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Corinthians profissionaliza buscas por reforços com foco em scout e análise técnica

Negociações passam por triagem técnica e orçamentária antes de receberem o aval da presidência e da diretoria do Alvinegro Paulista

Departamento de scout lidera processo de contratações no Corinthians, com foco em análise técnica e controle financeiro. Foto: Reprodução
Departamento de scout lidera processo de contratações no Corinthians, com foco em análise técnica e controle financeiro. Foto: Reprodução

08 Jul 2025 | 08:00 |

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O Corinthians tem estruturado seu processo de contratações com base em três pilares: análise do departamento de scout, aprovação da comissão técnica e viabilidade financeira. O trabalho é liderado por Renan Bloise, gerente de scout, em parceria com Fabinho Soldado, executivo de futebol, ambos atuando em sintonia para fortalecer o elenco de forma estratégica.


O processo começa com o mapeamento de jogadores por parte do scout, que avalia atletas de diferentes mercados conforme o perfil técnico e tático desejado. A comissão técnica, atualmente comandada por Dorival Junior, participa indicando posições prioritárias, enquanto a equipe de análise busca nomes viáveis dentro e fora do Brasil.


Após a identificação dos alvos, os nomes são avaliados por critérios financeiros, com limites definidos pela diretoria. Só após essa triagem técnica e econômica é que o clube inicia negociações formais. As decisões finais, como aprovação contratual, dependem ainda do aval do presidente Osmar Stabile e dos departamentos jurídico e financeiro.


O modelo implementado pelo Corinthians tem como foco evitar contratações impulsivas e priorizar atletas com potencial técnico e custo acessível. A ideia é repetir práticas comuns em clubes europeus, com mais profissionalismo e menos influência política nas escolhas. A busca é por nomes que, além de reforçar o time, possam se valorizar no futuro.

Mesmo com a estrutura, o clube ainda lida com desafios, como críticas sobre a qualidade dos nomes contratados e a pressão por resultados rápidos. Ainda assim, o Corinthians aposta na consolidação desse modelo como caminho para montar elencos mais fortes, sustentáveis e alinhados com os objetivos esportivos e financeiros.



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Corinthians terá de pagar milhões a Gustavo Mosquito após decisão do STF

Tentativa do clube de suspender processo é rejeitada pelo Supremo, agravando problemas financeiros em meio a transfer ban e dívidas internacionais

STF confirma pagamento de R$ 8 milhões a Mosquito e complica finanças do Corinthians. Foto: Reprodução
STF confirma pagamento de R$ 8 milhões a Mosquito e complica finanças do Corinthians. Foto: Reprodução

30 Ago 2025 | 18:00 |

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O Corinthians sofreu mais um revés fora de campo ao ser condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a pagar mais de R$ 8 milhões ao atacante Gustavo Mosquito, referente à rescisão contratual. A decisão foi tomada no plenário virtual da 1ª Turma e teve placar de 4 a 0, encerrando todas as chances do clube de reverter o processo.


O voto de destaque veio do ministro Alexandre de Moraes, conhecido torcedor corintiano, que acompanhou o relator Cristiano Zanin, assim como os ministros Cármen Lúcia e Flávio Dino, contrariando os interesses do Timão. O STF rejeitou os argumentos do departamento jurídico alvinegro e manteve a condenação.


O imbróglio começou em julho de 2024, quando Mosquito entrou com ação na Justiça do Trabalho alegando atrasos recorrentes no FGTS e no pagamento de direitos de imagem. Após recurso do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região, a quebra contratual foi reconhecida, incluindo salários, 13º e férias proporcionais que não haviam sido pagos até o fim do contrato, previsto para junho de 2026.


O Corinthians ainda tentou suspender o processo no STF, argumentando que Mosquito recebia parte de seus vencimentos via empresa própria e que o caso deveria se enquadrar na discussão sobre pejotização. O relator Cristiano Zanin, entretanto, descartou essa interpretação, classificando a tentativa como um uso inadequado do recurso.

Atualmente com 27 anos, Mosquito soma 176 jogos e 18 gols pelo Corinthians e tenta reerguer a carreira no Júbilo Iwata, do Japão, após passagem pelo Vitória. Enquanto isso, o Timão enfrenta mais uma dificuldade financeira em uma temporada já conturbada, somando-se ao desafio de resolver o transfer ban por conta da dívida com o Santos Laguna, do México.



