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Duílio se posiciona após Caixa bloquear parte do valor título do Corinthians da Copa do Brasil

Ex-presidente do Timão comentou sobre as negociações com o banco estatal, durante a sua gestão, o que culminou na perda de dinheiro

Duílio falou sobre parte do dinheiro do Corinthians que ficou travado pela Caixa Econômica Federal - Foto: Reprodução/YouTube - Corinthians TV
Duílio falou sobre parte do dinheiro do Corinthians que ficou travado pela Caixa Econômica Federal - Foto: Reprodução/YouTube - Corinthians TV

02 Jan 2026 | 18:05 |

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Com dificuldades financeiras graves, a conquista da Copa do Brasil sobre o Vasco, no final do ano passado, vai ajudar o Corinthians nas finanças, a fim de buscar a regularidade de situações como os dois transfer bans, além das pendências com o elenco corinthiano. Porém, a diretoria do Timão ficou surpresa com o bloqueio da Caixa de 50% do valor que o clube do Parque São Jorge recebeu, com a conquista da competição.


Duílio se posiciona após Caixa bloquear parte do valor título do Corinthians da Copa do Brasil


Após isso, o ex-presidente do Corinthians, Duílio Monteiro Alves, comentou sobre a situação, já que o portal UOL Esporte, teve acesso a documentos, firmados em 2023, durante a gestão do antigo mandatário do Timão, que mostram que a garantia dada pelo alvinegro não se limita ao principal da dívida nem ao exercício orçamentário. O compromisso cobre também juros futuros, encargos e correções, independentemente do ano em que venha a vencer.


Duílio se posiciona após Caixa bloquear parte do valor título do Corinthians da Copa do Brasil: "Sobre nossa gestão, cabe apenas mencionar que reduzi a dívida com a Caixa."

Duílio Monteiro Alves deu sua opinião sobre negociações com a Caixa. "Durante a minha gestão, celebramos um acordo muito saudável entre o Corinthians e a Caixa Econômica, que reduziu de R$ 3 bilhões para R$ 700 milhões uma contingência que o clube tinha a respeito da Neo Química Arena. No nosso último ano de gestão, quitamos R$ 80 milhões referentes a esse acordo."


"Esse pagamento deveria continuar sendo priorizado nos anos seguintes à minha saída. Se alguma receita listada como garantia foi bloqueada, isso lamentavelmente significa que alguma parcela vencida está em aberto." Prosseguiu o ex-dirigente do Corinthians.

"Sobre nossa gestão, cabe apenas mencionar que reduzi a dívida com a Caixa - que não foi contraída por mim - e que pagamos a primeira parcela, mostrando, em 2023, que o acordo era factível. Fizemos uma transição pacífica ao fim de 2023 com o presidente então eleito e tudo isso foi explicado. A Neo Química Arena é um dos maiores orgulhos da Fiel e sempre será."

"Por isso, é preciso fiscalizar e combater a tática mesquinha de demonizar e descumprir os acordos que viabilizaram a quitação do nosso estádio, especialmente quando ela é empregada para justificar as irresponsabilidades administrativas que se seguiram, rasgando acordos como se não fossem positivos, além de piorar sensivelmente a saúde financeira de um clube que, de 2021 a 2023, apresentou três superávits." Finalizou Duílio Monteiro Alves.


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Conselheira vitalícia do Corinthians avalia candidatura à presidência: "precisa mudar"

Depois do impeachment de Augusto Melo no ano passado, Osmar Stabile assumiu o clube do Parque São Jorge e cumprirá o mandato até o final deste ano

Depois do impeachment de Augusto Melo no ano passado, Osmar Stabile assumiu o Corinthians e ficará até o final deste ano - Foto: Reprodução
Depois do impeachment de Augusto Melo no ano passado, Osmar Stabile assumiu o Corinthians e ficará até o final deste ano - Foto: Reprodução

17 Fev 2026 | 17:30 |

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Conselheira vitalícia do Corinthians, Miriam Athie concedeu entrevista exclusiva ao portal Lance e comentou sobre a possibilidade de se tornar presidente do clube do Parque São Jorge, na qual seria apenas a segunda mulher na história do Time do Povo a estar no cargo máximo da instituição.


Conselheira vitalícia do Corinthians avalia candidatura à presidência


Depois dos últimos acontecimentos envolvendo ex-presidentes do Corinthians, sendo três deles investigados pelo Ministério Público de São Paulo, casos de Augusto Melo, Duílio Monteiro Alves e Andrés Sanchez, Miriam Athie revela que seria uma honra presidir o alvinegro paulista, mas não garante a sua candidatura.


Conselheira vitalícia do Corinthians avalia candidatura à presidência: "se o meu nome estiver lá para ser aprovado, eu o farei com muita galhardia e autoridade."

Em entrevista ao Lance, Miriam Athie revelou que seria uma honra estar na presidência do Corinthians. "Há muita especulação com relação ao meu nome para que eu possa ser a presidente do Corinthians. Para mim seria uma honra, porque eu seria a segunda mulher. A primeira foi Marlene Matheus. Seria muito bom se eu pudesse ser, mas não significa que eu serei."


