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Crise no Corinthians: Stabile demite mais dois dirigentes após eliminação na Sul-Americana

Crise se agrava no Timão com prejuízo milionário, mudanças internas e pressão crescente por resultados no restante da temporada.

Osmar Stabile demite dois dirigentes após vexame na Sul-Americana e reforça limpeza administrativa no Corinthians. Foto: Reprodução
Osmar Stabile demite dois dirigentes após vexame na Sul-Americana e reforça limpeza administrativa no Corinthians. Foto: Reprodução

29 Mai 2025 | 13:40 |

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A eliminação precoce do Corinthians na fase de grupos da Copa Sul-Americana agravou a crise nos bastidores do clube. Em resposta ao desempenho decepcionante, o presidente interino Osmar Stabile demitiu mais dois dirigentes influentes no CT Joaquim Grava: Marcos Boccatto, superintendente de Novos Negócios, e Caio do Valle, assessor próximo do ex-presidente Augusto Melo. 


Essas demissões fazem parte de uma série de mudanças promovidas por Stabile desde que assumiu o cargo, com o objetivo de afastar remanescentes da gestão anterior. Anteriormente, Tiago Maranhão já havia sido desligado da função de superintendente de comunicação. 


A eliminação na Sul-Americana também trouxe prejuízos financeiros significativos ao Corinthians. Segundo estimativas, a queda precoce pode representar um rombo de aproximadamente R$ 20 milhões nas finanças previstas para 2025. 


Apesar das mudanças na diretoria, o executivo de futebol Fabinho Soldado e o técnico Dorival Júnior permanecem em seus cargos. Stabile expressou confiança no trabalho de ambos, embora a pressão por resultados positivos aumente.

Com a crise institucional e esportiva instalada, o Corinthians volta suas atenções para as competições restantes na temporada, buscando reverter a situação e reconquistar a confiança da torcida.



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Corinthians terá de pagar milhões a Gustavo Mosquito após decisão do STF

Tentativa do clube de suspender processo é rejeitada pelo Supremo, agravando problemas financeiros em meio a transfer ban e dívidas internacionais

STF confirma pagamento de R$ 8 milhões a Mosquito e complica finanças do Corinthians. Foto: Reprodução
STF confirma pagamento de R$ 8 milhões a Mosquito e complica finanças do Corinthians. Foto: Reprodução

30 Ago 2025 | 18:00 |

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O Corinthians sofreu mais um revés fora de campo ao ser condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a pagar mais de R$ 8 milhões ao atacante Gustavo Mosquito, referente à rescisão contratual. A decisão foi tomada no plenário virtual da 1ª Turma e teve placar de 4 a 0, encerrando todas as chances do clube de reverter o processo.


O voto de destaque veio do ministro Alexandre de Moraes, conhecido torcedor corintiano, que acompanhou o relator Cristiano Zanin, assim como os ministros Cármen Lúcia e Flávio Dino, contrariando os interesses do Timão. O STF rejeitou os argumentos do departamento jurídico alvinegro e manteve a condenação.


O imbróglio começou em julho de 2024, quando Mosquito entrou com ação na Justiça do Trabalho alegando atrasos recorrentes no FGTS e no pagamento de direitos de imagem. Após recurso do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região, a quebra contratual foi reconhecida, incluindo salários, 13º e férias proporcionais que não haviam sido pagos até o fim do contrato, previsto para junho de 2026.


O Corinthians ainda tentou suspender o processo no STF, argumentando que Mosquito recebia parte de seus vencimentos via empresa própria e que o caso deveria se enquadrar na discussão sobre pejotização. O relator Cristiano Zanin, entretanto, descartou essa interpretação, classificando a tentativa como um uso inadequado do recurso.

Atualmente com 27 anos, Mosquito soma 176 jogos e 18 gols pelo Corinthians e tenta reerguer a carreira no Júbilo Iwata, do Japão, após passagem pelo Vitória. Enquanto isso, o Timão enfrenta mais uma dificuldade financeira em uma temporada já conturbada, somando-se ao desafio de resolver o transfer ban por conta da dívida com o Santos Laguna, do México.



