Futebol
Fernando Diniz tem quase um time inteiro do Corinthians como desfalque contra o Mirassol
03 Mai 2026 | 12:00
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18 Abr 2025 | 10:16 |
Desde que assumiu a presidência do Corinthians, em janeiro de 2024, Augusto Melo tem enfrentado dificuldades para manter uma estabilidade no comando técnico da equipe principal. Em pouco mais de um ano de mandato, o clube já passou por três treinadores efetivos e um interino, revelando uma média preocupante de um técnico a cada cinco meses.
A turbulência começou antes mesmo da posse oficial do presidente. Durante a campanha eleitoral, Augusto fez críticas públicas a Mano Menezes, que comandava o time naquele momento. Apesar disso, o treinador iniciou a temporada respaldado por um contrato longo, de 27 meses. A relação, no entanto, era desgastada internamente, e uma sequência de maus resultados no Campeonato Paulista resultou na saída precoce do técnico.
Na tentativa de substituir Mano, Augusto Melo se aproximou de Márcio Zanardi, que na época dirigia o São Bernardo. O acerto foi barrado por uma restrição do regulamento do Paulistão, que impede um treinador de comandar dois clubes na mesma edição do torneio.
A escolha seguinte foi pelo português António Oliveira, que teve um início animador, incluindo um empate expressivo contra o Palmeiras. Ele ficou à frente do time em 29 partidas, com 12 vitórias, nove empates e oito derrotas, o que representou um aproveitamento de 51,7%. Apesar do desempenho defensivo satisfatório, a queda de rendimento no início do Brasileirão resultou em nova mudança no comando técnico.
Durante o período de indefinição, o time foi liderado interinamente por Raphael Laruccia, vindo das categorias de base. A diretoria ainda cogitou o retorno de Fábio Carille, mas acabou fechando com o argentino Ramón Díaz, que estava livre no mercado.
Ramón teve números consistentes à frente do Timão. Foram 60 partidas, 31 vitórias, 16 empates e 13 derrotas, com 94 gols marcados e 62 sofridos. O time ficou 20 jogos sem sofrer gols e ainda encerrou um jejum de seis anos sem títulos ao conquistar o Campeonato Paulista de 2025. Mesmo assim, a má fase após o Estadual encerrou sua passagem no clube.
Agora, o Corinthians volta ao mercado em busca de um novo comandante. Dorival Júnior, recentemente desligado da Seleção Brasileira, é o principal nome na mira da diretoria. Tite, ídolo da torcida e multicampeão pelo clube, é citado como alternativa caso o plano A não se concretize.
Ex-Timão conquistou o Mundial no Maracanã ao lado de nomes como Rincón, Vampeta, Edílson Capetinha e que eram comandados por Oswaldo de Oliveira
03 Mai 2026 | 15:36 |
Luizão relembrou sua trajetória no Corinthians e destacou os bastidores da final do Mundial de Clubes de 2000 contra o Vasco, ressaltando a intensidade da partida e a importância histórica da conquista para o clube. O ex-atacante contou detalhes sobre o ambiente no vestiário e a preparação para o duelo decisivo.
Fiel fez com que equipe tivesse ânimo para conquistar o Mundial: "Poxa, aquele jogo contra o Vasco, um jogo que a gente não tinha mais energia. E foi a torcida do Corinthians que fez a gente correr, fez a gente tirar força de onde não tinha, quando começou o 'Poderoso Timão, Poderoso Timão'.
Luizão revela o motivo de querer bater o pênalti para o Corinthians: “’Quero bater', porque tive um problema com o Eurico (presidente do Vasco na época)...”
Ex-Corinthians tinha conflitos com antigo presidente do Vasco: “Eu lembro que fiz uma falta no Viola e até pedi desculpa: 'Viola, não aguento correr mais'. Aí vai para os pênaltis e o Oswaldo perguntando quem vai bater, eu falei: 'quero bater', porque tive um problema com o Eurico.”
Luizão teve o conselho de não cobrar a penalidade máxima: “Eu sou muito amigo do Neto, ele é que nem irmão. E o Neto falando que achava que eu não deveria bater o pênalti quando vou caminhando, porque estava cansado para caramba. Vou e bato o pênalti.”
