Futebol
Pedrinho fala de naturalização e se voltaria ao Corinthians: “Se houvesse...”
04 Fev 2026 | 12:55
Futebol
18 Abr 2025 | 10:16 |
Desde que assumiu a presidência do Corinthians, em janeiro de 2024, Augusto Melo tem enfrentado dificuldades para manter uma estabilidade no comando técnico da equipe principal. Em pouco mais de um ano de mandato, o clube já passou por três treinadores efetivos e um interino, revelando uma média preocupante de um técnico a cada cinco meses.
A turbulência começou antes mesmo da posse oficial do presidente. Durante a campanha eleitoral, Augusto fez críticas públicas a Mano Menezes, que comandava o time naquele momento. Apesar disso, o treinador iniciou a temporada respaldado por um contrato longo, de 27 meses. A relação, no entanto, era desgastada internamente, e uma sequência de maus resultados no Campeonato Paulista resultou na saída precoce do técnico.
Na tentativa de substituir Mano, Augusto Melo se aproximou de Márcio Zanardi, que na época dirigia o São Bernardo. O acerto foi barrado por uma restrição do regulamento do Paulistão, que impede um treinador de comandar dois clubes na mesma edição do torneio.
A escolha seguinte foi pelo português António Oliveira, que teve um início animador, incluindo um empate expressivo contra o Palmeiras. Ele ficou à frente do time em 29 partidas, com 12 vitórias, nove empates e oito derrotas, o que representou um aproveitamento de 51,7%. Apesar do desempenho defensivo satisfatório, a queda de rendimento no início do Brasileirão resultou em nova mudança no comando técnico.
Durante o período de indefinição, o time foi liderado interinamente por Raphael Laruccia, vindo das categorias de base. A diretoria ainda cogitou o retorno de Fábio Carille, mas acabou fechando com o argentino Ramón Díaz, que estava livre no mercado.
Ramón teve números consistentes à frente do Timão. Foram 60 partidas, 31 vitórias, 16 empates e 13 derrotas, com 94 gols marcados e 62 sofridos. O time ficou 20 jogos sem sofrer gols e ainda encerrou um jejum de seis anos sem títulos ao conquistar o Campeonato Paulista de 2025. Mesmo assim, a má fase após o Estadual encerrou sua passagem no clube.
Agora, o Corinthians volta ao mercado em busca de um novo comandante. Dorival Júnior, recentemente desligado da Seleção Brasileira, é o principal nome na mira da diretoria. Tite, ídolo da torcida e multicampeão pelo clube, é citado como alternativa caso o plano A não se concretize.
Técnico campeão do primeiro título da temporada de 2026 não escondeu a necessidade de novos nomes para integrar elenco que sofreu com lesões e poucas opções
04 Fev 2026 | 14:43 |
Não é de hoje que Dorival Júnior pede mais jogadores para compor a equipe do Corinthians. Em entrevista coletiva concedida nesta quarta (04), o comandante do Parque São Jorge voltou a falar sobre o assunto com os jornalistas presentes no CT Joaquim Grava.
Dorival Júnior sobre contratações no Corinthians: “Vamos insistir e mostrar as carências...”
O treinador sabe da necessidade em ter uma equipe forte no Brasil: "Futebol é dinâmico e precisa ser monitorado para que não perca os seus caminhos. Temos obrigações de estarmos ligados e querendo melhorar a todo momento, buscando tudo o que possa ser feito em torno do CT. Vamos insistir e mostrar as carências que temos, para futuramente termos um grupo mais forte para brigar por algo maior e melhor”, analisou.
O técnico que fez um alerta ao Timão em entrevista ainda comentou sobre 2025: “Era uma situação que vinha incomodando todos nós. Toda semana a primeira notícia era relacionado ao Corinthians de forma negativa ou pejorativa”, apontou.
Dorival complementou: "Vinha incomodando todos nós. Começamos alterar o padrão de comportamento. Sempre preciso passar ao torcedor o que seja o correto e de maneira mais clara possível. Estamos em um processo de montagem do nosso elenco. Não está completo", afirmou.
