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Corinthians anuncia mudanças na Arena para 2025

Após a liberação do laudo de segurança da Polícia Militar, o estádio ganhou 1.060 novos lugares, totalizando 48.905 acentos na Neo Quimica Arena

Fiel Manchete - Notícias Corinthians
Fiel Manchete - Notícias Corinthians

17 Fev 2025 | 17:08 |

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Nesta segunda-feira (17), a Neo Química Arena teve a sua capacidade aumentada em 1.060, após liberação do laudo de segurança da Polícia Militar do Estado de São Paulo. Com a conclusão das instalações, a Arena saiu de 47.845 lugares para um total de 48.905 acentos para torcedores, sem que houvesse a necessidade de obras extensas no estádio.


A expansão fazia parte de uma das promessas de campanha do presidente Augusto Melo, que tinha como objetivo expandir a capacidade de torcedores presentes dentro de Itaquera. Melo já havia realizado algumas mudanças no número de assentos no início do ano, mas só agora concluiu totalmente seu objetivo.


12º jogador


Embalado pela torcida, o Corinthians costuma ser mortal quando atua na Arena. O estádio é um dos mais modernos do país, feito especialmente para abrigar a Fiel Torcida. No jogo contra o Santos, o Timão quebrou seu recorde de torcedores, ao atingir o número de 47.695 de público pagante, que assistiu o clube derrotando o Santos de Neymar.

A torcida, inclusive, adorou a ampliação da Arena. Nas redes sociais, os torcedores teceram elogios a Augusto Melo e a decisão de ampliar as cadeiras. Os torcedores veem esse movimento como um grande avanço, e novas ideias de ampliação de setores foram comentadas entre a Fiel.


Veja como ficou a ampliação

Os camarotes foram os locais que mais receberam aumento, totalizando 462 cadeiras novas. Na sequência, vieram os setores Sul e Oeste Inferior, com 212 e 203 assentos novos respectivamente. O setor Norte teve um aumento de 83 cadeiras, enquanto o Oeste Superior recebeu 50 novos lugares. O único setor que não teve mudanças foi Leste Superior.


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Osmar Stabile assume erro em contratação feita pelo Corinthians: "não tinha esse..."

Presidente do Timão concedeu entrevista ao 'GE' e justificou a parceria de três meses com uma empresa de segurança, que está na mira do Ministério Público

Osmar Stabile justificou a parceria de três meses com uma empresa de segurança - Foto: Rodrigo Coca/Agência Corinthians
Osmar Stabile justificou a parceria de três meses com uma empresa de segurança - Foto: Rodrigo Coca/Agência Corinthians

14 Mai 2026 | 11:00 |

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Recheado de problemas financeiros, o Corinthians teve mais um problema para resolver recentemente, que foi a respeito da contratação de uma empresa irregular, para fazer um serviço de segurança por três meses. Em contato com o 'GE', o presidente da equipe do Parque São Jorge explicou o motivo para o erro na gestão e prometeu afastar o diretor administrativo, Fábio Soares.


Osmar Stabile assume erro em contratação feita pelo Corinthians


Na mira do Ministério Público, por conta de uma investigação para apurar o pagamento de R$ 676 mil a uma empresa criada em nome de um funcionário do Corinthians, a empresa Mega Assessoria Operacional Ltda., não tinha autorização da Polícia Civil para prestar serviço de segurança privada, e o presidente do Timão, Osmar Stabile, fez questão de chamar alguns veículos de imprensa, na última quarta-feira (13), para esclarecer a situação.


Osmar Stabile assume erro em contratação feita pelo Corinthians: "no dia da invasão, ele (Fernando) foi o cara que ficou comigo o tempo todo, segurou, deu pernada."

Osmar Stabile explicou o motivo contratação da empresa se segurança. "No dia da invasão, ele (Fernando) foi o cara que ficou comigo o tempo todo, segurou, deu pernada. Naquele momento eu estava inseguro, estava correndo risco de vida aqui. Os seguranças lá embaixo não me atendiam mais. Liguei para eles para autorizar algumas pessoas a subirem e eles disseram que só atenderiam o Augusto Melo. Foi colocado isso."


Fernando José da Silva, que se apresenta como gerente operacional no clube, estava responsável por capitanear a troca da equipe de segurança após a invasão do andar da presidência por apoiadores do ex-presidente Augusto Melo, em 31 de maio de 2025. Osmar Stabile mostrou um ofício de 26 de maio que dava plenos poderes a Fernando para atuar em nome do Corinthians nas "esferas administrativas operacionais", com acesso ao Parque São Jorge, à Neo Química Arena e ao CT Joaquim Grava, por sete dias

Completou ainda o presidente do Corinthians. "Não tinha esse conhecimento. Tanto é que, quando foram pagar as notas, contrataram outra empresa e deixaram essa de lado. Foi isso, provavelmente. Não sei ainda, porque estamos levantando as informações. Se o Ministério Público o chamou para uma oitiva, acho que fica tranquilo ele se afastar momentaneamente. Faz a oitiva, verifica o que aconteceu e, depois, se precisar, assume. Se não precisar, não assume."

