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Marcelo Paz comenta possível conflito de interesses após empréstimo da LFU ao Corinthians
10 Jan 2026 | 08:25
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23 Mai 2025 | 15:07 |
Após indiciamento de Augusto Melo, atual presidente do Corinthians no caso envolvendo o crime organizado, o Craque Neto deu a sua opinião sobre a situação e mostrou a sua insatisfação. O Ministério Público o investiga por associação criminosa, furto qualificado e lavagem de dinheiro.
“É o seguinte, bandido, ladrão, vagabundo que tem que tá na cadeia, irmão. Isso é o que eu penso. E não é só em relação ao futebol, porque o que tá acontecendo no Corinthians já acontece há um bom tempo, truta. Um time que não pagou estádio. Um time que tem 11 anos de estádio e não pagou”, disse o ex-Corinthians.
Ele ainda comenta que a dívida do clube não veio apenas da atual diretoria, mas também de gestões anteriores.
"Um time que todo jogo tem 2 milhões, 3 milhões. 3 milhões em relação à torcida. São 40 mil pessoas, todos os jogos, independentemente de qual vai ser o jogo. Independentemente disso. Aí você tem 2 bilhões e meio de dívida, que veio do seu Andrés, que veio do Alibe também, que veio do Andrés de novo, que veio do Robert de Andrade, que veio do Mário Gobi e que veio, principalmente, do Duílle agora. Aí, meu irmão, a gente esquece isso”.
Neto ainda continua voltando agora os seus comentários para Augusto Melo que sofre um processo de impeachment.
“Agora você, Augusto, que eu acreditei e que muita gente acreditou, até porque, democraticamente, olha o que você fez, irmão. Na primeira eleição, você perdeu a eleição por causa de 100 vitalícios. Porque se não tivesse 100 vitalícios, você já seria eleito na primeira. Aí você vai, você perde a eleição, você ganha a eleição, você é aplaudido, você é carregado de pé. E aí, meu irmão, ovacionado, aí o que tem? Pô, 2 de 700 mil para crime organizado, irmão”.
Ele cita também a Fiel e situação política no alvinegro. “O torcedor quer saber de ganhar o jogo. Como é que pode um clube como esse, irmão, que pegou no presidente tampão, que foi o Andrés, devia 100 milhões. Já era muito com o Dua Libre. Que já era muito. E vocês tiraram ele, deram uma pizza para ele. Uma pizzada. Todo mundo junto. Oposição, situação. Todo mundo mamando nas tetas”.
Ao que parece, o Corinthians enfrentará mais alguns dias de instabilidade dentro e fora de campo. Resta acompanhar para saber como isso vai terminar.
Dinheiro que nem existe mais nas contas do clube do Parque São Jorge ainda tem causado divergências no ambiente interno do alvinegro paulista
24 Jan 2026 | 22:30 |
O Corinthians terminou 2025 levantando a taça da Copa do Brasil, após vencer o Vasco no Maracanã pelo placar de 2 a 1 com gols de Yuri Alberto e Memphis Depay. Porém, a divisão da premiação dos funcionários tem gerado atritos dentro do clube.
O departamento de futebol recebeu a bonificação proveniente do título, no entanto, o valor foi abaixo do que eles esperavam. Esse problema precisou ser ao menos, contornado pelo novo executivo de futebol, Marcelo Paz. A situação por ora pode estar longe de ser resolvida.
A diretoria do Timão havia prometido em realizar um pagamento caso a vitória contra o Cruzmaltino e consequentemente, o título acontecesse. E o Corinthians conseguiu conquistar no Maracanã lotado, o quarto título da competição.
Com dívidas a serem pagas, a bonificação precisou ser parcelada em três vezes, até esse momento, não tinha alguma reclamação. O primeiro pagamento foi feito na primeira quinzena de janeiro, mas com valores diferentes.
A quantia destinada aos funcionários foi bem menor do que aquela em que o alvinegro paulista tinha se comprometido. Pessoas relataram ao GE que a diferença do que receberam e o esperam encontrar gira em torno de 40% e 50%.
O Time do Povo quis pagar a todos os funcionários do clube do CT, desde o staff até aos trabalhadores com rendimentos menores. Porém, esqueceu de que dos R$ 77 milhões, teria os tributos fiscais. No fim, a conta não fechava.
