Clube
Corinthians estuda ampliar a Neo Química Arena e debate assunto com Gaviões da Fiel - entenda
27 Fev 2026 | 00:24
Clube
18 Jun 2025 | 10:13 |
O Corinthians vive uma corrida contra o tempo para garantir que a Neo Química Arena esteja apta a receber sua capacidade máxima de torcedores na retomada do Campeonato Brasileiro, marcada para o dia 13 de julho, contra o Red Bull Bragantino. Com a entrada em vigor da Lei Geral do Esporte no último sábado (15), estádios com capacidade acima de 20 mil pessoas precisam ter sistema de reconhecimento facial funcionando para controle de acesso.
O clube já adquiriu 145 novas catracas e firmou contrato com a empresa Ligatech para implantar o sistema. No entanto, o cronograma prevê uma implementação gradual por setores, com previsão de finalização apenas após sete partidas. Em reuniões com a Polícia Militar e o Ministério Público, o Corinthians argumentou que o atraso foi consequência de decisões da antiga gestão e da troca de fornecedores, ocorrida recentemente.
Diante do risco de ter o público limitado a menos de 20 mil pessoas no próximo jogo em casa, a diretoria trabalha em duas frentes: solicitar uma prorrogação de prazo de até três meses para conclusão total do sistema ou buscar uma interpretação jurídica que permita liberar o estádio gradualmente, conforme os setores forem adaptados. A ausência de eventos-teste, causada pela troca do gramado da Arena, tem dificultado os ajustes e validações necessárias.
Internamente, o clube tem mobilizado sua equipe para acelerar o cadastramento facial dos sócios-torcedores. Um reforço no time de atendimento e campanhas de comunicação vêm sendo feitos para orientar os torcedores sobre como concluir o processo, que será obrigatório para acesso ao estádio quando o sistema entrar em operação.
A obrigatoriedade da identificação biométrica facial foi estabelecida pela Lei Geral do Esporte, sancionada em 2023, com o objetivo de reforçar a segurança e o controle de acesso em grandes eventos esportivos. Agora, o Corinthians tenta conciliar as exigências legais com a urgência de manter a Arena cheia e minimizar impactos financeiros e esportivos na reta decisiva do Brasileirão.
Diretoria do alvinegro paulista estipula uma data para que lançamento seja feito, mas empresa norte-americana não garante que isso poderá ser realizado
06 Mar 2026 | 09:26 |
O Corinthians está em conversa com a Nike para definir quando vai lançar a nova camisa da temporada 2026/27. A ideia do clube é estrear o uniforme contra o Fluminense, no começo de abril, no Maracanã. O motivo é especial: a peça vai homenagear os 50 anos da Invasão Corinthiana, quando milhares de torcedores viajaram até o Rio de Janeiro em 1976 para apoiar o time na semifinal do Brasileirão.
O marketing do Timão considera que esse jogo seria o cenário perfeito para apresentar a camisa, já que o episódio histórico aconteceu justamente contra o mesmo adversário e no mesmo estádio. Mas, por enquanto, a Nike ainda não bateu o martelo sobre a entrega da coleção a tempo dessa partida.
A fornecedora, parceira do Corinthians desde 2003, renovou contrato recentemente por mais dez anos, garantindo vínculo até 2036. Mesmo assim, o cronograma de produção e distribuição pode atrasar a estreia oficial.
O motivo é que a empresa segue o calendário de lançamento de uniforme de clubes europeus, que ocorre apenas em maio. Reuniões entre clube e empresa seguem acontecendo para tentar alinhar logística e confirmar a data.
O novo uniforme vai trazer referências diretas à invasão de 1976, reforçando a ligação entre a torcida e a história do clube. A expectativa é que os modelos 1 e 2 sejam apresentados em evento oficial, com divulgação nas redes sociais e nas lojas licenciadas.
Os comandados de Dorival Júnior seguem se preparando para a partida contra o Coritiba que será no dia 11 de março. O sétimo reforço do Timão, Jesse Lingard teria conversado com treinador e feito o pedido de estrear já neste duelo.