O pedido por elenco forte não foi encerrado: "Precisamos ter mais atletas, qualificarmos o nosso grupo. Quando você tem uma boa equipe, você briga por taças. Quando você tem um grande elenco, você consegue poder brigar por algo maior. É um momento que o Corinthians tem que se definir. Ou daremos um passo um pouco melhor, ou manteremos esse trabalho", ressaltou.
Comandante do futebol masculino do alvinegro paulista concedeu entrevista coletiva na tarde desta quarta (04), e falou sobre as expectativas em 2026
04 Fev 2026 | 14:05 |
Campeão da Copa do Brasil e da Supercopa Rei pelo Corinthians, Dorival Júnior quer manter a tranquilidade e seriedade para que a temporada do Time do Povo não seja conturbada como foi no ano anterior. O treinador voltou a pedir reforços para o elenco.
Dorival Júnior fala do que pode acontecer com o Corinthians: “Não focarmos na melhora do grupo, vai correr riscos, sim...”
Em entrevista no CT Joaquim Grava, técnico foi taxativo: “Se nós não estivermos atentos, não melhorarmos, não focarmos na melhora do grupo, vai correr riscos, sim. O Brasileirão é perigoso, complicado. O próprio Campeonato Paulista se mostra desta maneira. Não podemos ficar achando que as coisas estão resolvidas, e 2026 vai ser melhor que 2025. É uma ilusão", afirmou.
A falta de atletas em 2025 foi um problema e por este motivo, Dorival quer reforços: "Estamos aprendendo a conviver com a nova situação. Por isso que falo que precisamos de um elenco mais composto, para que possamos disputar em condições de igualdade com outras equipes. Vamos continuar o trabalho independente do que aconteça, com os jogadores que aqui estão, tentando valorizar e qualificando a capacidade de cada um", ressaltou.
Antes de formalizar proposta, nomes são analisados: "Todos os nomes passam pelo crivo de várias pessoas, já que a gente não tem essa possibilidade nesse momento. Por enquanto é cedo, jogador não tem certificado de garantia. Mas a gente tem que errar o mínimo para ter uma equipe", apontou.
Além do pedido de contratações feita pelo treinador do Corinthians, a diretoria retomou a negociação por Angileri, lateral que fez parte da equipe em 2025. O argentino mantém contato com o clube e conversas voltaram a avançar.
Contrato de craque holandês termina em julho e diretoria vai precisar resolver questões para que jogador permaneça no Parque São Jorge por mais tempo
04 Fev 2026 | 13:34 |
É de conhecimento de todos que uma provável renovação de Memphis Depay com o Corinthians não será uma tarefa fácil. O camisa 10 tem o maior salário do elenco e o clube entende que as duas partes deverão ceder por motivos externos.
Desde que chegou ao Timão, o holandês vive no hotel Rosewood, onde o clube gasta R$ 250 mil mensais para que ele continue. No ano passado, Memphis havia aceitado mudar de local para diminuir os custos do alvinegro, mas o planejamento não avançou.
O processo de renovação da residência do jogador que tem validade até 21 de agosto, pode durar 180 dias. No entanto, para isso acontecer, depende da extensão do vínculo empregatício do atleta e isso pode gerar um desconforto.
A fila de credores também inclui fornecedores, parceiros comerciais e outros atletas que aguardam pagamentos. A administração busca alternativas para equilibrar as contas, renegociando prazos e tentando ampliar receitas com patrocínios e bilheteria.
Apesar dos esforços, a situação financeira segue como obstáculo para novos investimentos e renovações de contratos de alto valor. Vale lembrar que o alvinegro paulista deve mais de R$ 30 milhões provenientes de premiações e bônus acordados em seu contrato.
Memphis Depay, por sua vez, demonstrou interesse em permanecer no Corinthians. Mas a realidade econômica do clube exige ajustes significativos, o que faria o holandês ter que diminuir o seu salário.
Os dirigentes do Corinthians receberam uma surpresa enquanto estavam em Brasília para a decisão da Supercopa Rei. Um intermediário ligado ao clube teria entrado em contato para tentar iniciar as tratativas de renovação. O fato pegou de surpresa o presidente do Timão que ainda não começou a conversar com o estafe de Memphis Depay.