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Gaviões da Fiel critica o Corinthians por problemas na comercialização de ingresso

Principalmente torcida organizada do clube do Parque São Jorge publicou nota nesta quarta-feira, 19, pedindo mais focalização do Timão

Fiel Manchete - Notícias Corinthians
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19 Mar 2025 | 21:08 |

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Diante dos problemas com a comercialização ilegal de entradas para os jogos na Neo Química Arena, a Gaviões da Fiel, principal torcida organizada do Corinthians, publicou nota nesta quarta-feira, 19, exigindo atitudes efetivas do clube e reforçando sua postura de tolerância zero com cambistas.


A Fiel Torcida não pode, em hipótese alguma, aceitar que as falhas no programa Fiel Torcedor e a prática de cambismo continuem prejudicando os torcedores que se esforçam para acompanhar os jogos na Neo Química Arena. A nota divulgada pelo CorinthiansCorinthians apresenta algumas informações importantes, mas é necessário reforçar nossa posição firme e intransigente: tolerância zero com cambistas!“, diz o trecho da nota.


Operação Ingresso Legal


Ainda nesta quarta, o Corinthians divulgou a criação da Operação Ingresso Legal, iniciativa estratégica voltada ao combate da revenda ilegal de ingressos no Parque São Jorge e na plataforma Fiel Torcedor. O clube pretende adotar medidas rigorosas para controlar os logins que geram ingressos e credenciais para os jogos.

A partir de agora, toda solicitação passará a ser submetida à aprovação da diretoria, com justificativa detalhada para cada envio. Além disso, o Timão pretende reforçar a fiscalização adquirindo ingressos comercializados de forma irregular, o que ajudará a identificar os responsáveis por práticas indevidas, que serão devidamente penalizados.


Veja a nota da Gaviões na íntegra

A Fiel Torcida não pode, em hipótese alguma, aceitar que as falhas no programa Fiel Torcedor e a prática de cambismo continuem prejudicando os torcedores que se esforçam para acompanhar os jogos na Neo Química Arena. A nota divulgada pelo Corinthians apresenta algumas informações importantes, mas é necessário reforçar nossa posição firme e intransigente: tolerância zero com cambistas!

Embora um inquérito policial esteja em andamento, ele não pode ser uma desculpa para a demora na tratativa dos erros e falhas que ainda persistem no sistema do Fiel Torcedor. Exigimos ações mais rápidas e concretas contra a venda ilegal de ingressos e que alcance as pessoas que cedem seus ingressos aos cambistas para que sejam efetivamente identificadas e punidas, sem deixar brechas para a exploração da paixão da torcida. Já sobre as mudanças de ferramentas e tecnologias, esperamos que o clube conduza o processo de escolha dos fornecedores de forma transparente e em conformidade com a lei. 

Nos preocupamos com todos os setores do estádio e exigimos provas concretas de que medidas eficazes estão sendo tomadas para corrigir essas falhas. Além disso, repudiamos veementemente a ação de cambistas e torcedores mal-intencionados que se aproveitam da paixão e do sentimento da Fiel para obter lucro com a venda de ingressos a preços abusivos. Não podemos compactuar com essa prática criminosa. O Gaviões da Fiel está de olho e não vai tolerar essa postura dentro ou fora da Arena!

Reforçamos o pedido para que a torcida não compre ingressos de cambistas ou de pessoas que os revendem por valores superiores e faça a denúncia dessas ações ao Gaviões, às autoridades e ao clube. Caso ocorram situações envolvendo o setor das organizadas, pedimos que procurem nossas lideranças para que os casos sejam tratados imediatamente.

Seguiremos exigindo que o Corinthians tome atitudes efetivas para solucionar esses problemas. A Fiel Torcida quer resultados imediatos, e é isso que vamos cobrar. O futebol deve ser para os torcedores, e não para os aproveitadores. A luta por um futebol mais justo e acessível segue, e o Gaviões da Fiel sempre estará ao lado da torcida, sem tolerância para quem prejudica a Fiel.

Gaviões da Fiel Torcida.


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Osmar Stabile assume erro em contratação feita pelo Corinthians: "não tinha esse..."

