Clube
07 Out 2025 | 18:26 |
O Corinthians recebeu uma proposta de uma nova casa de apostas interessada em assumir o patrocínio máster da camisa e os naming rights da Neo Química Arena. A oferta foi apresentada à diretoria alvinegra, que atualmente mantém contrato com a empresa Esportes da Sorte, válido até meados de 2027. A proposta inclui um valor superior ao que é pago atualmente, o que levou o clube a abrir concorrência para avaliar alternativas no mercado.
Segundo informações divulgadas pelo jornalista Samir Carvalho, a empresa interessada, cujo nome não foi revelado, deseja adquirir o “combo” de patrocínio máster e naming rights. O Corinthians estipulou um valor de R$ 200 milhões por temporada para trocar de patrocinador principal, enquanto a Esportes da Sorte paga atualmente R$ 103 milhões por ano. A multa rescisória do contrato vigente é de R$ 30 milhões, o que torna possível uma eventual mudança.
A diretoria, liderada por Osmar Stábile, notificou a atual patrocinadora sobre a abertura de negociações com outras empresas. O objetivo é aumentar a receita do clube e equilibrar as finanças, que enfrentam dificuldades desde gestões anteriores. A proposta também inclui a aquisição dos direitos de nome da Arena, atualmente sob contrato com a Hypera Pharma, que paga R$ 300 milhões por 20 anos.
Nos bastidores, a empresa Betano, que patrocina o Flamengo, foi descartada como possível substituta. Segundo Jorge Nicola as tratativas entre as duas partes haviam esfriado. A nova interessada ainda não teve seu nome divulgado, mas já apresentou valores considerados atrativos. O Corinthians pretende avaliar todas as propostas com transparência, seguindo critérios técnicos e financeiros.
A movimentação faz parte da estratégia da atual gestão para ampliar as receitas e fortalecer a marca do clube. A decisão final dependerá da capacidade das empresas envolvidas em atender às exigências estabelecidas pelo departamento comercial do Timão.
Diretoria do Timão tem resolvido pendências financeiras que tem impossibilitado no registro de jogadores; clube procura reforços no mercado
07 Jan 2026 | 21:25 |
O Corinthians obteve um empréstimo no valor de R$ 70 milhões destinado a resolver pendências financeiras que resultaram em bloqueios de transferências. A quantia foi repassada pela Liga Forte União (LFU), referente às cotas de transmissão.
O dinheiro já está sendo usado. Ele serviu para antecipar a terceira parcela da CNRD, órgão ligado à CBF que aplicou um transfer ban após o não pagamento da compra de Raniele que jogava pelo Cuiabá. A punição foi suspensa.
A quantia também vai ser servir para quitar a dívida com o Santos Laguna. O Corinthians conversou nesta quarta (07) com a diretoria mexicana e ainda conseguiu reduzir de R$ 40 para R$ 33,43 milhões. Pagamento deve ser feito em breve.
Uma parte da premiação da Copa do Brasil foi destinada para quitar a pendência de Matías Rojas. Com isso, evitou a possibilidade da aplicação de um terceiro transfer ban, que colocaria o Timão em uma situação bastante complicada.
Quando a última punição contra o alvinegro paulista for suspensa, o Corinthians vai poder anunciar o seu primeiro reforço para a temporada de 2026. Trata-se de Gabriel Paulista que está livre no mercado após uma rescisão amigável com o Besiktas, da Turquia.
Além do zagueiro, a diretoria do Timão procura um novo volante. Após a saída de Maycon que está prestes a assinar contrato com o Atlético-MG e deixará uma vaga no Time do Povo. O camisa 7 além de ser titular, era também líder da equipe. Por este motivo, o Corinthians segue monitorando a contratação de Lucas Mandaca. O volante é formado nas categorias de base do clube paulista e foi destaque do Juventude em 2025.
O promotor Cássio Conserino, que está a frente das investigações dos ex-presidentes do clube, quer a PF investigando a Reag, citada na Operação Carbono Oculto
06 Jan 2026 | 22:15 |
Na noite desta terça-feira (06), o Ministério Público do Estado de São Paulo, por meio do promotor Cássio Conserino, pediu para a Polícia Federal investigar a contratação e atuação da Reag, atualmente chamada Arandu, como gestora do fundo financeiro para administração da dívida da Neo Química Arena, segundo as informações do jornalista Gabriel Oliveira, do 'GE'.
MP pede à Polícia Federal para investigar irregularidades no fundo gestor da arena do Corinthians
No pedido feito pelo promotor Cássio Conserino, é citado que a Reag é alvo da operação "Carbono Oculto", que investiga possíveis fraudes, crimes financeiros e lavagem de dinheiro no setor de combustíveis, em um esquema com ligação com a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC).
A Reag assumiu a gestão do fundo que administra a dívida do Corinthians com a Caixa Econômica Federal pela construção da Neo Química Arena em 2022, depois de uma renegociação assinada pelo ex-presidente Duílio Monteiro Alves, investigado pelo Ministério Público pelo uso indevido do cartão corporativo, entre outras acusações.
Como parte do ofício enviado à Polícia Federal, Cássio Conserino apontou que: "Esses fatos são, em tese, graves e demonstram um eventual risco sistêmico financeiro. Referida investigação não se confunde com gestão esportiva ou administrativa do clube, mas incide sobre fluxos financeiros, governança de fundo e eventual infiltração criminosa nesse cenário."
Valor prometido pelos idealizadores do projeto planejam aporte gigante, mas dinheiro precisaria ser devolvido, caso o clube não se transformasse em SAF
06 Jan 2026 | 19:05 |
Na tarde desta terça-feira (06), a SAFiel apresentou uma proposta ao Corinthians, envolvendo um aporte financeiro gigante. Com diversos problemas financeiros, os idealizadores do projeto prometeram pagar um adiantamento de R$ 585 milhões aos cofres do clube do Parque São Jorge, com o objetivo de pagar as dívidas referentes a Neo Química Arena e também em relação ao transfer ban.
Na tarde de hoje, em suas redes sociais, a SAFiel revelou que enviou uma carta ao presidente do Corinthians, Osmar Stabile, para o pagamento das dívidas mais urgentes do clube alvinegro, porém, segundo as infomações do jornalista Bruno Cassucci, do 'GE', se o projeto for aprovado, o valor será convertido em ações. Caso o projeto não prospere, o Timão precisará devolver o dinheiro.
Veja o que a SAFiel prometeu ao Corinthians:
A maior parte dos conselheiros do Corinthians e dos membros do Cori não concordam com a implementação da Sociedade Anônima do Futebol (SAF) no clube do Parque São Jorge. O memorando de entendimentos está em posse do alvinegro paulista desde outubro do ano passado.
A SAFiel prevê a transformação do Corinthians em SAF, com gestão profissional do futebol, mas administrada não por um dono, e sim pelos torcedores, que poderiam comprar ações a preços populares e votar nos conselhos. Integrantes das torcidas organizadas teriam cadeira reservada no Conselho de Fiscalização.