Futebol
Técnico do Corinthians explica mudança de posição de Carrillo: “Passa muita...”
19 Abr 2026 | 12:05
Futebol
28 Mar 2026 | 12:18 |
Paulinho, ex-Corinthians e agora dirigente do Mirassol, concedeu uma longa entrevista ao GE. Dentre os assuntos esteva uma oferta feita pelo Cerro Porteño que o faria ser o “executivo mais bem pago do mundo” e as cobranças que ele faz na sua nova função.
Ex-Corinthians coloca os pés no chão: “Não é ainda aquilo que encantou meus olhos...”
Clube paraguaio tentou tirar o ex-volante do Brasil: “Não é a hora ainda. E aí a gente tem que tomar muito cuidado quando toma uma decisão. Eu poderia aumentar o meu patrimônio financeiramente [...] Mas, como você colocou (entrevistador), não quis ir para ser o melhor, o mais bem pago do mundo.
Executivo do Mirassol ainda acredita em suas ideias e prefere seguí-las: “Porque ainda não é a coisa que eu acredito 100%. Não é ainda aquilo que encantou meus olhos. Então, enquanto não é, eu vou seguir convicto.”
Campeão com o Timão sabe que não vai revolucionar o esporte: “Se eu deixar 1%, 2% do que eu penso como futebol, como gestor, minha missão está feita no futebol. Até porque eu sei que... E nem quero também. Eu não quero mudar o futebol. Eu não vou mudar o futebol. Mas alguma coisa eu vou deixar de diferente. Isso aí vocês podem ter certeza.”
Após a saúda de Fabinho Soldado, o Corinthians passou a mapear o mercado. Dentre os nomes monitorados, estava o de Paulinho que já fazia parte da gestão do Leão da Alta Araraquarense. No entanto, ele preferiu permanecer no clube e o alvinegro paulista fechou com Marcelo Paz.
Bicampeão mundial, nome que marcou a história do clube do Parque São Jorge tem investido nos negócios tanto no futebol quanto em outros esportes
19 Abr 2026 | 13:51 |
Ronaldo Fenômeno, ex-atacante do Corinthians e ídolo mundial, está em negociações para assumir o controle da SAF da Inter de Limeira, clube tradicional do interior paulista. O projeto prevê investimento de cerca de R$ 454 milhões ao longo de dez anos, com a meta de levar a equipe à Série A do Campeonato Brasileiro em até oito anos. A proposta ainda precisa ser aprovada pelo Conselho Deliberativo da Inter de Limeira, mas já movimenta os bastidores do futebol nacional.
O plano é liderado pelo empresário Enrico Ambrogini, que já trabalhou com Ronaldo durante sua gestão no Cruzeiro. A ideia é estruturar o clube com base em um modelo de gestão profissional, aproveitando a experiência adquirida pelo ex-jogador em outros projetos. O investimento será condicionado ao desempenho esportivo, acompanhando a evolução da equipe dentro das competições.
Ronaldo tem histórico como gestor de clubes de futebol dentro e fora do Brasil. Em 2018, comprou o Real Valladolid, na Espanha, e em 2021 assumiu o Cruzeiro, que estava em crise financeira e disputava a Série B.
No clube mineiro, conseguiu reorganizar a parte administrativa e estabilizar as contas antes de vender o controle da SAF em 2024. Agora, busca repetir o modelo em outro time brasileiro, apostando novamente na profissionalização como caminho para crescimento sustentável.
Além do futebol, Ronaldo também tem investido em outras áreas esportivas, como o tênis. Recentemente, passou a apoiar projetos voltados para o desenvolvimento da modalidade no Brasil, mostrando que sua atuação como empresário vai além do campo e se estende a diferentes frentes esportivas.
O zagueiro enfrentou o clube do Parque São Jorge na noite do último sábado (18) e a diretoria corinthiana espera o pagamento do time baiano
19 Abr 2026 | 13:10 |
Na noite do último sábado (18), o Corinthians enfrentou o Vitória, no Estádio do Barradão, em partida válida pela 12ª rodada do Campeonato Brasileiro. O placar terminou empatado em 0 a 0, o que fez o Timão entrar na zona do rebaixamento, com o resultado de vitória do Cruzeiro, que ganhou do Grêmio por 2 a 0.
Depois da partida, o diretor executivo de futebol, Marcelo Paz, concedeu entrevista à Salvador FM e comentou a respeito da situação do zagueiro Cacá, que enfrentou o Corinthians ontem e a diretoria do Vitória vai precisar pagar uma multa de R$ 1 milhão, pois o defensor está emprestado pelo Timão ao time baiano.
Marcelo Paz explica a situação de Cacá após Vitória e Corinthians: "o contrato é para ser cumprido."
Após o duelo entre Vitória e Corinthians, Marcelo Paz revelou que o Vitória se propôs a comprar Cacá, mas que preferiu manter o está acordado no contrato. "O contrato era muito claro de que se o Cacá fosse escalado tem que pagar R$ 1 milhão. Foi previamente acordado entre as duas equipes. O Vitória optou por escalar o Cacá. Foi uma opção."
Completou ainda o diretor executivo de futebol do Corinthians, falando a respeito do contrato entre Vitória e Timão. "Escalou, vai ter que pagar um milhão de reais. Isso aí é normal, contrato. O contrato é para ser cumprido. O Vitória propôs (comprar Cacá), mas o Corinthians não aceitou. O que está em contrato tem que ser cumprido."
Como era a última opção entre os zagueiros do Corinthians, Cacá acabou sendo negociado pela diretoria corinthiana para o Vitória, que demonstrou interesse na contratação do jogador. O atleta foi emprestado ao clube baiano, até o final desta temporada e tem vínculo com a equipe do Parque São Jorge até dezembro de 2028.
Zagueiro ainda pertence ao Time do Povo e como entrou em campo no empate, o Leão da Barra vai gastar quantia milionária para a diretoria do alvinegro paulista
19 Abr 2026 | 12:32 |
O Vitória vai ter que desembolsar R$ 1 milhão para o Corinthians por ter escalado o zagueiro Cacá no jogo entre os dois times pelo Brasileirão 2026. Essa condição já estava prevista no contrato de empréstimo e foi confirmada pelo diretor de futebol do Timão, Marcelo Paz. O acordo deixava claro que, se o jogador fosse utilizado contra o clube paulista, o pagamento seria obrigatório.
Mesmo sabendo do custo, o Vitória decidiu colocar Cacá em campo por entender que ele era importante para a equipe naquele momento. Antes da partida, houve tentativa de renegociar a cláusula, mas o Corinthians não aceitou mudar nada e manteve a exigência. Assim, o clube baiano terá que cumprir o contrato e pagar o valor estipulado.
Dirigente do Corinthians foi bem claro: “Se jogar, paga...”
Executivo de futebol do Timão não deixou espaço para que multa fosse revogada: “O contrato é objetivo. Se jogar, paga. Foi uma condição aceita desde o início. O que foi acordado precisava ser cumprido. Não houve mudança.”
O empréstimo de Cacá vai até o fim de 2026 e também prevê outras condições, como possibilidade de compra definitiva. Para o Corinthians, a cobrança reforça a postura de manter contratos firmes em negociações de atletas, garantindo que os termos sejam respeitados em qualquer situação.
Agora, o Corinthians volta suas atenções para a Copa do Brasil, onde enfrenta o Barra-SC na Ressacada, em Florianópolis, no dia 21 de abril, às 21h30 (horário de Brasília). Depois, pelo Brasileirão, o Timão recebe o Vasco na Neo Química Arena em 26 de abril, às 16h, em confronto direto para tentar sair do Z4.
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