Presidente do Timão concedeu entrevista ao 'GE' e justificou a parceria de três meses com uma empresa de segurança, que está na mira do Ministério Público

Osmar Stabile justificou a parceria de três meses com uma empresa de segurança - Foto: Rodrigo Coca/Agência Corinthians
Osmar Stabile justificou a parceria de três meses com uma empresa de segurança - Foto: Rodrigo Coca/Agência Corinthians

14 Mai 2026 | 11:00 |

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Recheado de problemas financeiros, o Corinthians teve mais um problema para resolver recentemente, que foi a respeito da contratação de uma empresa irregular, para fazer um serviço de segurança por três meses. Em contato com o 'GE', o presidente da equipe do Parque São Jorge explicou o motivo para o erro na gestão e prometeu afastar o diretor administrativo, Fábio Soares.


Osmar Stabile assume erro em contratação feita pelo Corinthians


Na mira do Ministério Público, por conta de uma investigação para apurar o pagamento de R$ 676 mil a uma empresa criada em nome de um funcionário do Corinthians, a empresa Mega Assessoria Operacional Ltda., não tinha autorização da Polícia Civil para prestar serviço de segurança privada, e o presidente do Timão, Osmar Stabile, fez questão de chamar alguns veículos de imprensa, na última quarta-feira (13), para esclarecer a situação.


Osmar Stabile assume erro em contratação feita pelo Corinthians: "no dia da invasão, ele (Fernando) foi o cara que ficou comigo o tempo todo, segurou, deu pernada."

Osmar Stabile explicou o motivo contratação da empresa se segurança. "No dia da invasão, ele (Fernando) foi o cara que ficou comigo o tempo todo, segurou, deu pernada. Naquele momento eu estava inseguro, estava correndo risco de vida aqui. Os seguranças lá embaixo não me atendiam mais. Liguei para eles para autorizar algumas pessoas a subirem e eles disseram que só atenderiam o Augusto Melo. Foi colocado isso."


Fernando José da Silva, que se apresenta como gerente operacional no clube, estava responsável por capitanear a troca da equipe de segurança após a invasão do andar da presidência por apoiadores do ex-presidente Augusto Melo, em 31 de maio de 2025. Osmar Stabile mostrou um ofício de 26 de maio que dava plenos poderes a Fernando para atuar em nome do Corinthians nas "esferas administrativas operacionais", com acesso ao Parque São Jorge, à Neo Química Arena e ao CT Joaquim Grava, por sete dias

Completou ainda o presidente do Corinthians. "Não tinha esse conhecimento. Tanto é que, quando foram pagar as notas, contrataram outra empresa e deixaram essa de lado. Foi isso, provavelmente. Não sei ainda, porque estamos levantando as informações. Se o Ministério Público o chamou para uma oitiva, acho que fica tranquilo ele se afastar momentaneamente. Faz a oitiva, verifica o que aconteceu e, depois, se precisar, assume. Se não precisar, não assume."

"Provavelmente, ele (Fábio Soares, diretor administrativo do Corinthians) será afastado. Ou ele vai se demitir ou eu vou afastar, não tem jeito. A gente está lá com o Ministério Público, vai ter uma oitiva e não podemos deixá-lo aqui em virtude da oitiva. Eu acredito mais num erro administrativo do que propriamente uma questão de erro que cometeram por querer para ganhar dinheiro em cima. Nada disso, tenho certeza absoluta que não foi." Disse mais ainda o presidente do Corinthians.


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MP abre investigação sobre empresa que presta serviços ao Corinthians

Ministério Público quer apurar para descobrir se gestão de Osmar Stabile teria cometido algum crime ao contratar organização que não teria autorização

Corinthians sofre mais uma investigação do MP de São Paulo que quer apurar contratos entre o clube e empresa - Foto: Marcos Ribolli
Corinthians sofre mais uma investigação do MP de São Paulo que quer apurar contratos entre o clube e empresa - Foto: Marcos Ribolli

13 Mai 2026 | 14:27 |

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O Ministério Público de São Paulo abriu investigação sobre uma suposta contratação irregular de empresa de segurança pelo Corinthians, cujo nome seria Mega Assessoria e teria como dono, um funcionário do clube, Fernando José da Silva. Atualmente, ele é gerente operacional do clube social e do CT Joaquim Grava.


