Futebol
Fernando Diniz espera ter reforços e Yuri Alberto pode definir atuação do Corinthians no mercado
22 Abr 2026 | 12:21
Futebol
24 Fev 2025 | 18:38 |
Nesta segunda-feira, 24, em entrevista ao "Tribuna Expresso", de Portugal, o técnico António Oliveira revelou situações pessoais e profissionais desafiadoras que enfrentou durante a sua passagem pelo Corinthians, no ano passado.
Segundo o treinador, ele teve uma arma apontada para sua cabeça, teve a placa de seu carro clonada e enfrentou momentos em que os jogadores não queriam se concentrar por estarem com salários atrasados.
“Lembro-me de apontarem-me uma pistola à cabeça. Eu vinha no meu carro, após o aniversário do filho do preparador de goleiros do Corinthians, olhei pelo espelho e vi um carro da polícia atrás. Mas eu estava tranquilo. Viro à direita e ele continua a seguir-me, e de repente liga as luzes. Pensei que podia ter as luzes desligadas, porque era de noite. Parei o carro para perceber o que se passava. O policial que estava dirigindo saiu logo com a pistola armada, disse-me para sair do carro, meter as mãos atrás das costas, portanto, aqueles procedimentos normais que eles fazem. Sempre com a arma apontada à minha cabeça", contou António.
Na entrevista, António Oliveira também lembrou das dificuldades acarretadas pelos problemas financeiros do Corinthians, sendo que ele teve que lidar com a diretoria e a insatisfação dos atletas.
"Houve alturas em que os jogadores chegaram a não querer concentrar, porque não recebiam. Tive de sair do treino para ir falar com o presidente, porque ele prometia que pagava no dia seguinte. Aos jogadores que não queriam concentrar tive de dizer: ‘Há um direito e um dever. Vocês têm o direito de receber e eles de vos pagar. Vocês têm razão. Agora, se passa lá para fora que vocês não querem concentrar, em vez de virar para eles, vai virar contra vocês. Vamos ser profissionais. Eu estou aqui, do vosso lado, estarei sempre e vou tentar sensibilizar o presidente para resolver os problemas.’ O meu dia a dia era um pouco isto”, contou.
O treinador português foi demitido em julho do ano passado. O português comandou o Corinthians em 29 jogos, com 13 vitórias, nove empates e sete derrotas, aproveitamento de 55,1% dos pontos.
O confronto está marcado para acontecer na tarde do próximo domingo (26), na Neo Química Arena, mas com punição ao clube alvinegro
22 Abr 2026 | 13:10 |
Depois de ter vencido o Barra, na noite da última terça-feira (21), no Estádio da Ressacada, em partida válida pela ida da quinta fase da Copa do Brasil, pelo placar de 1 a 0, com gol marcado pelo meia-atacante Jesse Lingard, o Corinthians vai focar agora no confronto do próximo final de semana, diante do Vasco.
Para o confronto diante do Vasco, que será na tarde do próximo domingo (26), às 16h (horário de Brasília), na Neo Química Arena, em partida válida pela 13ª rodada do Campeonato Brasileiro, a diretoria do Corinthians está se movimentando para reverter a punição do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), depois dos acontecimentos no dérbi contra o Palmeiras.
Segundo as informações do jornalista Gabriel Oliveira, do 'GE', o Corinthians prepara a sua defesa para reverter a punição de jogar na Neo Química Arena sem a presença da Fiel torcida. Por conta do caso de racismo, envolvendo o goleiro Carlos Miguel, o Timão foi punido com uma partida sem os seus torcedores no estádio.
Ainda de acordo com o jornalista Gabriel Oliveira, a diretoria do Corinthians entende que tem um prazo de dez dias para cumprir a punição aplicada pelo STJD. Como o duelo contra o Vasco está dentro do período, o clube do Parque São Jorge defende que a tendência é não precisar interromper a venda de ingressos e proibir a entrada da torcida na Neo Química Arena no duelo do final de semana.
O Corinthians está há nove partidas sem vencer no Campeonato Brasileiro e depois do empate contra o Vitória, o clube do Parque São Jorge entrou na zona do rebaixamento da competição, onde tem apenas 12 pontos conquistados em 12 partidas e está atualmente na 17ª colocação do torneio.
Meia-atacante inglês balançou as redes pela primeira vez com a camisa alvinegra, mas foi cobrado pelo ex-jogador do clube do Parque São Jorge
22 Abr 2026 | 12:55 |
Na noite desta terça-feira (21), o Corinthians enfrentou o Barra, no Estádio da Ressacada, em partida válida pela ida da quinta fase da Copa do Brasil. O time do técnico Fernando Diniz venceu pelo placar de 1 a 0, com gol marcado pelo meia-atacante Jesse Lingard, que balançou as redes pela primeira vez com a camisa alvinegra, desde que chegou ao Timão.
