava.


O caso envolve a prestação de serviços em jogos realizados na Neo Química Arena e em eventos ligados ao clube, com suspeitas de descumprimento de normas legais e possíveis favorecimentos em processos de contratação. No total, o Timão teria desembolsado R$ 676,6 mil para pagar a essa empresa.


O que será investigado pelo MP?


De acordo com informações divulgadas pelo portal GE, a apuração busca esclarecer se houve irregularidades na escolha da empresa responsável pela segurança, incluindo possíveis vínculos com dirigentes e ausência de licitação adequada. O MP pretende analisar contratos, valores pagos e documentos internos para verificar se o clube seguiu os procedimentos exigidos pela legislação.

Ao que tudo indica, a Mega Assessoria não teria autorização da Polícia Federal para prestar serviços de segurança privada. Além disso, a exigência de uma assinatura de contrato formal não teria ocorrido entre as partes já na gestão do atual presidente, Osmar Stabile.


O promotor, Cássio Roberto Conserino aponta irregularidades como retorno do dinheiro sacado, notas fiscais frias e até o mesmo o endereço da empresa. Hoje ela estaria localizada em uma fachada de uma residência comum em São Paulo.

Corinthians tem problemas financeiros

A investigação ocorre em um momento delicado para o Corinthians, que já enfrenta dificuldades financeiras e busca reorganizar suas contas por meio do Regime Centralizado de Execuções (RCE). A possibilidade de novas pendências jurídicas preocupa, já que pode gerar bloqueios de receitas ou comprometer acordos em andamento.


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Corinthians começa a pagar o RCE, mas dívida aumenta – Entenda

Diretoria do Parque São Jorge tenta diminuir valores milionário em que a instituição precisa quitar, no entanto, pendências não param de crescer

Corinthians começa a pagar RCE, mas observa que sua dívida aumentou devido aos juros impostos - Foto: Jorge Edgar de Matos
Corinthians começa a pagar RCE, mas observa que sua dívida aumentou devido aos juros impostos - Foto: Jorge Edgar de Matos

13 Mai 2026 | 11:56 |

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O Corinthians iniciou o pagamento do Regime Centralizado de Execuções (RCE), mecanismo criado para organizar dívidas trabalhistas e cíveis de clubes brasileiros. Apesar do avanço, o valor total devido pelo Timão subiu para R$ 2,249 milhões, segundo dados atualizados divulgados nesta semana. O montante engloba compromissos com credores diversos e reforça o tamanho do desafio financeiro enfrentado pela diretoria.


O que seria RCE?


O RCE funciona como uma espécie de recuperação judicial, permitindo que o clube concentre suas dívidas em um único processo e realize pagamentos mensais de acordo com a arrecadação. No caso do Corinthians, o percentual estabelecido é de até 6% das receitas correntes, o que garante fluxo contínuo para reduzir gradualmente o passivo. O primeiro depósito já foi efetuado, representando um marco importante na tentativa de reorganização financeira.


Corinthians tem dívidas em vários setores

Entre os maiores credores estão bancos, fornecedores e ex-jogadores que acionaram a Justiça por valores não pagos. O levantamento mostra que instituições financeiras concentram parte significativa da dívida, enquanto ações trabalhistas também representam parcela relevante. A transparência do processo permite que todos os credores acompanhem os pagamentos e a evolução do saldo devedor.


Por que é importante pagar?

O Corinthians se prontificou em quitar essa dívida nos próximos 10 anos com o objetivo de se livrar dos diversos bloqueios existentes em suas contas bancárias. O não pagamento, originou no bloqueio delas. Livre das quantias, o Timão poderá focar em sua reestruturação financeira que atualmente conta com R$ 2,7 bilhões em pendências.

Transfer ban à vista

Em meio a tantas contas para pagar, mais uma que pode gerar um novo transfer ban. O New York City, clube que pertence ao Grupo City cobra R$ 12 milhões ao alvinegro paulista. O motivo é o não pagamento do empréstimo e da não opção de compra de Talles Magno, que já retornou ao Estados Unidos.


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CADÊ O PIX? Corinthians atrasa salários de abril

Clube paulista ainda não realizou os pagamentos para nomes importantes do Timão que aguardam que a situação seja resolvida o quanto antes pela diretoria

Corinthians atrasa pagamento do mês de abril e diretoria tenta resolver a situação o mais rápido possível - Foto: Marcos Ribolli
Corinthians atrasa pagamento do mês de abril e diretoria tenta resolver a situação o mais rápido possível - Foto: Marcos Ribolli

08 Mai 2026 | 17:45 |

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O Corinthians enfrenta um momento delicado fora de campo com o atraso no pagamento dos salários do elenco profissional e da comissão técnica. A situação foi confirmada nesta sexta-feira pelo jornalista Fábio Lázaro, do UOL Esporte e envolve vencimentos referentes ao mês de abril, que ainda não foram quitados.


Corinthians afirma que vai quitar a dívida


A diretoria reconhece o problema e trabalha para regularizar os valores na segunda-feira (11). O clube passa por dificuldades financeiras, agravadas por compromissos acumulados como RCE, CNRD e da Fazenda Nacional. Além disso, o Time do Povo passa pela necessidade de manter equilíbrio nas contas em meio a investimentos recentes no elenco. A diretoria optou em fazer o pagamento dos salários dos funcionários do alvinegro paulista.


Equipe tenta focar nos compromissos dentro de campo

Internamente, a situação gera preocupação, mas a comissão técnica busca manter o foco dos jogadores na preparação para os jogos decisivos. Fernando Diniz e sua equipe têm trabalhado intensamente no CT Joaquim Grava, com treinos voltados para transições rápidas e finalizações, visando corrigir problemas ofensivos apresentados nas últimas partidas.


Situação já aconteceu no Parque São Jorge

O atraso salarial não é inédito no clube, que já enfrentou episódios semelhantes em temporadas anteriores. A diretoria reforça que está empenhada em resolver a questão e evitar que o problema se prolongue, preservando o ambiente interno e a confiança do grupo.

O Corinthians vive um mês de maio considerado decisivo, com compromissos pelo Brasileirão, Libertadores e Copa do Brasil. A estabilidade financeira e administrativa é vista como fundamental para que o elenco mantenha concentração total dentro de campo e traga os resultados desejados.


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07 Mai 2026 | 12:33

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