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Conselheiros do Corinthians querem saída de Osmar Stabile da presidência: "a atual gestão..."
15 Abr 2026 | 15:05
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13 Jul 2025 | 11:29 |
Neste domingo, oito clubes da Série A do Campeonato Brasileiro, incluindo o Corinthians, vão realizar uma ação conjunta de comunicação em parceria com a Brahma e Zé Delivery. A iniciativa será apresentada antes dos jogos da 13ª rodada de hoje e tem como objetivo “mudar o futebol brasileiro”, promovendo maior engajamento entre torcedores e clubes.
A campanha será veiculada simultaneamente nas redes sociais dos clubes participantes e também nos telões dos estádios. A ideia é de que o alvinegro e mais sete clubes da Série A do futebol brasileiro estejam participando. O anúncio será feito na Rede Globo, empresa que detém os direitos de transmitir aos jogos do campeonato.
O projeto vai de encontro a parceria da Brahma que anunciou a Sociedade Anônima da Brahma (S.A.B) com o Zé Delivery recentemente. Eles lançaram uma carteira digital onde a cada compra da cerveja em questão pelo aplicativo, o cliente consegue reverter 10% do valor para o time escolhido por ele.
O Corinthians tem parceria com as duas empresas desde 2023 com contrato sendo finalizado no fim de 2025. No acordo existe diversas ativações além do app ter sua marca estampada nas camisas de treino. A Brahma possui um camarote na Neo Química Arena e na volta do Brasileirão, os ingressos para ele estão entre 400 a 800 reais.
O Corinthians, que enfrenta o Red Bull Bragantino na Neo Química Arena às 18h30, será um dos protagonistas da ação. Mesmo enfrentando desafios internos, como dívidas e cobranças públicas de atletas, o clube aposta em iniciativas que reforcem seu papel institucional e social. Ceará, Flamengo, Cruzeiro, Atlético-MG, Grêmio, Santos, Remo, Ponte Preta, Atlético-GO, Avaí, Goiás, Coritiba, Vitória além do Corinthians são os prováveis times envolvidos nessa campanha que promete mudar o futebol brasileiro, A ação acontecerá a partir das 18h e como os times envolvidos disseram, no centro do campo em todo o Brasil
Clube do Parque São Jorge vive com dívida bilionária e no último ano, foi apontado um déficit além de divergências entre as partes
24 Abr 2026 | 08:53 |
O Conselho de Orientação do Corinthians aprovou com ressalvas as contas de 2025, que registraram déficit de R$ 143,4 milhões. A auditoria independente apontou incertezas sobre a inclusão de um acordo tributário firmado apenas em janeiro de 2026, levantando dúvidas quanto à continuidade operacional do clube.
O balanço será votado pelo Conselho Deliberativo na próxima segunda-feira (27). O relatório da gestão de Osmar Stabile mostra que, ao longo de 2025, o Corinthians acumulou prejuízo expressivo, mesmo após renegociar dívidas com a União. O acordo com a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional reduziu o valor de R$ 1,2 bilhão para R$ 679 milhões, com desconto de 46,6%. Essa renegociação diminuiu a dívida bruta total para R$ 2,723 bilhões em dezembro, abaixo dos R$ 2,8 bilhões registrados em novembro.
A auditoria destacou que a assinatura ocorreu apenas em 2026, o que tecnicamente inviabilizaria a inclusão do acordo nas contas de 2025. Segundo os auditores, isso gerou superavaliação de patrimônio líquido e resultado do exercício em R$ 593,3 milhões. O relatório também alertou para risco de descontinuidade operacional, indicando que a sustentabilidade financeira depende da execução de medidas estratégicas.
Para justificar a inclusão do acordo nas demonstrações de 2025, a diretoria elaborou defesa técnica contábil com apoio jurídico externo. O argumento é que, embora a assinatura tenha ocorrido em janeiro, o acerto já estava encaminhado em dezembro, com trocas de e-mails entre o clube e a PGFN confirmando os termos.
As contas refletem cinco meses da administração de Augusto Melo, que sofreu impeachment, e sete meses sob comando de Osmar Stabile, que assumiu a presidência provisoriamente em maio e de forma definitiva em agosto. O resultado da votação no Conselho Deliberativo será decisivo para validar ou não a estratégia financeira adotada pela atual gestão.