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Dívida do Corinthians chega a bilhões e preocupa administradores judiciais

Com déficit no clube social e esportes amadores, Timão encerra 1º trimestre em crise e busca revisão orçamentária para conter perdas

Dívida do Corinthians dispara e já chega a R$ 2,6 bilhões! Clube fecha trimestre no vermelho e corre contra o tempo para equilibrar as contas. Foto: Reprodução
Dívida do Corinthians dispara e já chega a R$ 2,6 bilhões! Clube fecha trimestre no vermelho e corre contra o tempo para equilibrar as contas. Foto: Reprodução

30 Ago 2025 | 12:50 |

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O Corinthians vive um momento delicado em suas finanças. O endividamento do clube alcançou a marca de R$ 2,6 bilhões ao final do primeiro trimestre de 2025, segundo relatório da Laspro Consultores, administradora judicial responsável pelo Regime Centralizado de Execuções (RCE). O documento, anexado ao processo que aguarda homologação na Justiça, apresenta os dados oficiais mais recentes sobre a situação econômica do Timão, uma vez que a diretoria não divulga balancetes desde fevereiro.


De acordo com o relatório, o clube encerrou o primeiro trimestre com déficit de R$ 16,4 milhões. O levantamento mostra que o departamento de futebol conseguiu se manter com saldo positivo de R$ 15,5 milhões até março. No entanto, os esportes amadores e o clube social representaram um grande impacto negativo, acumulando déficit de R$ 31,9 milhões no período.


Os consultores destacam que o Índice de Endividamento Geral do Corinthians atingiu 120%. Isso significa que o montante das dívidas supera em 20% o total de ativos disponíveis, como bens, direitos e recebíveis. O cenário é classificado como “insatisfatório” pelos administradores, já que a condição ideal seria que as dívidas não ultrapassassem os ativos.


Em meio à crise, a diretoria corintiana promete finalizar em breve o balancete do primeiro semestre de 2025. O documento trará um panorama mais atualizado da situação financeira e deve embasar decisões estratégicas para tentar equilibrar as contas. Além disso, o clube prepara uma revisão orçamentária que será submetida ao Conselho Deliberativo para aprovação.

A diretoria alega que a demora na publicação dos números foi consequência da troca de gestão, após o impeachment do ex-presidente Augusto Melo. Agora, a nova administração busca reorganizar as finanças e apresentar soluções diante de um dos cenários mais graves da história econômica do clube.



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Corinthians avalia romper contrato com Neo Química e projeta acordo bilionário para arena

Neo Química mantém prioridade de renovação, mas risco de rompimento cresce com ofertas de concorrentes, incluindo uma casa de apostas disposta

Timão busca ampliar receitas e pode mudar nome do estádio com novo acordo bilionário a partir de 2026. Foto: Reprodução
Timão busca ampliar receitas e pode mudar nome do estádio com novo acordo bilionário a partir de 2026. Foto: Reprodução

29 Ago 2025 | 09:00 |

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O Corinthians iniciou conversas para renegociar os naming rights de sua arena, atualmente chamada Neo Química Arena. A diretoria projeta arrecadar cerca de R$ 700 milhões em um novo contrato, válido por dez anos, o que garantiria ao clube uma receita anual de aproximadamente R$ 70 milhões. O valor seria mais que o dobro do atual acordo com a Hypera Pharma, assinado em 2020 e avaliado em R$ 300 milhões no total.


De acordo com a apuração do UOL Esporte, três empresas já demonstraram interesse, entre elas uma casa de apostas, que se mostrou disposta a atender ao valor pretendido pelo Timão. O movimento reforça a entrada massiva desse setor no futebol brasileiro, principalmente em patrocínios e acordos de grande visibilidade.


Apesar das sondagens, a Neo Química mantém prioridade nas negociações. Pelo contrato vigente, a farmacêutica pode cobrir qualquer proposta feita por concorrentes e garantir a continuidade do vínculo. Essa cláusula fortalece a posição da atual parceira do clube, que investiu na arena em 2020 com a previsão de validade do contrato até 2040.


Caso o Corinthians opte por encerrar o acordo antes do prazo, terá de arcar com uma multa rescisória que varia entre R$ 50 milhões e R$ 70 milhões. Ainda assim, a diretoria acredita que a possibilidade de ampliar a receita compensa a reavaliação do contrato, em um momento em que o clube busca novas fontes de renda para equilibrar suas finanças.

A expectativa é de que as tratativas avancem ao longo de 2025, abrindo espaço para uma redefinição no nome do estádio já a partir da temporada de 2026. O desfecho dependerá tanto da postura da Neo Química em igualar as ofertas quanto da força da concorrência interessada em associar sua marca à casa do Timão.



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