Osmar Stabile vai cumprir o seu mandato como presidente do Corinthians até o final desta temporada. "Primeiro, depende de uma série de fatores. Há muitos candidatos potenciais no Corinthians. Mas, se o meu nome estiver lá para ser aprovado e Deus me der essa honra de poder presidir o Corinthians, eu o farei com muita galhardia e autoridade, porque a gente precisa mudar o Corinthians de vez."

Mudanças no Corinthians

Miriam Athie falou sobre a responsabilidade que seria presidir o Corinthians. "Se um dia eu me tornasse a segunda presidente mulher da história do Corinthians, seria consequência de muito diálogo, construção e responsabilidade. O que me move é a pauta da representatividade. É um número que mostra o quanto ainda precisamos avançar na participação feminina dentro do esporte e, principalmente, em cargos de decisão."


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MP abre investigação de quantia milionária que saiu do Corinthians em gestão de Duílio Monteiro

Administração de ex-presidente está na mira de órgão que tem verificado problemas financeiros como notas frias que teriam sido geradas

MP investiga mais uma vez as movimentações da gestão de Duílio Monteiro Alves - Foto: Rodrigo Coca/Agência Corinthians
MP investiga mais uma vez as movimentações da gestão de Duílio Monteiro Alves - Foto: Rodrigo Coca/Agência Corinthians

14 Fev 2026 | 20:49 |

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O Ministério Público de São Paulo abriu uma nova frente de investigação envolvendo o Corinthians. O promotor Cássio Conserino apura a liberação de aproximadamente R$ 1,278 milhão dos cofres do clube durante a gestão do ex-presidente Duílio Monteiro Alves, entre 2021 e 2023.


Os valores teriam sido solicitados por Denilson Grillo, conhecido como Carioca, que atuou como motorista de Duílio. A suspeita é de que os adiantamentos de despesas foram feitos sem documentação comprobatória adequada.


Detalhes da investigação que envolve Corinthians e Duílio Monteiro Alves


Segundo o MP, os repasses foram autorizados pelo departamento financeiro do clube e levantam dúvidas sobre a regularidade dos procedimentos. Além disso, dois nomes passaram a integrar formalmente o inquérito: Wesley Melo e Roberto Gavioli, investigados por possível envolvimento em notas frias ligadas às movimentações financeiras.

Contexto para o MP


A apuração faz parte de um inquérito criminal mais amplo que analisa práticas administrativas da antiga gestão do Corinthians. O objetivo é verificar se houve irregularidades na liberação de recursos e se os valores foram utilizados de forma legítima. Cássio Conserino ainda incluiu dois nomes de empresários para o inquérito com suspeita dos mesmos crimes.

Ex-presidente é um dos investigados

O MP tem apurado as gestões dos mandatários do clube do Parque São Jorge. Andrés Sanchez é investigado por crimes tributários, apropriação indébita e lavagem de dinheiro recorrentes do uso de cartões corporativos.

Duílio Monteiro Alves está sendo acusado dos mesmos crimes. As notas frias foram descobertas após um torcedor denunciar ao Ministério Público e o ‘GE’ fazer uma reportagem relatando os problemas, incluindo um estabelecimento fantasma por não estar no endereço divulgado. Os dois ex-presidentes afirmam que são inocentes dos crimes que seus nomes estão sendo envolvidos.


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Clube prevê perda milionária para neta de ex-Corinthians

Diretoria do Parque São Jorge entende que pode perder causa na Justiça e teria que desembolsar quase o mesmo valor que deve ao Talleres

Dívida relacionada à neta de ex-Corinthians pode fazer com que clube gaste um valor milionário a ser pago - Foto: Reprodução
Dívida relacionada à neta de ex-Corinthians pode fazer com que clube gaste um valor milionário a ser pago - Foto: Reprodução

14 Fev 2026 | 15:56 |

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O Corinthians informou ao Regime de Centralização de Execuções (RCE) que pode ter uma perda superior a R$ 30 milhões em ação movida pela Sports Agency Marketing (SMA), empresa de Carla Dualib, neta do ex-presidente Alberto Dualib. O processo está relacionado a contratos de patrocínio firmados entre 2003 e 2006, período em que o clube mantinha parceria com a MSI, do empresário Kia Joorabchian.


Ex-Corinthians estava na presidência quando dívida foi contraída


De acordo com os documentos apresentados, o valor considerado como “perda provável” é de R$ 31.984.075,79, resultado de condenações já estabelecidas em instâncias anteriores. O caso envolve comissões e repasses que, segundo a acusação, não foram devidamente quitados pelo clube durante a gestão de Alberto Dualib.


Segundo a neta do ex-Corinthians, o descumprimento do acordo engloba remunerações referentes à antigos patrocinadores como Samsung, Nike e outros. No entanto, se forem incluídos juros com correção monetária, a quantia poderia ultrapassar os R$ 200 milhões.

Negociação na época, trouxe polêmica ao Corinthians


O contrato com a empresa de Carla Dualib foi alvo de polêmicas na época e considerado um dos símbolos da crise administrativa vivida pelo Corinthians no início dos anos 2000. A parceria com a MSI trouxe jogadores de renome internacional, mas também gerou dívidas e processos que ainda impactam as finanças do clube duas décadas depois.

Caso é de 2009

O processo segue na Justiça desde 2009 e está parado atualmente após o Corinthians ser contra um julgamento remoto. Em janeiro, foram trocados os relatores e até então, nenhuma data prevista para a audiência. