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Nike divulga campanha da nova camisa do Corinthians, em outdoor no Rio de Janeiro
31 Mar 2026 | 17:01
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18 Abr 2025 | 14:00 |
A diretoria do Corinthians voltou a descumprir o prazo acordado para a entrega das demonstrações financeiras de 2024 ao Conselho de Orientação (CORI), marcando o terceiro atraso consecutivo. O balanço, que deveria ter sido entregue em 31 de março, foi substituído por prévias enviadas por e-mail, sem a documentação completa e sem o parecer dos auditores independentes, conforme exigido pelo estatuto do clube.
O CORI reagiu com firmeza, alegando que a entrega incompleta compromete sua imparcialidade e independência fiscalizadora. O órgão também apontou divergências nas versões apresentadas pela diretoria, especialmente em relação à comunicação sobre reuniões e à entrega de documentos. O clima de desconfiança se agravou com a divulgação antecipada de dados financeiros pela diretoria, que, segundo o CORI, podem não refletir a realidade contábil do clube.
A situação financeira do Corinthians é alarmante. O clube informou à Justiça que sua dívida total alcançou R$ 2,4 bilhões, um aumento de R$ 100 milhões em relação ao valor divulgado anteriormente. Desse montante, aproximadamente R$ 704 milhões referem-se ao financiamento da Neo Química Arena com a Caixa Econômica Federal. O alto endividamento tem provocado um "fluxo de caixa estrangulado", dificultando o cumprimento de obrigações de curto prazo, como folha salarial e compromissos operacionais.
A diretoria, liderada por Augusto Melo, afirma estar tomando medidas para reestruturar as finanças do clube, incluindo a adesão ao Regime Centralizado de Execuções (RCE) e renegociações tributárias. No entanto, a falta de transparência e o descumprimento de prazos comprometem a credibilidade dessas ações e aumentam a pressão por mudanças na gestão.
A crise de transparência no Corinthians evidencia a necessidade urgente de uma gestão mais responsável e comprometida com a prestação de contas. A relação conflituosa entre a diretoria e os órgãos de fiscalização interna não apenas compromete a governança do clube, mas também coloca em risco sua estabilidade financeira e institucional.
Pouco mais de cinco meses depois de ter sido lançada de forma oficial, o programa prevê proposta para a Neo Química Arena, como uma das novas pautas
07 Abr 2026 | 14:15 |
Depois de ter sido lançado no final do ano passado, a SAFiel passou por algumas mudanças em seu projeto para este ano. O trio de idealizadores formado por Carlos Teixeira (CEO), Maurício Chamati (Tecnologia) e Eduardo Salusse (Jurídico), revelaram nesta terça-feira (07), em uma casa de eventos na zona sul de São Paulo, algumas propostas.
Dentre as mudanças feitas pela SAFiel, está um projeto para a ampliação da Neo Química Arena, onde o programa prevê um aumento para 70 mil lugares. Além disso, a outra proposta prevê a introdução de um comitê responsável na defesa dos interesses e dos direitos do torcedor, inclusive em valores de ingressos.
SAFiel faz mudanças em projeto e promete melhorias no Corinthians: "entendemos que o projeto é a resposta para que o torcedor exerça seu protesto verdadeiro.."
Carlos Teixeira, CEO da SAFiel, falou a respeito das novas propostas. "Tenho um registro de última hora sobre o momento atual pelo qual o Corinthians passa. Eu estive pessoalmente visitando cinco torcidas organizadas, conversei e olhei nos olhos de muitos torcedores. Só encontrei pessoas educadas e genuinamente interessadas no Corinthians. Mas nossa situação chegou a um ponto em que o torcedor não sabe como protestar. Falta transparência. Entendemos que o projeto é a resposta para que o torcedor exerça seu protesto verdadeiro. Temos que lutar pela mudança estrutural e pelo caminho correto."
Outro idealizador da SAFiel, Eduardo Salusse via uma preocupação com alguns pontos do projeto. "Na primeira versão existia essa preocupação. Quem tem uma ação vota uma vez. Quem tem 10 mil vota 10 mil vezes. Isso gera um desequilíbrio grande e fará que agrupamentos de acionistas possam deliberar e decidir a escolha de líderes. Diante dessa detecção, a decisão foi dividir as cinco cadeiras do conselho de administração em cinco pessoas escolhidas por cinco grupos de acionistas diferentes. O primeiro grupo é formado por quem tem menos ações, até 100. O segundo, quem tem de 101 a 1.000. O terceiro de 1.001 até 10 mil."
A SAFiel prevê a transformação do Corinthians em uma sociedade anônima do futebol (SAF), com gestão profissional do futebol, mas administrada não por um dono, e sim pelos torcedores. O CEO do projeto, Carlos Teixeira, revelou o que pensa do plano. "Estamos definindo a SAFiel como o projeto de modernização, popularização e redemocratização corinthiana."