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Dívida do Corinthians chega a bilhões e preocupa administradores judiciais

Com déficit no clube social e esportes amadores, Timão encerra 1º trimestre em crise e busca revisão orçamentária para conter perdas

Dívida do Corinthians dispara e já chega a R$ 2,6 bilhões! Clube fecha trimestre no vermelho e corre contra o tempo para equilibrar as contas. Foto: Reprodução
Dívida do Corinthians dispara e já chega a R$ 2,6 bilhões! Clube fecha trimestre no vermelho e corre contra o tempo para equilibrar as contas. Foto: Reprodução

30 Ago 2025 | 12:50 |

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O Corinthians vive um momento delicado em suas finanças. O endividamento do clube alcançou a marca de R$ 2,6 bilhões ao final do primeiro trimestre de 2025, segundo relatório da Laspro Consultores, administradora judicial responsável pelo Regime Centralizado de Execuções (RCE). O documento, anexado ao processo que aguarda homologação na Justiça, apresenta os dados oficiais mais recentes sobre a situação econômica do Timão, uma vez que a diretoria não divulga balancetes desde fevereiro.


De acordo com o relatório, o clube encerrou o primeiro trimestre com déficit de R$ 16,4 milhões. O levantamento mostra que o departamento de futebol conseguiu se manter com saldo positivo de R$ 15,5 milhões até março. No entanto, os esportes amadores e o clube social representaram um grande impacto negativo, acumulando déficit de R$ 31,9 milhões no período.


Os consultores destacam que o Índice de Endividamento Geral do Corinthians atingiu 120%. Isso significa que o montante das dívidas supera em 20% o total de ativos disponíveis, como bens, direitos e recebíveis. O cenário é classificado como “insatisfatório” pelos administradores, já que a condição ideal seria que as dívidas não ultrapassassem os ativos.


Em meio à crise, a diretoria corintiana promete finalizar em breve o balancete do primeiro semestre de 2025. O documento trará um panorama mais atualizado da situação financeira e deve embasar decisões estratégicas para tentar equilibrar as contas. Além disso, o clube prepara uma revisão orçamentária que será submetida ao Conselho Deliberativo para aprovação.

A diretoria alega que a demora na publicação dos números foi consequência da troca de gestão, após o impeachment do ex-presidente Augusto Melo. Agora, a nova administração busca reorganizar as finanças e apresentar soluções diante de um dos cenários mais graves da história econômica do clube.



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Corinthians avalia romper contrato com Neo Química e projeta acordo bilionário para arena

Neo Química mantém prioridade de renovação, mas risco de rompimento cresce com ofertas de concorrentes, incluindo uma casa de apostas disposta

Timão busca ampliar receitas e pode mudar nome do estádio com novo acordo bilionário a partir de 2026. Foto: Reprodução
Timão busca ampliar receitas e pode mudar nome do estádio com novo acordo bilionário a partir de 2026. Foto: Reprodução

29 Ago 2025 | 09:00 |

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O Corinthians iniciou conversas para renegociar os naming rights de sua arena, atualmente chamada Neo Química Arena. A diretoria projeta arrecadar cerca de R$ 700 milhões em um novo contrato, válido por dez anos, o que garantiria ao clube uma receita anual de aproximadamente R$ 70 milhões. O valor seria mais que o dobro do atual acordo com a Hypera Pharma, assinado em 2020 e avaliado em R$ 300 milhões no total.


De acordo com a apuração do UOL Esporte, três empresas já demonstraram interesse, entre elas uma casa de apostas, que se mostrou disposta a atender ao valor pretendido pelo Timão. O movimento reforça a entrada massiva desse setor no futebol brasileiro, principalmente em patrocínios e acordos de grande visibilidade.


Apesar das sondagens, a Neo Química mantém prioridade nas negociações. Pelo contrato vigente, a farmacêutica pode cobrir qualquer proposta feita por concorrentes e garantir a continuidade do vínculo. Essa cláusula fortalece a posição da atual parceira do clube, que investiu na arena em 2020 com a previsão de validade do contrato até 2040.


Caso o Corinthians opte por encerrar o acordo antes do prazo, terá de arcar com uma multa rescisória que varia entre R$ 50 milhões e R$ 70 milhões. Ainda assim, a diretoria acredita que a possibilidade de ampliar a receita compensa a reavaliação do contrato, em um momento em que o clube busca novas fontes de renda para equilibrar suas finanças.

A expectativa é de que as tratativas avancem ao longo de 2025, abrindo espaço para uma redefinição no nome do estádio já a partir da temporada de 2026. O desfecho dependerá tanto da postura da Neo Química em igualar as ofertas quanto da força da concorrência interessada em associar sua marca à casa do Timão.



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