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Gaviões da Fiel divulga nota em apoio a reforma do estatuto do Corinthians
12 Abr 2026 | 17:06
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01 Out 2025 | 19:49 |
O Corinthians obteve uma nova vitória judicial contra o ex-treinador Vítor Pereira na Justiça do Trabalho. A decisão, proferida na semana passada, manteve o entendimento anterior do Tribunal, que havia optado pela extinção do processo movido pelo técnico português em setembro de 2024.
Vítor Pereira cobrava cerca de R$ 7,5 milhões do clube, referentes a valores como FGTS, férias, 13º salário e outros direitos trabalhistas. Atualmente o ex-Corinthians comanda a equipe do Wolverhampton e teve seu contrato renovado recentemente.
A Justiça do Trabalho entendeu que o caso deveria ser resolvido em instâncias internacionais, como a FIFA e a Corte Arbitral do Esporte (CAS), conforme previsto no contrato firmado entre o treinador e o Corinthians. Mesmo após recorrer da decisão, o processo foi encerrado “sem resolução de mérito”, livrando o clube da pendência judicial.
Além de Vítor Pereira, seu auxiliar técnico, Antonio Alexandre Moreira Ribeiro de Ascensão, também acionou a Justiça do Trabalho contra o Corinthians, cobrando R$ 514 mil por supostos direitos trabalhistas não pagos. No entanto, o Tribunal também decidiu a favor do clube nesse caso, reforçando o entendimento de que as demandas deveriam ser tratadas em instâncias esportivas internacionais.
Apesar das decisões favoráveis na Justiça do Trabalho, Vítor Pereira ingressou com uma ação na FIFA, que condenou o Corinthians ao pagamento de R$ 2,6 milhões ao treinador — valor significativamente inferior ao que era solicitado na esfera trabalhista brasileira.
Vítor Pereira comandou o Corinthians durante a temporada de 2022, acumulando 64 partidas, com 26 vitórias, 21 empates e 17 derrotas. Sob seu comando, o clube alcançou o vice-campeonato da Copa do Brasil. Após deixar o Corinthians, o técnico assumiu o comando do Flamengo o que gerou conflito entre ele e todas as partes que envolvem o alvinegro paulista.
Clube do Parque São Jorge se encontra com uma dívida de quase três bilhões e dívidas a serem pagas de forma urgente para que não sofra novas punições
13 Abr 2026 | 15:37 |
O Corinthians identificou uma inconsistência de quase R$ 300 mil (R$ 294 mil) em seu caixa durante uma auditoria interna conduzida pela atual gestão. O levantamento apontou divergências entre os valores registrados nos controles contábeis e o montante efetivamente disponível, o que levou o clube a aprofundar a investigação para esclarecer a origem da diferença. O período que apontou essa diferença corresponde entre 17 de janeiro a 11 de julho de 2025, gestão de Augusto Melo.
Segundo informações divulgadas, a auditoria faz parte de um processo mais amplo de revisão financeira iniciado pela diretoria, com o objetivo de reforçar a transparência e corrigir falhas administrativas. A diferença encontrada foi considerada significativa, exigindo análise detalhada para identificar se houve erro de lançamento, falha de gestão ou possível irregularidade.
O clube informou que seguirá acompanhando o caso de perto e que medidas administrativas e jurídicas poderão ser adotadas caso sejam confirmadas irregularidades. A auditoria interna também busca fortalecer a credibilidade institucional e garantir maior controle sobre as finanças, em um momento de reestruturação administrativa.
Em meia a mais essa questão para ser resolvida, as contas do Corinthians do ano anterior precisarão passar por uma análise no Cori (Conselho de Orientação) e também pelo CD (Conselho Deliberativo). Se não forem aprovadas sanções podem ser tomadas como impeachment, inelegibilidade e afastamento imediato.
O Timão tem contas parceladas que vencem nesse mês de abril. O acordo do Regime Centralizador de Execuções (RCE) que em 2026 terá 4% das receitas totais destinada são pagamento. Até o dia 17 de abril, ainda tem a parcela trimestral de outro acordo, que é com a Câmara Nacional de Resolução de Disputas (CNRD) em quase oito milhões. Se não quitar essa última pendência, poderá sofrer um novo transfer ban.
