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Conselheira vitalícia do Corinthians avalia candidatura à presidência: "precisa mudar"
17 Fev 2026 | 17:12
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16 Set 2025 | 22:36 |
O Corinthians obteve uma importante vitória judicial nesta semana ao conseguir reduzir significativamente uma dívida milionária com o empresário Giuliano Bertolucci. A decisão foi proferida pelo Tribunal de Justiça de São Paulo, que acatou parcialmente o recurso do clube e determinou que os valores cobrados devem ser recalculados com base em juros simples, e não compostos, prática considerada ilegal quando não prevista de forma clara em contrato.
A redução estimada gira em torno de R$ 6 milhões, representando um alívio relevante para os cofres alvinegros. A corte entendeu que a cobrança de juros compostos violava a Lei da Usura e o entendimento do Supremo Tribunal Federal, o que invalidou parte dos cálculos apresentados por Bertolucci.
Essa não foi a primeira vitória do Corinthians contra o empresário. Em decisão anterior, o clube já havia conseguido anular uma execução de R$ 22,4 milhões, que fazia parte de uma cobrança total de R$ 78,2 milhões registrada no Regime Centralizado de Execuções (RCE). O juiz Fábio Rogério Bojo Pellegrino apontou que os cálculos apresentados eram imprecisos e não permitiam verificar a evolução real da dívida.
Bertolucci acionou a Justiça em janeiro, cobrando valores referentes a empréstimos, intermediações e atrasos em negociações envolvendo atletas como Paulinho, Ramiro, Jô e Matheuzinho. O Corinthians, por sua vez, reconheceu parte da dívida, mas contestou os acréscimos indevidos e entrou com embargos para suspender a execução.
Após sua saída do Nottingham Forest, Carlos Miguel foi visto com bons olhos pela diretoria alvinegra em um retorno ao clube. O objetivo era compor o elenco e ser uma sombra para Hugo Souza. No entanto isso não aconteceu. Seu empresário é o Bertolucci que na época, havia descartado seu retorno ao Brasil. No final, o ex-Corinthians fechou com um de seus maiores rivais, o Palmeiras.
A vitória jurídica reforça a estratégia do clube em revisar e contestar cobranças excessivas, especialmente em um momento de reestruturação financeira. A diretoria, segue empenhada em reduzir passivos e garantir maior transparência nas relações com agentes e empresários. Com a decisão favorável, o Corinthians ganha fôlego para seguir investindo no futebol e equilibrando suas contas, enquanto mantém firme sua postura de defesa institucional.
Arqueiro do clube do Parque São Jorge foi vítima de racismo após a classificação da equipe para a semifinal do Paulistão
26 Fev 2026 | 14:29 |
O Corinthians reforçou seu compromisso na luta contra o racismo em ação realizada antes da partida contra o Cruzeiro, pelo Campeonato Brasileiro, no Mineirão. Os jogadores entraram em campo exibindo a frase “Racismo é crime. Denuncie” na altura da gola da camisa e levaram o uniforme à boca durante a entrada e na foto oficial. O gesto chamou atenção da imprensa internacional e foi repercutido pelo jornal português ‘A Bola’, que destacou a iniciativa alvinegra.
A campanha surgiu após ofensas racistas direcionadas ao goleiro Hugo Souza, que já atuou pelo Chaves, em Portugal, em 2023. O episódio ocorreu logo após a classificação do Timão para as quartas de final do Campeonato Paulista.
A atitude dos atletas do Corinthians também remeteu ao gesto de Prestianni, jogador do Benfica, em confronto contra o Real Madrid pela Champions League, quando foi acusado de insultar Vinícius Júnior enquanto tapava a boca com a camisa.
O empate por 1 a 1 diante do Cruzeiro serviu de palco para a manifestação corinthiana, que reforçou a importância de denunciar práticas discriminatórias dentro e fora dos estádios. A repercussão internacional amplia a visibilidade da campanha e fortalece a imagem do clube como agente ativo na defesa da igualdade e do respeito
A Bola explicou o motivo da campanha: "Esta ação surge na sequência de ofensas racistas dirigidas ao goleiro Hugo Souza - que em Portugal representou o Chaves em 2023 -, após a classificação da equipe nas quartas de final do Campeonato Paulista, mas evoca o gesto de Prestianni com Vinícius Júnior, durante o Benfica-Real Madrid da semana passada, pela Champions League, em que o argentino foi acusado de proferir insultos enquanto tapava a boca com a camisa."
