Clube
Cadê o dinheiro que estava aqui? Auditoria encontra valores divergentes no caixa do Corinthians
13 Abr 2026 | 15:37
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19 Fev 2025 | 14:20 |
Após o sucesso do primeiro jogo da NFL (futebol americano) em solo brasileiro na história do esporte, no ano passado, a organização vai realizar uma segunda partida na Neo Química Arena, em São Paulo, no próximo dia 5 de setembro. Desta vez, o Los Angeles Chargers será o time designado como "mandante". O adversário ainda não foi anunciado.
O Corinthians celebrou o retorno da NFL à Neo Química Arena em postagem realizada nas redes sociais nesta quarta-feira, 19, com um vídeo estrelado pelo craque holandês Memphis Depay. Com uma bola de futebol americano nas mãos, Memphis diz: “Touchdown Chargers, Touchdown, Corinthians. Bem-vindos ao nosso estádio, vejo vocês em setembro”.
A partida no Brasil foi a última a ser anunciada, dentre as oito datas internacionais possíveis que a NFL poderia realizar na próxima temporada. Antes disso, a liga divulgou três jogos em Londres (dois no estádio do Tottenham e um em Wembley) e um jogo cada em Berlim, Madri, Melbourne e Dublin.
O primeiro jogo em São Paulo aconteceu na primeira rodada da temporada 2024-25, com o Philadelphia Eagles como time da casa contra o Green Bay Packers. Os ingressos se esgotaram, com 47.236 pessoas presentes, e a energia do público foi muito elogiada pelos jogadores de ambas as equipes.
Agora, será o Los Angeles Chargers, da divisão Oeste da Conferência Americana (AFC), que mandará a partida no estádio do Corinthians. Suas cores (azul, amarelo e branco) não devem motivar novas polêmicas, como aconteceu pelo fato de os Eagles usarem verde, cor do Palmeiras. Os Chargers fizeram boa campanha em 2024, com 11 vitórias e seis derrotas, mas foram eliminados pelo Houston Texans na rodada de abertura dos playoffs .
Caso estava sendo investigado e nomes foram ouvidos até que o MP decidiu levar o caso adiante para que o clube paulista seja ressarcido da quantia que falta
16 Abr 2026 | 11:38 |
O Ministério Público de São Paulo denunciou os ex-dirigentes financeiros Matías Romano Ávila, Wesley Melo e Roberto Gavioli, além do ex-chefe de segurança João Odair de Souza, conhecido como Caveira. A acusação envolve retiradas milionárias em espécie dos cofres do Corinthians entre 2018 e 2023 nas administrações de Andrés Sanchez e Duílio Monteiro Alves, sem comprovação da destinação dos valores.
De acordo com a investigação, João Odair teria recebido mais de R$ 3,4 milhões em dinheiro vivo, sem apresentar documentos que justificassem o uso dos recursos. Parte da quantia foi para a conta pessoal de Caveira e outra para a da sua empresa. Essa ação é considerada pelo Ministério Público como desvio de finalidade de recursos.
O MP afirma que houve apropriação indevida e pede que os valores sejam devolvidos ao clube. Além disso, solicita que os ex-Corinthians sejam responsabilizados por omissão, já que ocupavam cargos de poder durante o período em que as movimentações ocorreram.
O MP ainda está analisando a participação de Sanchez e Monteiro Alves nesse caso. Isso porque os ex-mandatários do Timão estavam no cargo no período em que essa quantia saiu do clube. Além disso, o dinheiro era classificado como “adiantamento para a presidência”, o que pode evidenciar o envolvimento deles.
Enquanto isso, dentro de campo, o Corinthians vive fase positiva sob o comando de Fernando Diniz. O time venceu o Independiente Santa Fe por 2 a 0 na Libertadores, assumiu a liderança do Grupo E e encerrou um jejum de vitórias na Neo Química Arena. O próximo desafio será contra o Vitória, pelo Campeonato Brasileiro, no Barradão, em Salvador, no sábado (18), às 20h (de Brasília).
O atual mandatário do Timão, está no cargo desde agosto do ano passado, quando entrou para substituir Augusto Melo, que sofreu impeachment
15 Abr 2026 | 15:10 |
A política do Corinthians pode esquentar cada vez mais nas próximas semanas, isso porque, segundo as informações do portal UOL Esporte, um grupo de conselheiros e sócios do clube alvinegro, está se movimentando para buscar o afastamento do presidente Osmar Stabile e um um pedido de instauração imediata do processo de impeachment foi protocolado.
Em documento de 15 páginas, assinado por Marcelo Kahan Mandel, Antônio Roque Citadini, Fernando Perino, Yun Ki Lee, Peterson Ruan Aiello do Couto Ramos, José Augusto Mendes, Alexandre Germano, Wilson Canhedo Jr. e Cyrillo Cavalheiro Neto, conselheiros e sócios do Corinthians querem o impeachment de Osmar Stabile.