Membros aceitaram recomendação para que antigo mandatário do clube paulista não faça mais parte do quadro associativo do Timão
13 Abr 2026 | 14:40 |
A Comissão de Ética e Disciplina do Corinthians concluiu parecer sugerindo, por unanimidade, a expulsão de Andrés Sanchez do quadro associativo. A decisão foi tomada após investigação sobre o uso do cartão corporativo durante sua gestão, entre 2018 e 2020.
Foram identificados gastos que somam aproximadamente R$ 190 mil, destinados a despesas sem relação direta com o clube do Parque São Jorge. Entre os registros constam pagamentos em hospitais, clínicas, farmácias, lojas de móveis e eletrônicos, além de serviços de táxi aéreo e centros automotivos.
O relator Leonardo Pantaleão, presidente da Comissão de Ética e que recomendou a expulsão, destacou a gravidade das irregularidades e rebateu os argumentos apresentados pela defesa. Andrés Sanchez optou por não prestar depoimento, permitindo que o processo avançasse sem sua manifestação.
O parecer será encaminhado ao Conselho Deliberativo, responsável por avaliar e votar a recomendação. A decisão final caberá aos conselheiros, que podem confirmar ou rejeitar a proposta de expulsão. A expectativa é que o tema seja discutido em breve, dada a relevância institucional.
Paralelamente, o Ministério Público de São Paulo denunciou Andrés por apropriação indébita agravada, lavagem de dinheiro e falsidade de documento tributário. Parte das acusações foi rejeitada pela Justiça, mas o MP recorreu e o caso segue em análise no Tribunal de Justiça.
Em nova denúncia, o ex-presidente foi acusado novamente de lavagem de dinheiro e crimes tributários relacionados a gastos pessoais em 2020. A juíza responsável rejeitou a abertura de ação penal por falta de justa causa, mas a investigação sobre apropriação indébita continua em andamento.
Pessoa ligada ao clube paulista questionou certas ações o que levou a suspensão da data marcada em ação que busca melhorias para a instituição
13 Abr 2026 | 11:51 |
A Justiça concedeu uma liminar que suspendeu a votação da reforma do estatuto do Corinthians, que estava marcada para acontecer em 18 de abril. A decisão foi tomada após ação movida por Felipe Ezabella, associado do clube, que questionou pontos do processo e pediu maior transparência antes da realização da assembleia geral.
A medida foi publicada nesta segunda-feira (13) pelo juiz Luis Fernando Nardelli, e impede que o clube leve adiante a reunião até que sejam analisados os argumentos apresentados. O juiz da 3ª Vara Cível, do Foro Regional VIII – Tatuapé, entendeu que havia necessidade de garantir condições adequadas para que todos os sócios tenham acesso às informações e possam participar de forma efetiva da decisão.
Reforma do Estatuto do Corinthians foi cancelada e existe uma explicação: “Procedimento estava errado...”
Questionado pelo GE, Felipe explicou: “Lamento que tenha sido necessária a intervenção judicial para, mais uma vez, corrigir ilegalidade praticada pela presidência do Conselho Deliberativo. Eu, o Cori, o Conselho Fiscal e vários conselheiros avisamos que o procedimento estava errado.”
Ele continuou: “Agora, com essa decisão e com o afastamento do presidente do Conselho, espero que a votação possa ser retomada no Conselho. Defendo e apresentei por escrito há dois anos propostas como o voto do torcedor, o aumento do colégio eleitoral, a responsabilização de dirigentes, a diminuição da quantidade de conselheiros, a reorganização do Cori, e muito mais. Queremos discutir e votar tudo isso dentro do rito legal.”
O cancelamento da votação é apenas mais um capítulo dentro da briga nos bastidores do Corinthians. Osmar Stabile e Romeu Tuma Júnior já protagonizaram conflitos que chegaram ao Ministério Público devido à diversas acusações como ameaças por exemplo. Agora resta esperar o que será feito para que o novo estatuto do alvinegro possa ser votado.