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Corinthians estuda ampliar a Neo Química Arena e debate assunto com Gaviões da Fiel - entenda
27 Fev 2026 | 00:24
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19 Mar 2025 | 18:30 |
O Corinthians emitiu uma nota oficial nesta quarta-feira, 19 de março de 2025, abordando denúncias de cambismo e irregularidades no programa de sócios Fiel Torcedor. As acusações foram levantadas por Marcelo Munhoes, ex-funcionário do clube, que apontou possíveis irregularidades no programa, especialmente relacionadas à disponibilidade de ingressos para jogos na Neo Química Arena.
Em sua manifestação, o clube questionou as declarações de Munhoes e afirmou que responderá às alegações no "âmbito legal". O Corinthians ressaltou sua colaboração com as autoridades policiais, destacando-se como uma das principais vítimas dessas práticas ilegais e demonstrando interesse na resolução do problema.
Além disso, o clube anunciou a "Operação Ingresso Legal", iniciativa destinada a fiscalizar e combater a ação de cambistas tanto internamente quanto nos arredores da Neo Química Arena durante os dias de jogos. Essa operação inclui medidas rigorosas para monitorar os logins ativos que emitem ingressos e credenciais, exigindo aprovação da diretoria com justificativas detalhadas para cada emissão.
O Corinthians também intensificou o monitoramento, realizando compras de ingressos vendidos ilegalmente para identificar e punir os responsáveis por emissões irregulares. O clube reforçou a importância de conscientizar os torcedores sobre os riscos do cambismo e os prejuízos causados por essas práticas ilícitas.
A diretoria alvinegra incentivou os torcedores a denunciarem às autoridades competentes quaisquer flagrantes de vendas ilegais de ingressos, recomendando a elaboração de Boletins de Ocorrência para auxiliar no combate efetivo ao cambismo.
Diretoria do alvinegro paulista estipula uma data para que lançamento seja feito, mas empresa norte-americana não garante que isso poderá ser realizado
06 Mar 2026 | 09:26 |
O Corinthians está em conversa com a Nike para definir quando vai lançar a nova camisa da temporada 2026/27. A ideia do clube é estrear o uniforme contra o Fluminense, no começo de abril, no Maracanã. O motivo é especial: a peça vai homenagear os 50 anos da Invasão Corinthiana, quando milhares de torcedores viajaram até o Rio de Janeiro em 1976 para apoiar o time na semifinal do Brasileirão.
O marketing do Timão considera que esse jogo seria o cenário perfeito para apresentar a camisa, já que o episódio histórico aconteceu justamente contra o mesmo adversário e no mesmo estádio. Mas, por enquanto, a Nike ainda não bateu o martelo sobre a entrega da coleção a tempo dessa partida.
A fornecedora, parceira do Corinthians desde 2003, renovou contrato recentemente por mais dez anos, garantindo vínculo até 2036. Mesmo assim, o cronograma de produção e distribuição pode atrasar a estreia oficial.
O motivo é que a empresa segue o calendário de lançamento de uniforme de clubes europeus, que ocorre apenas em maio. Reuniões entre clube e empresa seguem acontecendo para tentar alinhar logística e confirmar a data.
O novo uniforme vai trazer referências diretas à invasão de 1976, reforçando a ligação entre a torcida e a história do clube. A expectativa é que os modelos 1 e 2 sejam apresentados em evento oficial, com divulgação nas redes sociais e nas lojas licenciadas.
Os comandados de Dorival Júnior seguem se preparando para a partida contra o Coritiba que será no dia 11 de março. O sétimo reforço do Timão, Jesse Lingard teria conversado com treinador e feito o pedido de estrear já neste duelo.
