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09 Jan 2026 | 20:36 |
A presença da Fiel torcida do Corinthians está sob risco para a estreia do Paulistão contra a Ponte Preta, no domingo (11), às 16h na Neo Química Arena. Isso porque o STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva) está tentando derrubar a decisão do TJD-SP (Tribunal de Justiça Desportiva).
O tribunal do Rio do Janeiro quer derrubar a liminar que permite o Timão ter portões abertos na estreia do Campeonato Paulista. Anteriormente, o clube do Parque São Jorge estava sendo punido pela confusão que aconteceu na final do Paulistão de 2025 contra o Palmeiras. Recentemente, o departamento jurídico do Corinthians conseguiu reverter a punição relacionada à torcida como também a suspensão de Rodrigo Garro e José Martínez.
A briga entre as equipes teve denúncia no STJD que condenou e indeferiu um recurso pedido posteriormente. Diante da negativa, o alvinegro paulista chegou com solicitação ao TJD que aceitou e colocou apenas uma multa tanto para os jogadores quanto para a questão de não ter torcida nas primeiras partidas.
No entanto, o STJD entende que esse caso não pode ser resolvido pelo TJD, já que o processo inteiro está sendo julgado em outro órgão. Nesta sexta (09), mandou um ofício alegando que o TJD não tem competência para esse julgamento.
A diretoria ficou espantada pois não esperava esse revés, além do mais já tinha iniciado a venda de ingressos para duelo contra a Macaca. Independente da decisão judicial, o Coringão vai seguir em busca da vitória em sua estreia na temporada.
Dorival Júnior não vai poder contar com seis jogadores no primeiro jogo do ano do Corinthians. Memphis Depay, Raniele, José Martínez, Rodrigo Garro e Yuri Alberto não estarão disponíveis para domingo, o camisa 9 retornou da Itália e treina com a equipe. Pedro Raul provavelmente será a referência no ataque do alvinegro paulista.
Em nota oficial publicada na noite desta segunda-feira (13), o presidente fez esquentar ainda mais o clima político dentro do Parque São Jorge
13 Abr 2026 | 21:00 |
Na noite desta segunda-feira (13), o presidente do Conselho Deliberativo do Corinthians, Romeu Tuma Júnior, divulgou uma nota oficial, comunicando que está se licenciando das funções do cargo e aproveitou para fazer ataques públicos ao mandatário do clube alvinegro, Osmar Stabile, com quem se desentendendo há algumas semanas, desde a reunião que tratou entre outros assuntos, da reforma estatutária.
Romeu Tuma Júnior foi motivado a deixar o cargo de presidente do Conselho Deliberativo do Corinthians, por conta de uma liminar da Justiça, que suspendeu a votação da reforma estatutária, que aconteceria no próximo sábado (18), na sede social do clube, no Ginásio Wlamir Marques.
Romeu Tuma Júnior pede licença da presidência do Conselho e ataca mandatário do Corinthians: "a ação, tem como única finalidade impedir, a manifestação dos associados."
Romeu Tuma Júnior, explica os motivos da licença da presidência do conselho Deliberativo do Corinthians: "Nos últimos dias, ficou evidente a construção de uma operação política destinada a bloquear a vontade dos associados. A minha presença na presidência do Conselho passou a ser usada pelo presidente da Diretoria, Osmar Stabile, como argumento para inviabilizar a votação da reforma no dia 18 de abril (sábado próximo)."
Disse ainda Romeu Tuma Júnior: "Sua mais recente manobra, a ação que veio a público na manhã de hoje - e que, aliás, foi deliberadamente protocolada em sigilo, mesmo que sem qualquer fundamentação que o justifique -, tem como única finalidade impedir, exatamente, a manifestação dos associados."
Romeu Tuma Júnior provocou ainda o presidente do Corinthians, Osmar Stabile: "Stabile se utiliza de terceiro para propor a ação, porque tem medo de ser julgado exatamente pelo que é: um traidor. Um traidor de cada voto que recebeu. Um traidor de cada corinthiano que acreditou no seu caráter. Um traidor de quem quer um Corinthians democrático – valor que, por sua vez, nos define como instituição."
