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Corinthians usa o Palmeiras para negociar naming rights na Arena com a Caixa
23 Abr 2026 | 10:27
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01 Mar 2025 | 16:00 |
O Corinthians enfrenta uma situação delicada envolvendo denúncias de assédio moral e sexual em suas categorias de base. Recentemente, um funcionário administrativo do departamento de base foi demitido após acusações de assédio contra jovens jogadores. O clube tomou conhecimento de imagens e registros de conversas impróprias, o que levou à decisão de desligar o profissional.
O caso ganhou mais detalhes quando foi revelado que o ex-funcionário, Bruno Korquievicz Rodrigues, de 25 anos, mantinha conversas de teor sexual com atletas, incluindo menores de idade. Incomodados com a situação, os jogadores denunciaram o comportamento à diretoria do Corinthians. Ao ser confrontado, Bruno pediu demissão antes que o clube oficializasse sua dispensa.
Em resposta às denúncias, o Corinthians emitiu uma nota oficial afirmando que já adotou as medidas necessárias para a apuração dos fatos e que a identidade dos envolvidos será preservada até a conclusão da investigação.
Paralelamente, surgiram acusações contra Fabinho Soldado, executivo de futebol do Corinthians, por suposto assédio moral a mulheres no ambiente do clube. O comentarista Kaskão, do canal 'Alambrado Alvinegro', denunciou o comportamento inadequado de Fabinho, afirmando possuir provas e prevendo que o assunto ganhará destaque na mídia em breve.
Esses episódios ressaltam a importância de ambientes seguros e respeitosos no esporte. O Corinthians, ao tomar medidas imediatas diante das denúncias, demonstra compromisso com a integridade e o bem-estar de seus atletas e funcionários. Espera-se que as investigações sejam conduzidas com transparência e rigor, garantindo justiça e prevenindo futuros casos de assédio no clube.
Documento precisou ser votado para que conselheiros do Parque São Jorge concordassem com a situação financeira do clube paulista
28 Abr 2026 | 17:03 |
O Conselho Deliberativo do Corinthians aprovou na última segunda (27), as contas referentes ao exercício de 2025, que registraram déficit de R$ 143,4 milhões. A votação aconteceu no Parque São Jorge e contou com a presença de 178 conselheiros, sendo 106 favoráveis e 68 contrários. Apesar da aprovação, tanto o Conselho Fiscal quanto o Conselho de Orientação haviam emitido pareceres com ressalvas, apontando preocupações sobre a situação financeira do clube.
O balanço apresentado pela gestão de Osmar Stabile mostrou receita operacional líquida de R$ 810 milhões, enquanto as despesas operacionais alcançaram R$ 885 milhões. O resultado negativo inclui custos administrativos, amortizações e depreciações.
Outro ponto relevante é a dívida bruta, que atingiu R$ 2,7 bilhões em dezembro de 2025, reforçando a necessidade de ajustes internos e medidas de contenção de gastos. Importante lembrar que conseguiu a aprovação do Conselho de Orientação, mas auditoria apontou ressalvas.
Durante a sessão, houve discussão sobre a possibilidade de reprovação integral das contas, mas a proposta não avançou. A maioria simples garantiu a aprovação, permitindo que a diretoria siga com o planejamento para os próximos exercícios. Em nota oficial, o clube destacou que o processo seguiu todos os trâmites estatutários e que a gestão trabalha para implementar estratégias que reduzam o impacto financeiro e tragam maior estabilidade.
Enquanto lida com questões administrativas, o Corinthians mantém o foco dentro de campo. O próximo compromisso será pela Copa Libertadores, contra o Peñarol, na Neo Química Arena, na quinta (30), às 21h (horário de Brasília). Em seguida, o Timão enfrenta o Mirassol, fora de casa, pelo Campeonato Brasileiro, e depois encara o Santa Fe, na Colômbia, novamente pela competição continental.
Nome que já foi mandatário do clube do Parque São Jorge em dois momentos distintos da instituição tem sofrido pressão dentro do alvinegro e na Justiça
26 Abr 2026 | 12:23 |
O parecer que embasa o pedido foi elaborado pelo presidente da Comissão de Ética, Leonardo Pantaleão, e aprovado de forma unânime pelos integrantes do órgão. O documento aponta que Andrés teria utilizado o cartão corporativo do Corinthians para despesas pessoais sem apresentar a devida prestação de contas. Agora, caberá ao Conselho Deliberativo analisar o requerimento e decidir se acata ou não a recomendação de expulsão.
O movimento já organizou abaixo-assinados, campanhas digitais e manifestações presenciais no Parque São Jorge e na Neo Química Arena, reforçando a pressão sobre os conselheiros. A mobilização também pede a expulsão de outros ex-presidentes, como Duílio Monteiro Alves e Augusto Melo, ampliando o alcance da iniciativa.
O cenário político do clube, no entanto, está marcado por impasses. O presidente do Conselho Deliberativo, Romeu Tuma Júnior, foi afastado em uma sessão considerada irregular por parte dos conselheiros, o que gera dúvidas sobre a condução do processo. Mesmo assim, a expectativa é de que o caso de Andrés seja colocado em pauta nas próximas semanas, com grande repercussão entre os associados.
Paralelamente às investigações internas, Andrés Sanchez também responde a processos na Justiça. O Ministério Público denunciou o ex-presidente por apropriação indébita relacionada ao uso do cartão corporativo. Em outra ação, a Justiça rejeitou acusações de lavagem de dinheiro e crimes tributários, mas o MP recorreu da decisão.
Clube do Parque São Jorge vive com dívida bilionária e no último ano, foi apontado um déficit além de divergências entre as partes
24 Abr 2026 | 08:53 |
O Conselho de Orientação do Corinthians aprovou com ressalvas as contas de 2025, que registraram déficit de R$ 143,4 milhões. A auditoria independente apontou incertezas sobre a inclusão de um acordo tributário firmado apenas em janeiro de 2026, levantando dúvidas quanto à continuidade operacional do clube.
O balanço será votado pelo Conselho Deliberativo na próxima segunda-feira (27). O relatório da gestão de Osmar Stabile mostra que, ao longo de 2025, o Corinthians acumulou prejuízo expressivo, mesmo após renegociar dívidas com a União. O acordo com a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional reduziu o valor de R$ 1,2 bilhão para R$ 679 milhões, com desconto de 46,6%. Essa renegociação diminuiu a dívida bruta total para R$ 2,723 bilhões em dezembro, abaixo dos R$ 2,8 bilhões registrados em novembro.
A auditoria destacou que a assinatura ocorreu apenas em 2026, o que tecnicamente inviabilizaria a inclusão do acordo nas contas de 2025. Segundo os auditores, isso gerou superavaliação de patrimônio líquido e resultado do exercício em R$ 593,3 milhões. O relatório também alertou para risco de descontinuidade operacional, indicando que a sustentabilidade financeira depende da execução de medidas estratégicas.
Para justificar a inclusão do acordo nas demonstrações de 2025, a diretoria elaborou defesa técnica contábil com apoio jurídico externo. O argumento é que, embora a assinatura tenha ocorrido em janeiro, o acerto já estava encaminhado em dezembro, com trocas de e-mails entre o clube e a PGFN confirmando os termos.
As contas refletem cinco meses da administração de Augusto Melo, que sofreu impeachment, e sete meses sob comando de Osmar Stabile, que assumiu a presidência provisoriamente em maio e de forma definitiva em agosto. O resultado da votação no Conselho Deliberativo será decisivo para validar ou não a estratégia financeira adotada pela atual gestão.