Membros da organizada foram até o centro de treinamento depois da viagem para o Rio de Janeiro e conversaram com nomes importantes dentro do clube
02 Abr 2026 | 16:22 |
A Gaviões da Fiel marcou presença no CT Joaquim Grava para cobrar elenco e comissão técnica depois da derrota do Corinthians para o Fluminense. A visita aconteceu em clima de pressão, com integrantes exigindo mais entrega dentro de campo e resultados imediatos no Brasileirão.
Presidente de organizada resumiu encontro: “É uma realidade muito dura, o Corinthians está sem dinheiro...”
Alê Domenico sobre reunião no CT: “O que a gente quer é representatividade em campo. Conseguimos falar com o Dorival Junior. Falamos com a comissão técnica, falamos com o próprio presidente Osmar Stabile e os jogadores também. É uma realidade muito dura, o Corinthians está sem dinheiro. Há quanto tempo não falamos de uma grande contratação na janela? Mas isso não quer dizer que o jogador não tem que se doar."
Alê continuou: “Pedimos raça, que vença domingo, quinta, contra o Palmeiras. Mesmo que a gente não vença, que eles representem e não vamos ficar atacados igual ontem. São vários jogos sem representatividade. Quando a gente vem, só colocam os líderes, mas queríamos falar com todos, dos mais novos aos recém-chegados.”
Fiel quer o Timão no Topo: “Eles são responsáveis por resgatar nossa força e nosso protagonismo. A gente sabe da falta do elenco, faltam algumas peças que não vieram dessa realidade que falamos. Corinthians contrata a terceira galeria de jogadores.”
Presidente da Gaviões da Fiel falou dos fatores externos: “A torcida nos cobra muito isso, mas viemos numa linha mais calorosa. Essa bagunça política também atrapalha, por mais que os jogadores estejam aqui só para jogar bola. Ouso dizer que tem gente feliz com as derrotas. Quem pensa na torcida é a Fiel. Fomos um pouco mais enérgicos no começo, mas queríamos falar com todos, Dorival, presidente, Marcelo Paz e jogadores."
Durante participação no podcast Alambrado Alvinegro, o diretor financeiro do Timão, Emerson Piovesan, falou a respeito do momento financeiro delicado
01 Abr 2026 | 19:00 |
Emerson Piovesan, diretor financeiro do Corinthians, esteve presente no podcast do Alambrado Alvinegro, onde comentou sobre diversos assuntos importantes. Dois deles, foram a respeito da dívida bilionária do clube do Parque São Jorge e também sobre uma possível chegada da Sociedade Anônima do Futebol (SAF), no time paulista.
Em meio ao crítico momento financeiro do Corinthians e do ambiente político que vive o clube do Parque São Jorge, o dirigente Emerson Piovesan, é otimista quanto ao futuro do Coringão e ainda acredita que a dívida do alvinegro paulista, possa diminuir em cinco anos e apontou um caminho para que o Timão possa acabar com o débito de R$ 2,7 bilhões.
Dirigente do Corinthians aponta caminho para encerrra dívida bilionária e comenta sobre SAF: "se a gente seguir o nosso planejamento, dá para pagar em cinco anos."
Emerson Piovesan falou sobre a dívida do Corinthians. "Hoje a dívida total está em R$ 2,7 bilhões, já incluindo o estádio. Com a transação tributária que nós fizemos, tivemos um ganho tributário de R$ 217 milhões. Então R$ 2,5 bilhões, que ainda tem alguma coisa de juros que a gente paga."
Completou o dirigente do Corinthians. "Os juros são muito altos. Só na Arena são CDI+2 (cerca de 16,5%). Isso tem um encargo bastante grande no crescimento da dívida. A gente tem uma dívida de curto prazo por volta de R$ 180 milhões, que é uma dívida que tem que pagar até o final do ano, considerando inclusive as parcelas da RCE, da CNRD. Isso ainda deve abaixar mais um pouco por dentro da RCE nós termos valores retidos judicialmente que vamos fazer um leilão reservo para negociar e pagar os credores."
Emerson Piovesan ainda falou sobre o planejamento do Corinthians para o futuro e se rendeu a SAF. "Se a gente seguir o nosso planejamento, dá para pagar em cinco anos. Estamos tendo uma governança na área financeira. Qual foi o gasto que nós tivemos? Zero. Só pagamos dívidas até agora. Esse é o primeiro passo. Como você vai colocar combustível em um foguete que está subindo? Tem que tirar o combustível, e nós tiramos. E isso é significativo."
"Com os tempos os clubes vão ter que virar SAF. Tributariamente é muito melhor do que ser clube social. Eu sou favorável a ser uma SAF Corinthians, não ter gente externa." Concluiu o dirigente do Corinthians.