Atual presidente do clube paulista analisa a possibilidade de tentar uma reeleição após a turbulência interna quando Augusto Melo saiu do cargo e ele assumiu
04 Mar 2026 | 15:22 |
O futuro político do Corinthians segue em debate com relação à possível candidatura de Osmar Stabile à reeleição. O dirigente assumiu o cargo de forma interina em maio de 2025, após o afastamento de Augusto Melo, e foi eleito pelo Conselho Deliberativo em agosto do mesmo ano para concluir o mandato até dezembro de 2026.
O Estatuto Social do Corinthians estabelece que não há possibilidade de reeleição para presidente. No entanto, o artigo 103 abre exceção em casos de vacância, permitindo que o dirigente concorra novamente caso tenha permanecido no cargo por até 18 meses. A divergência está na contagem desse período: se inclui o tempo como presidente interino ou apenas após a posse definitiva.
Stabile assumiu interinamente em maio e foi confirmado como presidente em agosto. Caso o período interino seja considerado dentro dos 18 meses, ele pode ficar impedido de disputar o pleito. Se a contagem valer apenas a partir da eleição pelo Conselho, o dirigente teria condições de registrar candidatura.
A indefinição gera expectativa entre conselheiros e associados, já que o processo eleitoral está previsto para o fim de 2026, no Parque São Jorge. O cenário político do clube segue movimentado, com articulações de diferentes grupos e possíveis novos nomes para concorrer à presidência.
Apesar de uma melhora política interna, o Corinthians tem aparecido nas páginas policiais. Atualmente, Andrés Sanchez, Duilio Monteiro Alves e Augusto Melo estão sendo investigados pela Polícia e Ministério Público-SP.
O caso estando sob a responsabilidade do promotor Cássio Roberto Conserino. Recentemente, um ex-funcionário do clube paulista comentou sobre os milhões que ele teria recebido nas administrações passadas. Sua participação também está sob investigação.
Ministério Público investiga movimentação financeira do clube do Parque São Jorge nas gestões anteriores após surgirem comprovações de desvio de dinheiro
04 Mar 2026 | 09:40 |
O Corinthians está sob investigação do Ministério Público de São Paulo por pagamentos em espécie que somam mais de R$ 3,4 milhões a um ex-funcionário do clube. Os repasses ocorreram entre 2018 e 2023, durante as gestões de Andrés Sanchez e Duílio Monteiro Alves, e foram destinados a João Odair de Souza, conhecido como Caveira, responsável pela segurança do clube nesse período.
De acordo com informações divulgadas, a maior parte do montante não teve comprovação por meio de notas fiscais ou recibos. O ex-funcionário alegou em ligação com o GE, que os valores foram utilizados para pagar seguranças autônomos, mas a ausência de documentação oficial gerou suspeitas e motivou a abertura de inquérito.
João falou como era a situação sobre a segurança do Corinthians: “Aos sábados, domingos e feriados é preciso contratar muitos seguranças freelancers para o clube. Isso também acontecia quando havia protestos no CT ou no Parque São Jorge.”
Ele continuou: “Antes de eu assumir (a chefia da segurança) quem fazia isso era a Atual (empresa de vigilância), que cobrava mais ou menos R$ 450, mas pagava R$ 120, R$ 150 ao segurança. Eu conversei com o Andrés sobre isso, e ele mandou eu falar com o jurídico e o Roberto Gavioli (ex-gerente financeiro).”
Ex-funcionário do Corinthians alega: “PM não dá nota fiscal...”
Caveira finalizou a sua explicação: “Dentro do clube tem uma série de esportes. Vai ter jogo de vôlei, basquete, futebol de salão.... São oito seguranças em cada evento desse. Evento na piscina? 20 seguranças. Teve dia de protesto que eu coloquei mais de 60 seguranças no CT. Muitos deles eram policiais em horários de folga. PM não dá nota fiscal. Eu não podia nem fazer ordem de serviço.”
Corinthians estuda ampliar a Neo Química Arena e debate assunto com Gaviões da Fiel - entenda
27 Fev 2026 | 00:24