Segundo as informações do jornalista Samir Carvalho, do portal UOL Esporte, a direção corinthiana traça plano para negociar com o banco estatal
23 Abr 2026 | 10:30 |
O Corinthians está há meses negociando com a Caixa Econômica Federal, para encerrar de vez a dívida pela Neo Química Arena, que ultrapassa a casa dos R$ 650 milhões e uma das alternativas, seria terminar o acordo com a atual patrocinadora do estádio corinthiano e acertar com o banco estatal, para patrocinar a casa do Timão.
Segundo as informações do jornalista Samir Carvalho, do portal UOL Esporte, o Corinthians negocia um acordo com a Caixa Econômica Federal, para seguir os moldes que o Palmeiras usou para fechar com a Nubank, que será responsável pelo naming rights do Estádio Allianz Parque, que mudará de nome em breve.
Corinthians usa o Palmeiras para negociar naming rights na Arena com a Caixa: "o Timão está disposto a fazer um contrato de 10 anos."
Samir Carvalho explicou durante o programa De Primeira, do canal UOL Esporte, como estão as negociações entre Corinthians e Caixa. "O Corinthians tem conversado com a Caixa desde o início do mandato do Osmar Stabile e eles têm uma reunião marcada para a próxima semana."
O Corinthians entende que o valor de mercado do Palmeiras, que fechou com a Nubank, é cerca de R$ 52, R$ 53 milhões por ano. Esse é o valor que o Corinthians quer apresentar para a Caixa, para que a Caixa fique com os naming rights e aí o Corinthians quitaria a dívida."
Completou ainda o setorista do Corinthians. "O Corinthians está disposto, inclusive, a fazer um contrato de 10 anos, que seria ideal, ficaria entre R$ 520 ou R$ 530 milhões. A dívida hoje está em R$ 660 milhões. O Corinthians também aceitaria e pretende apresentar à Caixa fazer esse valor anual de 52 milhões por 15 anos, e aí ficaria elas por elas."
Caso estava sendo investigado e nomes foram ouvidos até que o MP decidiu levar o caso adiante para que o clube paulista seja ressarcido da quantia que falta
16 Abr 2026 | 11:38 |
O Ministério Público de São Paulo denunciou os ex-dirigentes financeiros Matías Romano Ávila, Wesley Melo e Roberto Gavioli, além do ex-chefe de segurança João Odair de Souza, conhecido como Caveira. A acusação envolve retiradas milionárias em espécie dos cofres do Corinthians entre 2018 e 2023 nas administrações de Andrés Sanchez e Duílio Monteiro Alves, sem comprovação da destinação dos valores.
De acordo com a investigação, João Odair teria recebido mais de R$ 3,4 milhões em dinheiro vivo, sem apresentar documentos que justificassem o uso dos recursos. Parte da quantia foi para a conta pessoal de Caveira e outra para a da sua empresa. Essa ação é considerada pelo Ministério Público como desvio de finalidade de recursos.
O MP afirma que houve apropriação indevida e pede que os valores sejam devolvidos ao clube. Além disso, solicita que os ex-Corinthians sejam responsabilizados por omissão, já que ocupavam cargos de poder durante o período em que as movimentações ocorreram.
O MP ainda está analisando a participação de Sanchez e Monteiro Alves nesse caso. Isso porque os ex-mandatários do Timão estavam no cargo no período em que essa quantia saiu do clube. Além disso, o dinheiro era classificado como “adiantamento para a presidência”, o que pode evidenciar o envolvimento deles.
Enquanto isso, dentro de campo, o Corinthians vive fase positiva sob o comando de Fernando Diniz. O time venceu o Independiente Santa Fe por 2 a 0 na Libertadores, assumiu a liderança do Grupo E e encerrou um jejum de vitórias na Neo Química Arena. O próximo desafio será contra o Vitória, pelo Campeonato Brasileiro, no Barradão, em Salvador, no sábado (18), às 20h (de Brasília).
Conselheiros do Corinthians querem saída de Osmar Stabile da presidência: "a atual gestão..."
15 Abr 2026 | 15:05
Romeu Tuma Júnior pede licença da presidência do Conselho e ataca mandatário do Corinthians
13 Abr 2026 | 21:00
Cadê o dinheiro que estava aqui? Auditoria encontra valores divergentes no caixa do Corinthians
13 Abr 2026 | 15:37