Durante o programa UOL News Esporte, o comentarista e ex-jogador do Corinthians, Walter Casagrande, deu a sua opinião não somente a respeito do jogo da equipe do técnico Fernando Diniz, mas também falou em relação ao primeiro gol marcado por Jesse Lingard, a qual não deixou o analista empolgado.
Casagrande não se empolga com gol de Jesse Lingard pelo Corinthians: "não pode dar um destaque enorme para isso."
Walter Casagrande falou a respeito da partida entre Barra e Corinthians, criticando o nível de atuação do Timão. O comentarista ainda não se empolgou com o primeiro gol de Jesse Lingard. "O jogo foi ruim. Com o perdão do trocadilho, foi barra assistir, foi difícil. Em relação ao Lingard, o gol que ele fez é bom para ele, dá uma desbloqueada. Mas não pode dar um destaque enorme para o gol do Lingard contra o Barra da Série C."
Casagrande espera que Jesse Lingard marque gols em partidas importantes pelo Corinthians, seja no Brasileirão ou na LIbertadores. "Para desbloquear, foi excelente. Mas um jogador como o Lingard tem que fazer gols em jogos decisivos, em jogos grandes, clássicos, jogos do Campeonato Brasileiro, até Libertadores. Contra o Barra, podia ser qualquer um."
Casagrande ainda acendeu o alerta para o Corinthians, que está na zona do rebaixamento do Campeonato Brasileiro e tem um duelo difícil contra o Vasco. "O Corinthians tem 1% de chance de tomar uma invertida desse Barra. Porque o resto está na mão. Mas o futebol do time precisa melhorar muito. Não tomar gol, ok. Mas agora está na zona de rebaixamento. Não adianta mais no Brasileiro ficar só sem tomar gol. O bom seria não tomar gol e fazer um, pelo menos, porque precisa ganhar o jogo."
Depois da vitória fora de casa, diante do Barra, na noite da última terça-feira (21), o comandante do Timão concedeu entrevista no Estádio da Ressacada
22 Abr 2026 | 12:40 |
Na noite da última terça-feira (21), o Corinthians entrou em campo para enfrentar o Barra, no Estádio da Ressacada, em partida válida pelo primeiro jogo da quinta fase da Copa do Brasil e confirmou o seu favoritismo no confronto, mesmo com um time recheado de jogadores reservas. Com gol marcado pelo meia-atacante Jesse Lingard, o Coringão derrotou o time catarinense, pelo placar de 1 a 0, e pode empatar o segundo confronto, que garante vaga nas oitavas.
Depois da vitória de 1 a 0 contra o Barra, o treinador do Corinthians, Fernando Diniz, se apresentou até a coletiva, para a entrevista pós-jogo no Estádio da Ressecada e falou sobre os problemas que a equipe vem tendo no sistema ofensivo neste início. Além disso, o comandante falou como tem gerido o time, neste momento de maratona, onde o clube joga Brasileirão, Libertadores e Copa do Brasil.
Fernando Diniz revela dificuldades do Corinthians no ataque e diz como trabalha em meio a maratona: "era momento importante para preservar."
O técnico Fernando Diniz falou sobre as dificuldades neste início do Corinthians, para finalizar as jogadas em gol. "Primeiro, a gente estava marcando bem no primeiro tempo. Não é que está perfeito, mas, com uma sequência de jogos e por ser um time modificado, fomos muito bem. A ausência de finalização, chegamos muito pouco. No segundo tempo o time foi melhor a postura. Considerando o dia que tivemos de treino, gostei do segundo tempo. O primeiro eu achei bem abaixo a questão ofensiva."
Para o duelo de ontem, Fernando Diniz decidiu poupar alguns jogadores, visando a forte sequência da equipe e priorizando o descanso de alguns atletas. "Falei depois do jogo contra o Santa Fé, jogador nao é só musculo e osso, é também, mas não é só isso. Juntando os componentes, dados fisiológicos, conversando com jogadores e a percepção que eu tive após o jogo do Vitória, eu achei que era momento importante para preservar os jogadores."
Completou ainda o treinador do Corinthians. "Não era um time muito mesclado, praticamente todo modificado. Eu acho que foi a somatária de todos os fatores, fisiológicos e da percepção. E da conversa. Eu gosto de conversar para tomar as melhores decisões. Foi um acerto tirar o pé para que os jogadores pudessem se recuperar bem. E nós temos elenco de qualidade. Jogadores têm nível muito parecido."
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22 Abr 2026 | 12:21
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22 Abr 2026 | 12:00
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22 Abr 2026 | 11:26