Nome que já assumiu a presidência do clube do Parque São Jorge em gestões anteriores, está sendo investigado pela Polícia e teria descumprido ordem judicial
25 Fev 2026 | 19:17 |
Mais um problema para o ex-Corinthians Andrés Sanchez, o Ministério Público de São Paulo pediu para que ele use tornozelo eletrônica. O promotor Cássio Roberto Conserino entende que o ex-presidente do Corinthians teria descumprido uma medida cautelar.
Andrés Sanchez está sendo investigado pelos crimes de lavagem de dinheiro e de uso inadequado dos cartões corporativos do Timão. O ex-mandatário não poderia entrar em contato com testemunhas e nem com dirigentes, o que parece ele teria feito.
O caso piorou para o ex-Corinthians quando Antônio Jorge Rachid afirmou em depoimento, ter recebido ligação do antigo presidente do Coringão no dia 30 de janeiro de 2026. O MP já tinha informado a Sanchez que tal prática não deveria acontecer.
O promotor do caso de acordo com o seu entendimento, o cargo de Rachid se enquadra como o de dirigente conforme o artigo 64 da Lei Geral do Esporte (Lei 14.597/23). Isso porque sua função é referente à gestão e também de administração.
Para o Ministério Público, a tornozeleira eletrônica ajudaria a evitar riscos de descumprimento e garantiria que o andamento das investigações ocorra sem obstáculos. Além disso, o órgão pede a entrega do passaporte espanhol para evitar qualquer saída para fora do Brasil.
Duilio Monteiro Alves e Augusto Melo estão com suas gestões sendo apuradas pela Polícia e Ministério Público. As investigações dos ex-Corinthians aconteceram após Andrés Sanchez ter sido acusado de gastos pessoais nos cartões corporativos do Timão. O caso dos três nomes ligados ao alvinegro paulista continua sendo analisado pela Justiça.
Clube do Parque São Jorge e empresa fecharam acordo de três temporadas que pode render R$ 200 milhões por ano aos cofres do alvinegro paulista
24 Fev 2026 | 21:30 |
O Corinthians oficializou a renovação do contrato de patrocínio máster com a Esportes da Sorte, garantindo um dos maiores acordos da história do clube. O novo vínculo terá validade até dezembro de 2029 e prevê pagamento fixo de R$ 150 milhões por temporada, com possibilidade de alcançar até R$ 200 milhões anuais caso metas esportivas e comerciais sejam atingidas.
O contrato estabelece que R$ 140 milhões correspondem ao patrocínio principal, enquanto R$ 10 milhões estão vinculados a uma performance mínima obrigatória. Além disso, há previsão de verbas adicionais para ações de marketing e projetos ligados à Lei de Incentivo ao Esporte, caso sejam aprovados. Os bônus podem ser ativados por conquistas de títulos, desempenho em negócios, campanhas de engajamento e licenciamento de produtos.
O acordo representa um salto significativo em relação ao contrato anterior, assinado em 2024, que rendia cerca de R$ 103 milhões por temporada. Com a renovação, o Corinthians terá um acréscimo de aproximadamente R$ 47 milhões por ano, reforçando sua posição entre os clubes com maior receita de patrocínio no Brasil.
Além da exposição da marca na camisa, o contrato inclui ativações digitais e campanhas voltadas para a torcida, ampliando a presença da Esportes da Sorte no universo corintiano. A parceria também oferece maior flexibilidade na utilização dos recursos, permitindo que o clube direcione os valores conforme suas necessidades esportivas e administrativas. Anteriormente, parte do dinheiro pago pela patrocinadora era destinado para o salário de Memphis Depay.
Além de reforçar o vínculo com a casa de apostas, o Corinthians recentemente assinou novos contratos. Como é o caso da BYD, montadora chinesa de automóveis. O objetivo é arrecadar cerca de R$ 255 milhões com patrocínios.