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Inquérito da Polícia Civil revela importância de denúncia anônima em caso VaideBet no Corinthians

Documento sigiloso recebido pela Polícia Civil em 2024 citava esquema de dívidas eleitorais e nomes ligados ao Corinthians

Fiel Manchete - Notícias Corinthians
Fiel Manchete - Notícias Corinthians

24 Jun 2025 | 23:15 |

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A Polícia Civil concluiu o inquérito sobre o caso VaideBet e apontou que uma denúncia anônima recebida em dezembro de 2024 foi fundamental para o avanço das investigações. A delação foi encaminhada à sede do DPPC e retransmitida à unidade responsável em 12 de dezembro. Apesar do caráter não identificado do denunciante, as autoridades ressaltaram que o conteúdo contribuiu com dados compatíveis com as provas reunidas.


Segundo o documento, o denunciante relatou que Augusto Melo, presidente afastado do Corinthians, teria contraído dívidas durante as campanhas presidenciais do clube em 2020 e 2023. Para saldar esses débitos, ele teria aberto espaço dentro do clube a interesses de empresários e figuras ligadas ao crime organizado, em um contexto que incluiu a operação com a casa de apostas.


A denúncia também relaciona nomes como Buzeira, Roberto Graziano, o laboratório EMS e até uma suposta ponte com o PCC feita por Marcos Boccatto, dirigente do Corinthians e do Água Santa. O relato ainda sugere que Augusto estaria utilizando colete à prova de balas por medo de represálias de credores.


A delação foi considerada consistente com outros elementos do inquérito, como os extratos bancários do Banco Safra e os depoimentos de testemunhas, entre elas Rubens Gomes, o Rubão, ex-diretor de futebol e aliado na campanha de 2023. Rubão estimou que os custos da campanha giraram em torno de R$ 3 milhões.

Foram indiciados Augusto Melo, Marcelo Mariano, Sergio Moura e Alex Cassundé por associação criminosa, lavagem de dinheiro e furto qualificado. O ex-diretor jurídico Yun Ki Lee foi indiciado por omissão imprópria. O inquérito também cita que o dinheiro desviado do Corinthians teria ido parar em contas de empresas ligadas ao crime organizado.



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Ministério Público denuncia ex-Corinthians por desvio de dinheiro

Caso estava sendo investigado e nomes foram ouvidos até que o MP decidiu levar o caso adiante para que o clube paulista seja ressarcido da quantia que falta

Ex-Corinthians são denunciados pelo Ministério Público pelo crime de desvio de dinheiro - Foto: Nike
Ex-Corinthians são denunciados pelo Ministério Público pelo crime de desvio de dinheiro - Foto: Nike

16 Abr 2026 | 11:38 |

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O Ministério Público de São Paulo denunciou os ex-dirigentes financeiros Matías Romano Ávila, Wesley Melo e Roberto Gavioli, além do ex-chefe de segurança João Odair de Souza, conhecido como Caveira. A acusação envolve retiradas milionárias em espécie dos cofres do Corinthians entre 2018 e 2023 nas administrações de Andrés Sanchez e Duílio Monteiro Alves, sem comprovação da destinação dos valores.


Ministério Público quer que dinheiro retorne ao Corinthians


De acordo com a investigação, João Odair teria recebido mais de R$ 3,4 milhões em dinheiro vivo, sem apresentar documentos que justificassem o uso dos recursos. Parte da quantia foi para a conta pessoal de Caveira e outra para a da sua empresa. Essa ação é considerada pelo Ministério Público como desvio de finalidade de recursos.


O MP afirma que houve apropriação indevida e pede que os valores sejam devolvidos ao clube. Além disso, solicita que os ex-Corinthians sejam responsabilizados por omissão, já que ocupavam cargos de poder durante o período em que as movimentações ocorreram.

Mais ex-Corinthians podem ser denunciados


O MP ainda está analisando a participação de Sanchez e Monteiro Alves nesse caso. Isso porque os ex-mandatários do Timão estavam no cargo no período em que essa quantia saiu do clube. Além disso, o dinheiro era classificado como “adiantamento para a presidência”, o que pode evidenciar o envolvimento deles.

Quando o alvinegro volta à campo?

Enquanto isso, dentro de campo, o Corinthians vive fase positiva sob o comando de Fernando Diniz. O time venceu o Independiente Santa Fe por 2 a 0 na Libertadores, assumiu a liderança do Grupo E e encerrou um jejum de vitórias na Neo Química Arena. O próximo desafio será contra o Vitória, pelo Campeonato Brasileiro, no Barradão, em Salvador, no sábado (18), às 20h (de Brasília).


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Conselheiros do Corinthians querem saída de Osmar Stabile da presidência: "a atual gestão..."

O atual mandatário do Timão, está no cargo desde agosto do ano passado, quando entrou para substituir Augusto Melo, que sofreu impeachment

Osmar Stabile é presidente do clube do Parque São Jorge desde o ano passado - Foto: José Manoel Idalgo/Agência Corinthians
Osmar Stabile é presidente do clube do Parque São Jorge desde o ano passado - Foto: José Manoel Idalgo/Agência Corinthians

15 Abr 2026 | 15:10 |

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A política do Corinthians pode esquentar cada vez mais nas próximas semanas, isso porque, segundo as informações do portal UOL Esporte, um grupo de conselheiros e sócios do clube alvinegro, está se movimentando para buscar o afastamento do presidente Osmar Stabile e um um pedido de instauração imediata do processo de impeachment foi protocolado.


