Futebol
13 Abr 2026 | 12:34 |
O atacante Memphis Depay vive um momento de indefinição no Corinthians. Após uma postagem polêmica nas redes sociais, o jogador expôs insatisfações internas, enquanto a diretoria trabalha para viabilizar sua permanência. A informação é dos jornalistas da ESPN, André Hernan e Bruno Andrade.
Nos bastidores, a publicação de Depay gerou repercussão imediata entre torcedores e dirigentes. O atleta compartilhou imagens irônicas, sugerindo descontentamento com o ambiente de trabalho. A reação negativa levou o atacante a se manifestar novamente, tentando minimizar o impacto. Entre os pontos de atrito estão dívidas superiores a R$ 42 milhões em bônus e premiações atrasadas, além de mudanças constantes na preparação física, que o jogador considera prejudiciais ao desempenho.
A relação com comissões técnicas também influencia o cenário. Depay manteve boa convivência com Ramón Díaz e o preparador Diego Pereira, que o auxiliava até em traduções. Já com Dorival Júnior e Celso Resende, houve dificuldades, especialmente após ser escalado para duelo contra o Furacão pela Copa do Brasil, logo após viagem com a seleção, resultando em lesão precoce.
Atualmente, o atacante busca adaptação ao trabalho de Fernando Diniz, que deseja a continuidade do atacante no Parque São Jorge. No entanto, Memphis ainda demonstra incômodo com a instabilidade nos métodos.
No campo administrativo, o Corinthians deseja a permanência do holandês, mas não pretende realizar “loucuras” financeiras. A proposta envolve redução salarial, enquanto Depay exige garantias sobre pagamentos atrasados. Marcelo Paz, executivo de futebol, é considerado aliado do jogador e defende sua continuidade, embora reconheça que a negociação depende de ajustes complexos e da aprovação da alta cúpula.
Diretor de futebol do alvinegro paulista foi mais um dos nomes do clube que não gostaram da atuação do VAR durante o clássico em partida válida pelo Brasileirão
13 Abr 2026 | 10:41 |
O empate entre Corinthians e Palmeiras pela 11ª rodada do Brasileirão terminou em 0 a 0, mas o pós-jogo foi marcado por reclamações da diretoria alvinegra. Marcelo Paz, diretor de futebol do Timão, usou as redes sociais para questionar a atuação do VAR em um lance nos acréscimos, quando Breno Bidon caiu na área após contato com Flaco López.
O árbitro Flávio Rodrigues de Souza parou o jogo para atendimento ao meia corinthiano, mas não marcou falta e devolveu a posse ao rival. O VAR, comandado por Daniel Nobre Bins, não recomendou revisão, o que gerou indignação no clube. Marcelo Paz publicou imagens do lance e escreveu “VAR não viu?”, cobrando explicações sobre a ausência de análise.
A insatisfação não ficou restrita à diretoria. O goleiro Hugo Souza, em entrevista na saída do gramado, afirmou que o árbitro “apitou para uma equipe só”, reforçando o tom de crítica à arbitragem. O clássico já havia sido marcado por outras polêmicas, como a expulsão de André por gesto obsceno e a saída de Matheuzinho após revisão do VAR, que corrigiu o segundo amarelo para vermelho direto por agressão a Flaco López.
Mesmo com dois jogadores a menos, o Corinthians resistiu e segurou o empate, mas o clima de contestação seguiu forte após o apito final. O episódio reacendeu o debate sobre o uso da tecnologia e a forma como o VAR tem sido aplicado em jogos decisivos.
Agora, o Timão volta suas atenções para a Libertadores. O próximo compromisso será contra o Santa Fe, pela segunda rodada, nesta quarta-feira (15), às 21h30 (de Brasília), na Neo Química Arena. No sábado, o adversário será o Vitória, no Barradão.
Camisa 1 do Time do Povo foi um dos destaques dos atletas que estiveram em campo e garantiu que equipe não saísse da Neo Química Arena com uma derrota
13 Abr 2026 | 10:30 |
O empate entre Corinthians e Palmeiras pela 11ª rodada do Brasileirão terminou em 0 a 0, mas o jogo não passou sem polêmica. O goleiro Hugo Souza, relatou após a partida que Breno Bidon sofreu uma cotovelada de Flaco López nos acréscimos e criticou a ausência de revisão do VAR.
Goleiro do Corinthians afirma: “Contra nós nem a consulta teve...”
Ainda no campo, o arqueiro do Timão inicia: “Aconteceu a cotovelada. Ele deu a cotovelada, mas não foi para o VAR. Os lances deles foram para o VAR, houve as expulsões, ok, o juiz tomou as decisões, mas contra nós nem a consulta teve. Não foi uma possível cotovelada, foi uma cotovelada sim.”
O camisa 1 se mostrou cansado em ter que comentar erros: “É um assunto saturado. Não sou eu jogador que tenho que entrar nesse mérito, que tem que entrar nessa guerra. Eu acho que a direção vai tomar as providências, vai falar, se pronunciar. Mas eu acho que hoje (ontem) foi um jogo em que o árbitro interferiu na partida.”
Renata Ruel analisou os lances polêmicos do duelo e concorda com Hugo Souza: “O Flaco López atinge o rosto do adversário, fazendo o movimento adicional e sem disputa de bola. Isso caracteriza conduta violenta. Ele age com brutalidade, é para cartão vermelho.”
Agora, o Timão volta suas atenções para a sequência da temporada. O próximo compromisso será contra o Santa Fe pela Libertadores, nesta quarta-feira, 15 de abril, às 21h30 (de Brasília), na Neo Química Arena. Depois, encara o Vitória pelo Brasileirão em 18 de abril e o Barra pela Copa do Brasil em 21 de abril.
Jogador que já pertenceu ao clube do Parque São Jorge estava dentro de campo quando o episódio criminoso aconteceu, diretorias se pronunciaram sobre o caso
13 Abr 2026 | 08:48 |
O clássico entre Corinthians e Palmeiras terminou em 0 a 0, mas o jogo ficou marcado por um episódio grave: o goleiro Carlos Miguel foi alvo de ofensa racista na Neo Química Arena, quando um torcedor o chamou de “macaco” após defender a finalização de Yuri Alberto. O caso foi registrado em vídeo e já repercute entre clubes e autoridades.
O lance aconteceu no segundo tempo, em momento de pressão do rival, quando o Timão já tinha dois jogadores expulsos. André foi retirado de campo ainda na primeira etapa por gesto obsceno, enquanto Matheuzinho recebeu cartão vermelho aos 23 minutos da etapa final após atingir Flaco López. Com nove atletas em campo, o Corinthians resistiu e segurou o empate, mas o episódio envolvendo Carlos Miguel ganhou destaque fora das quatro linhas.
O vídeo que circula nas redes sociais mostra claramente o insulto vindo das arquibancadas. A repercussão foi imediata: o Palmeiras divulgou nota oficial repudiando a atitude e se solidarizando com o seu goleiro. O clube pediu às autoridades competentes que identifiquem e responsabilizem o torcedor envolvido, reforçando que não se pode tolerar racismo nos estádios.
O Corinthians também se posicionou, destacando apoio total ao atleta e cobrando providências para que situações como essa não se repitam. O caso deve ser analisado pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), que poderá aplicar punições conforme previsto em regulamento.
O camisa 1 do Corinthians, Hugo Souza também foi vítima de racismo após o Timão ter eliminado a Portuguesa pelo Paulistão. As ofensas vieram da arquibancada e o clube realizou uma campanha de combate ao crime na partida contra o Cruzeiro pelo Brasileirão.