"Não serei instrumento dessa manobra, tampouco permitirei a continuidade dos atos ilegais de constrangimento e assédio a funcionários e funcionárias que realmente trabalham pelo e para o Corinthians, ao contrário dessa gente autoritária e golpista. Dou este passo para remover da frente qualquer desculpa fabricada em nome de uma disputa de poder que nunca foi sobre a minha pessoa, mas sempre sobre o medo de submeter o futuro do Corinthians à decisão livre da sua base associativa." Finalizou Romeu Tuma Júnior.
Clube do Parque São Jorge se encontra com uma dívida de quase três bilhões e dívidas a serem pagas de forma urgente para que não sofra novas punições
13 Abr 2026 | 15:37 |
O Corinthians identificou uma inconsistência de quase R$ 300 mil (R$ 294 mil) em seu caixa durante uma auditoria interna conduzida pela atual gestão. O levantamento apontou divergências entre os valores registrados nos controles contábeis e o montante efetivamente disponível, o que levou o clube a aprofundar a investigação para esclarecer a origem da diferença. O período que apontou essa diferença corresponde entre 17 de janeiro a 11 de julho de 2025, gestão de Augusto Melo.
Segundo informações divulgadas, a auditoria faz parte de um processo mais amplo de revisão financeira iniciado pela diretoria, com o objetivo de reforçar a transparência e corrigir falhas administrativas. A diferença encontrada foi considerada significativa, exigindo análise detalhada para identificar se houve erro de lançamento, falha de gestão ou possível irregularidade.
O clube informou que seguirá acompanhando o caso de perto e que medidas administrativas e jurídicas poderão ser adotadas caso sejam confirmadas irregularidades. A auditoria interna também busca fortalecer a credibilidade institucional e garantir maior controle sobre as finanças, em um momento de reestruturação administrativa.
Em meia a mais essa questão para ser resolvida, as contas do Corinthians do ano anterior precisarão passar por uma análise no Cori (Conselho de Orientação) e também pelo CD (Conselho Deliberativo). Se não forem aprovadas sanções podem ser tomadas como impeachment, inelegibilidade e afastamento imediato.
O Timão tem contas parceladas que vencem nesse mês de abril. O acordo do Regime Centralizador de Execuções (RCE) que em 2026 terá 4% das receitas totais destinada são pagamento. Até o dia 17 de abril, ainda tem a parcela trimestral de outro acordo, que é com a Câmara Nacional de Resolução de Disputas (CNRD) em quase oito milhões. Se não quitar essa última pendência, poderá sofrer um novo transfer ban.
Membros aceitaram recomendação para que antigo mandatário do clube paulista não faça mais parte do quadro associativo do Timão
13 Abr 2026 | 14:40 |
A Comissão de Ética e Disciplina do Corinthians concluiu parecer sugerindo, por unanimidade, a expulsão de Andrés Sanchez do quadro associativo. A decisão foi tomada após investigação sobre o uso do cartão corporativo durante sua gestão, entre 2018 e 2020.
Foram identificados gastos que somam aproximadamente R$ 190 mil, destinados a despesas sem relação direta com o clube do Parque São Jorge. Entre os registros constam pagamentos em hospitais, clínicas, farmácias, lojas de móveis e eletrônicos, além de serviços de táxi aéreo e centros automotivos.
O relator Leonardo Pantaleão, presidente da Comissão de Ética e que recomendou a expulsão, destacou a gravidade das irregularidades e rebateu os argumentos apresentados pela defesa. Andrés Sanchez optou por não prestar depoimento, permitindo que o processo avançasse sem sua manifestação.
O parecer será encaminhado ao Conselho Deliberativo, responsável por avaliar e votar a recomendação. A decisão final caberá aos conselheiros, que podem confirmar ou rejeitar a proposta de expulsão. A expectativa é que o tema seja discutido em breve, dada a relevância institucional.
Paralelamente, o Ministério Público de São Paulo denunciou Andrés por apropriação indébita agravada, lavagem de dinheiro e falsidade de documento tributário. Parte das acusações foi rejeitada pela Justiça, mas o MP recorreu e o caso segue em análise no Tribunal de Justiça.
Em nova denúncia, o ex-presidente foi acusado novamente de lavagem de dinheiro e crimes tributários relacionados a gastos pessoais em 2020. A juíza responsável rejeitou a abertura de ação penal por falta de justa causa, mas a investigação sobre apropriação indébita continua em andamento.