Conselheiros do Corinthians querem saída de Osmar Stabile da presidência


Em documento de 15 páginas, assinado por Marcelo Kahan Mandel, Antônio Roque Citadini, Fernando Perino, Yun Ki Lee, Peterson Ruan Aiello do Couto Ramos, José Augusto Mendes, Alexandre Germano, Wilson Canhedo Jr. e Cyrillo Cavalheiro Neto, conselheiros e sócios do Corinthians querem o impeachment de Osmar Stabile.


Conselheiros do Corinthians querem saída de Osmar Stabile da presidência: "ignora requerimentos formais e legítimos."

O que diz parte do documento, que apresenta possíveis irregularidades de Osmar Stabile, em sua gestão no Corinthians. "Graves violações estatutárias e legais, em especial à Lei Geral do Esporte, praticadas que comprometem a imagem, o patrimônio e a credibilidade do Clube. Condutas do Presidente, conforme detalhadas neste pedido, demonstram uma gestão que se afastou dos princípios de legalidade, transparência e responsabilidade, essenciais para a administração de uma instituição do porte e da importância do Sport Club Corinthians Paulista."


Parte do documento ainda diz que: "A oneração do Parque São Jorge, um dos bens mais valiosos e simbólicos do Clube, foi realizada sem a observância das formalidades legais e estatutárias. Tal conduta não apenas desrespeita as normas internas, mas também expõe o patrimônio a riscos inaceitáveis, em desrespeito ao artigo 50 do Código Civil (Lei nº 10.406/2002), que trata da desconsideração da personalidade jurídica em casos de desvio de finalidade ou confusão patrimonial, e aos princípios da Lei Geral do Esporte."

Balanço financeiro do Corinthians

"A não divulgação dos balanços do Sport Club Corinthians Paulista dentro do prazo legal estabelecido, que se estende até o último dia de março para o exercício encerrado em 31 de dezembro, constitui uma grave falha de gestão. Esta omissão viola diretamente os princípios de transparência e boa governança, impede a fiscalização pelos associados e conselheiros, e contraria o disposto no artigo 67, inciso VI, da Lei Geral do Esporte." Diz parte do documento, em relação a gestão de Osmar Stabile no Corinthians.


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Romeu Tuma Júnior pede licença da presidência do Conselho e ataca mandatário do Corinthians

Em nota oficial publicada na noite desta segunda-feira (13), o presidente fez esquentar ainda mais o clima político dentro do Parque São Jorge

Romeu Tuma Júnior faz ataques ao presidente Osmar Stabile - Foto: Evander Portilho/Agência Corinthians
Romeu Tuma Júnior faz ataques ao presidente Osmar Stabile - Foto: Evander Portilho/Agência Corinthians

13 Abr 2026 | 21:00 |

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Na noite desta segunda-feira (13), o presidente do Conselho Deliberativo do Corinthians, Romeu Tuma Júnior, divulgou uma nota oficial, comunicando que está se licenciando das funções do cargo e aproveitou para fazer ataques públicos ao mandatário do clube alvinegro, Osmar Stabile, com quem se desentendendo há algumas semanas, desde a reunião que tratou entre outros assuntos, da reforma estatutária.


Romeu Tuma Júnior pede licença da presidência do Conselho e ataca mandatário do Corinthians


Romeu Tuma Júnior foi motivado a deixar o cargo de presidente do Conselho Deliberativo do Corinthians, por conta de uma liminar da Justiça, que suspendeu a votação da reforma estatutária, que aconteceria no próximo sábado (18), na sede social do clube, no Ginásio Wlamir Marques.


Romeu Tuma Júnior pede licença da presidência do Conselho e ataca mandatário do Corinthians: "a ação, tem como única finalidade impedir, a manifestação dos associados."

Romeu Tuma Júnior, explica os motivos da licença da presidência do conselho Deliberativo do Corinthians: "Nos últimos dias, ficou evidente a construção de uma operação política destinada a bloquear a vontade dos associados. A minha presença na presidência do Conselho passou a ser usada pelo presidente da Diretoria, Osmar Stabile, como argumento para inviabilizar a votação da reforma no dia 18 de abril (sábado próximo)."


Disse ainda Romeu Tuma Júnior: "Sua mais recente manobra, a ação que veio a público na manhã de hoje - e que, aliás, foi deliberadamente protocolada em sigilo, mesmo que sem qualquer fundamentação que o justifique -, tem como única finalidade impedir, exatamente, a manifestação dos associados."

Provocação a Osmar Stabile

Romeu Tuma Júnior provocou ainda o presidente do Corinthians, Osmar Stabile: "Stabile se utiliza de terceiro para propor a ação, porque tem medo de ser julgado exatamente pelo que é: um traidor. Um traidor de cada voto que recebeu. Um traidor de cada corinthiano que acreditou no seu caráter. Um traidor de quem quer um Corinthians democrático – valor que, por sua vez, nos define como instituição."

"Não serei instrumento dessa manobra, tampouco permitirei a continuidade dos atos ilegais de constrangimento e assédio a funcionários e funcionárias que realmente trabalham pelo e para o Corinthians, ao contrário dessa gente autoritária e golpista. Dou este passo para remover da frente qualquer desculpa fabricada em nome de uma disputa de poder que nunca foi sobre a minha pessoa, mas sempre sobre o medo de submeter o futuro do Corinthians à decisão livre da sua base associativa." Finalizou Romeu Tuma Júnior.


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