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Gaviões define próximo alvo e publica contagem regressiva para saída de Augusto Melo do Corinthians
27 Mai 2026 | 11:54
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22 Mar 2025 | 12:24 |
O Corinthians busca reorganizar suas finanças utilizando o Regime Centralizado de Execuções (RCE), previsto na Lei das Sociedades Anônimas do Futebol (SAF). O clube tenta aprovar judicialmente um plano para quitar aproximadamente R$ 367 milhões em dívidas ao longo de uma década, evitando bloqueios judiciais e garantindo maior previsibilidade financeira. O julgamento que decidirá o futuro desse modelo está marcado para o dia 9 de abril no Tribunal de Justiça de São Paulo.
O RCE funciona como uma fila ordenada de credores, onde uma parcela das receitas mensais do clube é destinada ao pagamento das dívidas, respeitando a ordem de prioridade. Com isso, o Corinthians busca evitar o acúmulo de bloqueios judiciais que prejudicam o fluxo de caixa e inviabilizam operações importantes do clube.
Para justificar sua posição, o Corinthians se baseia na Lei da SAF e em exemplos de outros clubes brasileiros que implementaram o RCE com sucesso. O Santos, por exemplo, utilizou esse mecanismo para resolver dívidas trabalhistas e cíveis, garantindo maior estabilidade financeira ao destinar parte das receitas mensais aos credores.
No entanto, a aprovação do RCE não é garantida. O plano enfrenta questionamentos de antigos patrocinadores e outros credores que tentam barrar a proposta na Justiça, alegando possíveis prejuízos em comparação com outros modelos de pagamento. O Corinthians, por sua vez, argumenta que o regime é a melhor solução para equilibrar as finanças e assegurar a continuidade das operações sem interrupções.
A decisão judicial será crucial para o futuro financeiro do clube. Caso o RCE seja aprovado, o Corinthians terá mais fôlego para organizar suas contas e evitar novos bloqueios judiciais. Se for negado, o clube precisará buscar alternativas para resolver suas pendências financeiras sem comprometer o desempenho dentro e fora de campo.
Antigo mandatário da equipe do Parque São Jorge, se pronunciou nas redes sociais, para anunciar a sua saída como sócio e conselheiro vitalício
29 Mai 2026 | 11:00 |
Na noite da última quinta-feira (28), o ex-presidente do Corinthians, Duílio Monteiro Alves, se pronunciou nas redes sociais para anunciar a sua renúncia de sócio remido do alvinegro paulista e ainda abriu mão dos cargos de conselheiro vitalício e membro do Conselho de Orientação (CORI). Depois de ter tomado tal decisão, o antigo mandatário do Timão, foi criticado pela principal torcida organizada do clube, a Gaviões da Fiel.
A Gaviões da Fiel divulgou uma nota oficial nas redes sociais, a respeito da renúncia do ex-presidente do Corinthians, Duílio Monteiro Alves. O antigo mandatário corinthiano estava na mira do Ministério Público de São Paulo, que estava investigando-o por conta de possíveis irregularidades no uso do cartão corporativo do alvinegro.
Gaviões da Fiel detona Duílio Monteiro Alves após renúncia do ex-presidente do Corinthians: "ficou com receio das consequências."
A Gaviões da Fiel se pronunciou a respeito da saída de Duílio Monteiro Alves: "Duílio Monteiro Alves, ex-presidente do Corinthians, tenta revestir sua saída com um discurso técnico e emocional, mas não consegue afastar o elemento central dos fatos: a renúncia não decorre de desprendimento, e sim de um contexto iminente de responsabilização política e institucional, que inevitavelmente culminaria em sua expulsão, tal como ocorreu com o ex-presidente Andrés Sanchez e, certamente, ocorrerá com Augusto Melo na próxima segunda-feira.
A tentativa de reconstruir a narrativa, alegando perseguição política e "criminalização" de atos administrativos, não afasta o julgamento da Fiel, que acompanhou de perto decisões, gestões e consequências que impactaram diretamente o clube. Se houve perseguição ou não, isso compete às instâncias competentes. Mas o julgamento moral e esportivo, este já foi feito pela arquibancada. E a verdade é simples: quem sai pela porta da renúncia para evitar a expulsão não demonstra grandeza institucional, demonstra receio das consequências."
Em outra parte da nota oficial, a Gaviões da Fiel lamenta o que estão fazendo com o Corinthians: "O Gaviões da Fiel aproveita a oportunidade para solicitar aos diretores e integrantes de gestões anteriores que causaram todos esses prejuízos ao Corinthians que sigam o mesmo caminho: sumam do clube, ou serão objeto de processos de expulsão. Estamos atentos a TODOS que prejudicaram o SCCP. O Corinthians segue. A Fiel Torcida está mais forte, mais vigilante e, acima de tudo, lutando por um Corinthians maior do que qualquer dirigente."