Conselheiros do Corinthians querem saída de Osmar Stabile da presidência: "ignora requerimentos formais e legítimos."
O que diz parte do documento, que apresenta possíveis irregularidades de Osmar Stabile, em sua gestão no Corinthians. "Graves violações estatutárias e legais, em especial à Lei Geral do Esporte, praticadas que comprometem a imagem, o patrimônio e a credibilidade do Clube. Condutas do Presidente, conforme detalhadas neste pedido, demonstram uma gestão que se afastou dos princípios de legalidade, transparência e responsabilidade, essenciais para a administração de uma instituição do porte e da importância do Sport Club Corinthians Paulista."
Parte do documento ainda diz que: "A oneração do Parque São Jorge, um dos bens mais valiosos e simbólicos do Clube, foi realizada sem a observância das formalidades legais e estatutárias. Tal conduta não apenas desrespeita as normas internas, mas também expõe o patrimônio a riscos inaceitáveis, em desrespeito ao artigo 50 do Código Civil (Lei nº 10.406/2002), que trata da desconsideração da personalidade jurídica em casos de desvio de finalidade ou confusão patrimonial, e aos princípios da Lei Geral do Esporte."
"A não divulgação dos balanços do Sport Club Corinthians Paulista dentro do prazo legal estabelecido, que se estende até o último dia de março para o exercício encerrado em 31 de dezembro, constitui uma grave falha de gestão. Esta omissão viola diretamente os princípios de transparência e boa governança, impede a fiscalização pelos associados e conselheiros, e contraria o disposto no artigo 67, inciso VI, da Lei Geral do Esporte." Diz parte do documento, em relação a gestão de Osmar Stabile no Corinthians.
Em nota oficial publicada na noite desta segunda-feira (13), o presidente fez esquentar ainda mais o clima político dentro do Parque São Jorge
13 Abr 2026 | 21:00 |
Na noite desta segunda-feira (13), o presidente do Conselho Deliberativo do Corinthians, Romeu Tuma Júnior, divulgou uma nota oficial, comunicando que está se licenciando das funções do cargo e aproveitou para fazer ataques públicos ao mandatário do clube alvinegro, Osmar Stabile, com quem se desentendendo há algumas semanas, desde a reunião que tratou entre outros assuntos, da reforma estatutária.
Romeu Tuma Júnior foi motivado a deixar o cargo de presidente do Conselho Deliberativo do Corinthians, por conta de uma liminar da Justiça, que suspendeu a votação da reforma estatutária, que aconteceria no próximo sábado (18), na sede social do clube, no Ginásio Wlamir Marques.
Romeu Tuma Júnior pede licença da presidência do Conselho e ataca mandatário do Corinthians: "a ação, tem como única finalidade impedir, a manifestação dos associados."
Romeu Tuma Júnior, explica os motivos da licença da presidência do conselho Deliberativo do Corinthians: "Nos últimos dias, ficou evidente a construção de uma operação política destinada a bloquear a vontade dos associados. A minha presença na presidência do Conselho passou a ser usada pelo presidente da Diretoria, Osmar Stabile, como argumento para inviabilizar a votação da reforma no dia 18 de abril (sábado próximo)."
Disse ainda Romeu Tuma Júnior: "Sua mais recente manobra, a ação que veio a público na manhã de hoje - e que, aliás, foi deliberadamente protocolada em sigilo, mesmo que sem qualquer fundamentação que o justifique -, tem como única finalidade impedir, exatamente, a manifestação dos associados."
Romeu Tuma Júnior provocou ainda o presidente do Corinthians, Osmar Stabile: "Stabile se utiliza de terceiro para propor a ação, porque tem medo de ser julgado exatamente pelo que é: um traidor. Um traidor de cada voto que recebeu. Um traidor de cada corinthiano que acreditou no seu caráter. Um traidor de quem quer um Corinthians democrático – valor que, por sua vez, nos define como instituição."
"Não serei instrumento dessa manobra, tampouco permitirei a continuidade dos atos ilegais de constrangimento e assédio a funcionários e funcionárias que realmente trabalham pelo e para o Corinthians, ao contrário dessa gente autoritária e golpista. Dou este passo para remover da frente qualquer desculpa fabricada em nome de uma disputa de poder que nunca foi sobre a minha pessoa, mas sempre sobre o medo de submeter o futuro do Corinthians à decisão livre da sua base associativa." Finalizou Romeu Tuma Júnior.
Cadê o dinheiro que estava aqui? Auditoria encontra valores divergentes no caixa do Corinthians
13 Abr 2026 | 15:37