Ex-atacante relembra o que fez naquele 14 de janeiro de 2000: “Troquei o canto, porque eu treinava muito com o Hélton (goleiro do Vasco) seis meses atrás. Mas bati bem, fui feliz e a gente trouxe esse título tão sonhado para essa nação que merece toda a felicidade do mundo.”
Nome que a torcida do alvinegro paulista não gosta de lembrar, está passando por uma boa fase no Nottingham Forest que ainda conta com Murillo, Filho do Terrão
03 Mai 2026 | 15:03 |
Vítor Pereira, ex-treinador do Corinthians, vive grande fase na Inglaterra e foi eleito “Treinador da Semana” pela Associação de Treinadores de Futebol local após comandar o Nottingham Forest em uma goleada por 5 a 0 sobre o Sunderland, pela 34ª rodada da Premier League.
O técnico português de 57 anos, natural de Espinho, já havia conquistado o mesmo prêmio em março, quando sua equipe venceu o Tottenham por 3 a 0. Essa é a segunda vez na temporada que Pereira recebe o reconhecimento, mostrando consistência no trabalho realizado no futebol inglês.
O Nottingham Forest atravessa um momento positivo. A equipe não perde desde meados de abril e soma quatro vitórias consecutivas em todas as competições. Além do bom desempenho na Premier League, o clube também se destacou na Liga Europa, onde conseguiu vantagem nas semifinais contra o Aston Villa.
Na liga nacional, o Forest luta para garantir a permanência na elite. Com a sequência de resultados, abriu cinco pontos de vantagem sobre a zona de rebaixamento, restando apenas quatro rodadas para o fim da competição. O desempenho recente dá confiança ao elenco e fortalece o trabalho de Vítor Pereira, que conseguiu ajustar o sistema defensivo e potencializar o ataque em jogos decisivos.
Um dos destaques da equipe inglesa, o zagueiro se encontra fora de combate devido a uma lesão muscular que aconteceu no duelo contra a equipe do Burnley, no final de abril. O ex-Corinthians não retornou à campo, mas a expectativa de que ele volte antes do término da temporada europeia.
Ídolo do Timão polemizou após comentar que não torce por mais um título do Brasil a pouco mais de um mês para o início da Copa do Mundo
03 Mai 2026 | 13:54 |
O mundo do futebol ficou dividido com as falas recentes do ídolo do Corinthians Vampeta sobre torcer pelo hexacampeonato. Para a Rádio Jovem Pan, o ex-volante do Timão comentou que não gostaria de que a sua geração, a que ganhou o penta, fosse esquecida.
Vampeta, campeão mundial em 2002, explicou que sua postura está ligada ao receio de que a conquista de um novo título faça sua geração ser esquecida. Segundo ele, “seca” a Seleção e não quer que o Brasil levante a taça nos Estados Unidos, Canadá e México.
Essa não é a primeira vez que o ex-volante se posiciona dessa forma. Em 2022, durante participação no podcast Denílson Show, já havia afirmado que não torceria pela equipe nacional na Copa do Catar e que foi conquistada pela Argentina.
Além disso, Vampeta comentou sobre outros nomes históricos do futebol. Ele citou Ronaldo Fenômeno, dizendo que o ex-Corinthians apoiava Neymar, Gabriel Jesus e Tite, mas destacou que muitos profissionais do meio torcem contra a Seleção. O ex-jogador também mencionou integrantes da geração tetracampeã de 1994, afirmando que eles não desejavam que o Brasil conquistasse o título em 2002.
Enquanto isso, a Seleção Brasileira se prepara para a Copa de 2026 sob o comando de Carlo Ancelotti. O treinador italiano anunciará a lista com 26 convocados no dia 18 de maio e já discute com a CBF a renovação de contrato até 2030. O objetivo é dar continuidade ao trabalho iniciado em 2023 e manter estabilidade no comando técnico. Ancelotti recebe atualmente cerca de 10 milhões de euros por ano, o maior salário entre técnicos de seleções no mundo.
Fernando Diniz tem quase um time inteiro do Corinthians como desfalque contra o Mirassol
03 Mai 2026 | 12:00
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03 Mai 2026 | 08:45
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02 Mai 2026 | 21:26