Ex-presidente do Timão, se pronunciou nas redes sociais, onde fez um longo desabafo, para anunciar a sua renúncia e a retirada como conselheiro vitalício
28 Mai 2026 | 19:45 |
Na noite desta quinta-feira (28), o ex-presidente do Corinthians, Duílio Monteiro Alves, se pronunciou nas redes sociais para anunciar a sua renúncia de sócio remido do alvinegro paulista e ainda abriu mão dos cargos de conselheiro vitalício e membro do Conselho de Orientação (CORI). Decisão acontece entre as votações em relação as expulsões de Andrés Sanchez e Augusto Melo.
Presidente do Corinthians entre 2021 e 2023, Duílio Monteiro Alves estava na mira do Ministério Público de São Paulo, por conta do uso indevido do cartão corporativo do clube alvinegro. O ex-dirigente evita um processo que poderia causar a expulsão por meio de votação no Parque São Jorge, mas revelou que vai à Justiça para que "tudo seja esclarecido".
Duílio Monteiro Alves deixa de ser sócio do Corinthians: "tenho dúvidas se os próximos presidentes conseguirão cumprir três anos de mandato."
Nota oficial de Duílio Monteiro Alves para anunciar a sua renúncia como sócio do Corinthians: "Muitos vão comemorar este que considero meu último gesto como sócio do Corinthians. Em breve, porém, as pessoas racionais perceberão que não há nada a festejar. Minha renúncia ao título de sócio remido e ao meu espaço como conselheiro vitalício poderá soar como sonho realizado para muitos. Para alguns, talvez até como música. Não foram poucos os que apontaram que minha expulsão, assim como a de outros, seria a salvação do Corinthians."
"A dívida que estava controlada em 2023, com três superávits sucessivos nos anos da minha gestão, foi catapultada em mais R$ 1 bilhão nos anos Augusto/Osmar, com aprovação de gente que agora deseja se candidatar. E a agência de fair play financeiro implementada pela CBF prevê penas como transfer ban e até rebaixamento para clubes que contratam sem pagar — ainda mais para aqueles que se comportam como se não precisassem pagar."
"Em 2023, eu saí da presidência do Corinthians pela porta da frente, com todas as contas aprovadas, inclusive no último ano, com o balanço fechado e apresentado por opositores ferrenhos. Fizeram da minha vida um inferno, e eu caminho por ele, com a certeza de que tudo vai ser esclarecido. Hoje, tenho dúvidas se os próximos presidentes conseguirão cumprir três anos de mandato. Muito menos com três superávits ano a ano, recorde de faturamento e controle responsável da dívida, como prometi e fiz. Não me arrependo de nada. E me defenderei na Justiça."
"Portanto, renuncio ao meu título de sócio remido, entrego meu lugar como conselheiro vitalício e membro do CORI e me retiro, de forma definitiva, do quadro de sócios do Parque São Jorge, para que o Corinthians possa, enfim, assim espero, cuidar do presente e do futuro. Vai Corinthians. Sempre." Finalizou Duílio Monteiro Alves, ex-presidente do Corinthians.
Ex-mandatário do clube do Parque São Jorge saiu do quadro associativo da instituição na última segunda (25), após votação do Conselho Deliberativo
27 Mai 2026 | 15:00 |
A defesa de Andrés Sanchez apresentou contestação à decisão do Conselho Deliberativo do Corinthians que culminou em sua expulsão do quadro associativo. O processo foi aprovado em sessão realizada no Parque São Jorge, com 112 votos favoráveis, 49 contrários e seis abstenções.
A medida teve como base o uso indevido do cartão corporativo do clube durante sua gestão, entre agosto de 2018 e fevereiro de 2021, período em que foram identificadas despesas que somam R$ 480.169,60, valor corrigido com juros pelo Ministério Público de São Paulo.
Os advogados de Sanchez alegam que houve irregularidades na condução da votação. Um dos pontos levantados foi o fato de Leonardo Pantaleão ter presidido tanto a Comissão de Ética, responsável pelo parecer que recomendou a expulsão, quanto a própria sessão do Conselho que deliberou sobre o caso. Além disso, a defesa questiona o formato da votação, realizada de maneira aberta e nominal, o que, segundo eles, contraria o Estatuto Social do Corinthians, que prevê escrutínio secreto para esse tipo de decisão.
Em sua argumentação, Sanchez afirmou que não havia política interna clara sobre o uso do cartão corporativo, justificando que parte das despesas estava relacionada a compromissos institucionais do clube. Ele também destacou que houve ressarcimento parcial dos valores. Apesar disso, o Conselho considerou que as práticas configuraram infração grave e decidiu pela expulsão.
A defesa anunciou que recorrerá à Justiça para tentar anular o processo, alegando violação das garantias de defesa previstas no Estatuto. O caso gerou repercussão significativa dentro do clube, com conselheiros levantando questionamentos durante a própria sessão, evidenciando um ambiente de tensão política.
Gaviões define próximo alvo e publica contagem regressiva para saída de Augusto Melo do Corinthians
27 Mai 2026 | 11:54