Por este motivo, Marcelo Paz promoveu uma reunião com os jogadores que aceitaram receberem menos da premiação. O Corinthians foi procurado pelo GE que afirmou ter pagado duas das três parcelas estabelecidas e considera o caso como encerrado
Perfil de gestão de atual executivo de futebol é diferente de Fabinho Soldado que deixou o clube do Parque São Jorge e assumiu cargo no Internacional
18 Jan 2026 | 02:32 |
O Corinthians iniciou 2026 com alterações importantes na gestão do futebol. A diretoria promoveu a saída de Fabinho Soldado, que exercia a função de executivo, e contratou Marcelo Paz para assumir o cargo. A mudança trouxe impacto imediato nos bastidores, caracterizando um verdadeiro choque de gestão.
Fabinho Soldado era reconhecido pela proximidade com os jogadores e pela facilidade no trato diário com o elenco. Seu perfil mais flexível ajudava a conduzir negociações internas, como a tentativa de renovação do volante Maycon e do lateral Angileri.
No entanto, com a chegada de Marcelo Paz, o clube passou a adotar postura mais rígida e voltada ao controle financeiro. O camisa 7 fechou com o Galo por ter uma oferta financeira maior e o lateral não consegue chegar a um acordo com o Corinthians e pode não renovar.
Marcelo Paz, ex-CEO do Fortaleza, trouxe consigo profissionais de confiança para compor a nova estrutura administrativa do Timão. Thiago Ayres, ex-executivo de operações, e Júlio Manso, ex-supervisor, foram incorporados ao departamento para atuar em áreas estratégicas como logística e gestão interna. A reformulação busca maior profissionalização e alinhamento econômico, em contraste com o estilo anterior.
Embora esteja ocorrendo mudanças significativas, a diretoria tem visto com bons olhos. Ela entende que é natural e acredita que Marcelo Paz possa realmente auxiliar na retomada do equilíbrio financeiro no Corinthians.
Com o novo executivo, o Timão conseguiu derrubar o transfer ban, trouxe jogadores como Matheus Pereira, continuou as negociações com Gabriel Paulista que foram iniciadas por Fabinho. Além disso, está prestes a anunciar Pedro Milans e João Ricardo. Essas contratações em sua grande maioria, são sem custos com o pagamento apenas dos salários, que é a visão do clube para essa temporada.
Ex-presidente do Timão tem outros problemas na justiça que ainda estão com inquérito aberto; denúncia foi feita pelo ‘GE’ no ano passado
13 Jan 2026 | 14:46 |
O Corinthians voltou mais uma vez para as páginas policiais. A gestão de Duilio Monteiro Alves entre 2021 e 2023 está novamente sendo investigada pela Polícia Civil após denúncia do Globo Esporte sobre os gastos no ‘Oliveira Minimercado’.
Duilio está sendo investigado por desvio de dinheiro e uso de notas frias durante seu mandato no Timão. A reportagem do ‘GE’ aponta que o ex-presidente usou o Corinthians para bancar suas despesas como cervejas, remédios para ereção e outras aquisições.
A investigação foi aberta na semana passada após um pedido formulado por um torcedor do alvinegro paulista ao Ministério Público. A solicitação demorou alguns meses para ser atendida já que ela foi feita em julho de 2025, mas agora está direcionada para a Justiça Federal de São Paulo.
O fornecedor que mais recebeu verba do Corinthians teria sido o ‘Oliveira Minimercado’, localizado no Jardim Ângela. No entanto, seu endereço é 35 km longe da sede do Timão. A equipe do ‘GE’ foi até o local e constatou não haver estabelecimento algum naquele lugar.
Conversando com moradores da região, eles afirmaram que nos últimos anos, nenhum estabelecimento esteve ali. A suspeita de ser um estabelecimento fantasma e as notas serem frias aumentou, o que influenciou na abertura do inquérito.
O Ministério Público além de apurar esse caso envolvendo o ex-presidente do Corinthians, ainda investiga outra denúncia. Duilio Monteiro Alves está sendo acusado de crime de apropriação indébita pelo uso do cartão corporativo do clube paulista.
Essa mesma denúncia envolve Andrés Sanchez, mas quando ele era presidente do clube do Parque São Jorge. Duilio por sua vez, nega qualquer envolvimento nas acusações que tem recebido por parte da justiça.