O caso envolve a prestação de serviços em jogos realizados na Neo Química Arena e em eventos ligados ao clube, com suspeitas de descumprimento de normas legais e possíveis favorecimentos em processos de contratação. No total, o Timão teria desembolsado R$ 676,6 mil para pagar a essa empresa.


O que será investigado pelo MP?


De acordo com informações divulgadas pelo portal GE, a apuração busca esclarecer se houve irregularidades na escolha da empresa responsável pela segurança, incluindo possíveis vínculos com dirigentes e ausência de licitação adequada. O MP pretende analisar contratos, valores pagos e documentos internos para verificar se o clube seguiu os procedimentos exigidos pela legislação.

Ao que tudo indica, a Mega Assessoria não teria autorização da Polícia Federal para prestar serviços de segurança privada. Além disso, a exigência de uma assinatura de contrato formal não teria ocorrido entre as partes já na gestão do atual presidente, Osmar Stabile.


O promotor, Cássio Roberto Conserino aponta irregularidades como retorno do dinheiro sacado, notas fiscais frias e até o mesmo o endereço da empresa. Hoje ela estaria localizada em uma fachada de uma residência comum em São Paulo.

Corinthians tem problemas financeiros

A investigação ocorre em um momento delicado para o Corinthians, que já enfrenta dificuldades financeiras e busca reorganizar suas contas por meio do Regime Centralizado de Execuções (RCE). A possibilidade de novas pendências jurídicas preocupa, já que pode gerar bloqueios de receitas ou comprometer acordos em andamento.


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Corinthians começa a pagar o RCE, mas dívida aumenta – Entenda

Diretoria do Parque São Jorge tenta diminuir valores milionário em que a instituição precisa quitar, no entanto, pendências não param de crescer

Corinthians começa a pagar RCE, mas observa que sua dívida aumentou devido aos juros impostos - Foto: Jorge Edgar de Matos
Corinthians começa a pagar RCE, mas observa que sua dívida aumentou devido aos juros impostos - Foto: Jorge Edgar de Matos

13 Mai 2026 | 11:56 |

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O Corinthians iniciou o pagamento do Regime Centralizado de Execuções (RCE), mecanismo criado para organizar dívidas trabalhistas e cíveis de clubes brasileiros. Apesar do avanço, o valor total devido pelo Timão subiu para R$ 2,249 milhões, segundo dados atualizados divulgados nesta semana. O montante engloba compromissos com credores diversos e reforça o tamanho do desafio financeiro enfrentado pela diretoria.


O que seria RCE?


O RCE funciona como uma espécie de recuperação judicial, permitindo que o clube concentre suas dívidas em um único processo e realize pagamentos mensais de acordo com a arrecadação. No caso do Corinthians, o percentual estabelecido é de até 6% das receitas correntes, o que garante fluxo contínuo para reduzir gradualmente o passivo. O primeiro depósito já foi efetuado, representando um marco importante na tentativa de reorganização financeira.


Corinthians tem dívidas em vários setores

Entre os maiores credores estão bancos, fornecedores e ex-jogadores que acionaram a Justiça por valores não pagos. O levantamento mostra que instituições financeiras concentram parte significativa da dívida, enquanto ações trabalhistas também representam parcela relevante. A transparência do processo permite que todos os credores acompanhem os pagamentos e a evolução do saldo devedor.


Por que é importante pagar?

O Corinthians se prontificou em quitar essa dívida nos próximos 10 anos com o objetivo de se livrar dos diversos bloqueios existentes em suas contas bancárias. O não pagamento, originou no bloqueio delas. Livre das quantias, o Timão poderá focar em sua reestruturação financeira que atualmente conta com R$ 2,7 bilhões em pendências.

Transfer ban à vista

Em meio a tantas contas para pagar, mais uma que pode gerar um novo transfer ban. O New York City, clube que pertence ao Grupo City cobra R$ 12 milhões ao alvinegro paulista. O motivo é o não pagamento do empréstimo e da não opção de compra de Talles Magno, que já retornou ao Estados Unidos.


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