"Provavelmente, ele (Fábio Soares, diretor administrativo do Corinthians) será afastado. Ou ele vai se demitir ou eu vou afastar, não tem jeito. A gente está lá com o Ministério Público, vai ter uma oitiva e não podemos deixá-lo aqui em virtude da oitiva. Eu acredito mais num erro administrativo do que propriamente uma questão de erro que cometeram por querer para ganhar dinheiro em cima. Nada disso, tenho certeza absoluta que não foi." Disse mais ainda o presidente do Corinthians.


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MP abre investigação sobre empresa que presta serviços ao Corinthians

Ministério Público quer apurar para descobrir se gestão de Osmar Stabile teria cometido algum crime ao contratar organização que não teria autorização

Corinthians sofre mais uma investigação do MP de São Paulo que quer apurar contratos entre o clube e empresa - Foto: Marcos Ribolli
Corinthians sofre mais uma investigação do MP de São Paulo que quer apurar contratos entre o clube e empresa - Foto: Marcos Ribolli

13 Mai 2026 | 14:27 |

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O Ministério Público de São Paulo abriu investigação sobre uma suposta contratação irregular de empresa de segurança pelo Corinthians, cujo nome seria Mega Assessoria e teria como dono, um funcionário do clube, Fernando José da Silva. Atualmente, ele é gerente operacional do clube social e do CT Joaquim Grava.


O caso envolve a prestação de serviços em jogos realizados na Neo Química Arena e em eventos ligados ao clube, com suspeitas de descumprimento de normas legais e possíveis favorecimentos em processos de contratação. No total, o Timão teria desembolsado R$ 676,6 mil para pagar a essa empresa.


O que será investigado pelo MP?


De acordo com informações divulgadas pelo portal GE, a apuração busca esclarecer se houve irregularidades na escolha da empresa responsável pela segurança, incluindo possíveis vínculos com dirigentes e ausência de licitação adequada. O MP pretende analisar contratos, valores pagos e documentos internos para verificar se o clube seguiu os procedimentos exigidos pela legislação.

Ao que tudo indica, a Mega Assessoria não teria autorização da Polícia Federal para prestar serviços de segurança privada. Além disso, a exigência de uma assinatura de contrato formal não teria ocorrido entre as partes já na gestão do atual presidente, Osmar Stabile.


O promotor, Cássio Roberto Conserino aponta irregularidades como retorno do dinheiro sacado, notas fiscais frias e até o mesmo o endereço da empresa. Hoje ela estaria localizada em uma fachada de uma residência comum em São Paulo.

Corinthians tem problemas financeiros

A investigação ocorre em um momento delicado para o Corinthians, que já enfrenta dificuldades financeiras e busca reorganizar suas contas por meio do Regime Centralizado de Execuções (RCE). A possibilidade de novas pendências jurídicas preocupa, já que pode gerar bloqueios de receitas ou comprometer acordos em andamento.


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Corinthians começa a pagar o RCE, mas dívida aumenta – Entenda

Diretoria do Parque São Jorge tenta diminuir valores milionário em que a instituição precisa quitar, no entanto, pendências não param de crescer

Corinthians começa a pagar RCE, mas observa que sua dívida aumentou devido aos juros impostos - Foto: Jorge Edgar de Matos
Corinthians começa a pagar RCE, mas observa que sua dívida aumentou devido aos juros impostos - Foto: Jorge Edgar de Matos

13 Mai 2026 | 11:56 |

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O Corinthians iniciou o pagamento do Regime Centralizado de Execuções (RCE), mecanismo criado para organizar dívidas trabalhistas e cíveis de clubes brasileiros. Apesar do avanço, o valor total devido pelo Timão subiu para R$ 2,249 milhões, segundo dados atualizados divulgados nesta semana. O montante engloba compromissos com credores diversos e reforça o tamanho do desafio financeiro enfrentado pela diretoria.


O que seria RCE?


O RCE funciona como uma espécie de recuperação judicial, permitindo que o clube concentre suas dívidas em um único processo e realize pagamentos mensais de acordo com a arrecadação. No caso do Corinthians, o percentual estabelecido é de até 6% das receitas correntes, o que garante fluxo contínuo para reduzir gradualmente o passivo. O primeiro depósito já foi efetuado, representando um marco importante na tentativa de reorganização financeira.


Corinthians tem dívidas em vários setores

Entre os maiores credores estão bancos, fornecedores e ex-jogadores que acionaram a Justiça por valores não pagos. O levantamento mostra que instituições financeiras concentram parte significativa da dívida, enquanto ações trabalhistas também representam parcela relevante. A transparência do processo permite que todos os credores acompanhem os pagamentos e a evolução do saldo devedor.


Por que é importante pagar?

O Corinthians se prontificou em quitar essa dívida nos próximos 10 anos com o objetivo de se livrar dos diversos bloqueios existentes em suas contas bancárias. O não pagamento, originou no bloqueio delas. Livre das quantias, o Timão poderá focar em sua reestruturação financeira que atualmente conta com R$ 2,7 bilhões em pendências.

Transfer ban à vista

Em meio a tantas contas para pagar, mais uma que pode gerar um novo transfer ban. O New York City, clube que pertence ao Grupo City cobra R$ 12 milhões ao alvinegro paulista. O motivo é o não pagamento do empréstimo e da não opção de compra de Talles Magno, que já retornou ao Estados Unidos.


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