Atual presidente do clube paulista analisa a possibilidade de tentar uma reeleição após a turbulência interna quando Augusto Melo saiu do cargo e ele assumiu
04 Mar 2026 | 15:22 |
O futuro político do Corinthians segue em debate com relação à possível candidatura de Osmar Stabile à reeleição. O dirigente assumiu o cargo de forma interina em maio de 2025, após o afastamento de Augusto Melo, e foi eleito pelo Conselho Deliberativo em agosto do mesmo ano para concluir o mandato até dezembro de 2026.
O Estatuto Social do Corinthians estabelece que não há possibilidade de reeleição para presidente. No entanto, o artigo 103 abre exceção em casos de vacância, permitindo que o dirigente concorra novamente caso tenha permanecido no cargo por até 18 meses. A divergência está na contagem desse período: se inclui o tempo como presidente interino ou apenas após a posse definitiva.
Stabile assumiu interinamente em maio e foi confirmado como presidente em agosto. Caso o período interino seja considerado dentro dos 18 meses, ele pode ficar impedido de disputar o pleito. Se a contagem valer apenas a partir da eleição pelo Conselho, o dirigente teria condições de registrar candidatura.
A indefinição gera expectativa entre conselheiros e associados, já que o processo eleitoral está previsto para o fim de 2026, no Parque São Jorge. O cenário político do clube segue movimentado, com articulações de diferentes grupos e possíveis novos nomes para concorrer à presidência.
Apesar de uma melhora política interna, o Corinthians tem aparecido nas páginas policiais. Atualmente, Andrés Sanchez, Duilio Monteiro Alves e Augusto Melo estão sendo investigados pela Polícia e Ministério Público-SP.
O caso estando sob a responsabilidade do promotor Cássio Roberto Conserino. Recentemente, um ex-funcionário do clube paulista comentou sobre os milhões que ele teria recebido nas administrações passadas. Sua participação também está sob investigação.
Ministério Público investiga movimentação financeira do clube do Parque São Jorge nas gestões anteriores após surgirem comprovações de desvio de dinheiro
04 Mar 2026 | 09:40 |
O Corinthians está sob investigação do Ministério Público de São Paulo por pagamentos em espécie que somam mais de R$ 3,4 milhões a um ex-funcionário do clube. Os repasses ocorreram entre 2018 e 2023, durante as gestões de Andrés Sanchez e Duílio Monteiro Alves, e foram destinados a João Odair de Souza, conhecido como Caveira, responsável pela segurança do clube nesse período.
De acordo com informações divulgadas, a maior parte do montante não teve comprovação por meio de notas fiscais ou recibos. O ex-funcionário alegou em ligação com o GE, que os valores foram utilizados para pagar seguranças autônomos, mas a ausência de documentação oficial gerou suspeitas e motivou a abertura de inquérito.
João falou como era a situação sobre a segurança do Corinthians: “Aos sábados, domingos e feriados é preciso contratar muitos seguranças freelancers para o clube. Isso também acontecia quando havia protestos no CT ou no Parque São Jorge.”
Ele continuou: “Antes de eu assumir (a chefia da segurança) quem fazia isso era a Atual (empresa de vigilância), que cobrava mais ou menos R$ 450, mas pagava R$ 120, R$ 150 ao segurança. Eu conversei com o Andrés sobre isso, e ele mandou eu falar com o jurídico e o Roberto Gavioli (ex-gerente financeiro).”
Ex-funcionário do Corinthians alega: “PM não dá nota fiscal...”
Caveira finalizou a sua explicação: “Dentro do clube tem uma série de esportes. Vai ter jogo de vôlei, basquete, futebol de salão.... São oito seguranças em cada evento desse. Evento na piscina? 20 seguranças. Teve dia de protesto que eu coloquei mais de 60 seguranças no CT. Muitos deles eram policiais em horários de folga. PM não dá nota fiscal. Eu não podia nem fazer ordem de serviço.”
Corinthians estuda ampliar a Neo Química Arena e debate assunto com Gaviões da Fiel - entenda
27 Fev 2026 | 00:24