Clube
30 Mai 2025 | 16:11 |
O ex-Corinthians Gil entrou com um processo contra o clube alvinegro, questionando o valor da dívida que foi informado à Justiça no Regime Centralizado de Execuções (RCE).
O defensor, que atualmente joga pelo Santos, contesta a quantia apresentada pelo Timão e busca uma correção do montante devido.
Segundo os advogados do jogador, o Corinthians declarou à Justiça que deve R$ 12.390.000,00 ao atleta.
No entanto, a defesa de Gil afirma que o valor correto seria de R$ 14.172.086,30, considerando juros e correção monetária desde a data da ação que deferiu o RCE a favor do clube. A diferença entre os valores gerou um impasse judicial, levando o zagueiro a solicitar uma revisão da dívida.
A empresa que representa Gil, a CF4 Promoções e Eventos Esportivos Ltda., entrou com a ação alegando que o valor informado pelo Timão não considera o período de correção e os juros acumulados.
Os advogados do jogador pediram que o Corinthians seja intimado a se manifestar sobre a falta de pagamento desse valor em até cinco dias.
Além disso, a defesa solicita que o clube seja condenado ao pagamento dos honorários advocatícios relacionados ao processo.
O caso está sendo analisado pela 2ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo e será julgado pelo juiz Guilherme Cavalcanti Lamêgo.
A disputa judicial entre Gil e o Corinthians já se arrasta há algum tempo, e essa nova contestação pode impactar ainda mais a situação financeira do clube alvinegro.
O Timão enfrenta dificuldades econômicas e busca alternativas para quitar suas dívidas, incluindo negociações com credores e ajustes na gestão financeira.
A contestação feita pelo ex-Corinthians pode representar um novo desafio para a administração do clube, que precisa lidar com processos judiciais e encontrar soluções para equilibrar suas contas.
O promotor Cássio Conserino, que está a frente das investigações dos ex-presidentes do clube, quer a PF investigando a Reag, citada na Operação Carbono Oculto
06 Jan 2026 | 22:15 |
Na noite desta terça-feira (06), o Ministério Público do Estado de São Paulo, por meio do promotor Cássio Conserino, pediu para a Polícia Federal investigar a contratação e atuação da Reag, atualmente chamada Arandu, como gestora do fundo financeiro para administração da dívida da Neo Química Arena, segundo as informações do jornalista Gabriel Oliveira, do 'GE'.
MP pede à Polícia Federal para investigar irregularidades no fundo gestor da arena do Corinthians
No pedido feito pelo promotor Cássio Conserino, é citado que a Reag é alvo da operação "Carbono Oculto", que investiga possíveis fraudes, crimes financeiros e lavagem de dinheiro no setor de combustíveis, em um esquema com ligação com a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC).
A Reag assumiu a gestão do fundo que administra a dívida do Corinthians com a Caixa Econômica Federal pela construção da Neo Química Arena em 2022, depois de uma renegociação assinada pelo ex-presidente Duílio Monteiro Alves, investigado pelo Ministério Público pelo uso indevido do cartão corporativo, entre outras acusações.
Como parte do ofício enviado à Polícia Federal, Cássio Conserino apontou que: "Esses fatos são, em tese, graves e demonstram um eventual risco sistêmico financeiro. Referida investigação não se confunde com gestão esportiva ou administrativa do clube, mas incide sobre fluxos financeiros, governança de fundo e eventual infiltração criminosa nesse cenário."
Valor prometido pelos idealizadores do projeto planejam aporte gigante, mas dinheiro precisaria ser devolvido, caso o clube não se transformasse em SAF
06 Jan 2026 | 19:05 |
Na tarde desta terça-feira (06), a SAFiel apresentou uma proposta ao Corinthians, envolvendo um aporte financeiro gigante. Com diversos problemas financeiros, os idealizadores do projeto prometeram pagar um adiantamento de R$ 585 milhões aos cofres do clube do Parque São Jorge, com o objetivo de pagar as dívidas referentes a Neo Química Arena e também em relação ao transfer ban.
Na tarde de hoje, em suas redes sociais, a SAFiel revelou que enviou uma carta ao presidente do Corinthians, Osmar Stabile, para o pagamento das dívidas mais urgentes do clube alvinegro, porém, segundo as infomações do jornalista Bruno Cassucci, do 'GE', se o projeto for aprovado, o valor será convertido em ações. Caso o projeto não prospere, o Timão precisará devolver o dinheiro.
Veja o que a SAFiel prometeu ao Corinthians:
A maior parte dos conselheiros do Corinthians e dos membros do Cori não concordam com a implementação da Sociedade Anônima do Futebol (SAF) no clube do Parque São Jorge. O memorando de entendimentos está em posse do alvinegro paulista desde outubro do ano passado.
A SAFiel prevê a transformação do Corinthians em SAF, com gestão profissional do futebol, mas administrada não por um dono, e sim pelos torcedores, que poderiam comprar ações a preços populares e votar nos conselhos. Integrantes das torcidas organizadas teriam cadeira reservada no Conselho de Fiscalização.
Após o pagamento da pendência financeira de Matías Rojas, diretoria tem buscado solucionar todos os problemas que têm impedido de registrar jogadores
06 Jan 2026 | 18:14 |
O Corinthians deu um passo importante para iniciar 2026 sem restrições no mercado da bola. O clube antecipou o pagamento da terceira parcela do acordo firmado na Câmara Nacional de Resolução de Disputas (CNRD), medida que tenta retirar a proibição do registro de atletas por parte da CBF. O vencimento do mês de janeiro era no próximo dia 17.
A dívida corresponde à compra de Raniele que pertencia ao Cuiabá, o clube passou a não receber os valores prometidos pelo Timão e buscou seus direitos. O acordo firmado na CNRD prevê pagamentos escalonados, e o Corinthians já havia cumprido as duas primeiras etapas.
A antecipação da terceira parcela no valor de R$ 7,2 milhões, demonstra esforço da gestão em manter regularidade administrativa e evitar novos entraves jurídicos. A mudança do Timão se deve porque as duas primeiras parcelas foram pagas com atraso e isso gerou transtornos.
Na última reunião sobre o caso, a CNRD avisou que a suspensão do transfer ban só seria suspensa a partir de “uma demonstração de mudança de postura” por meio do Corinthians. E foi assim que a diretoria buscou, pagou a terceira parcela e agora aguarda a suspensão que até o momento, não aconteceu.
Embora tenha quitado a dívida do ex-Corinthians Matías Rojas e antecipado a da CNRD, a do Santos Laguna continua. O Timão segue em conversas com diretoria mexicana para que o quanto antes haja um acordo e assim, consigam pagar. Por conta dos R$ 40 milhões de dívida, o transfer ban foi aplicado pela Fifa, que aguarda o alvinegro paulista cumprir com as suas obrigações.
Duílio se posiciona após Caixa bloquear parte do valor título do Corinthians da Copa do Brasil
02 Jan 2026 | 18:01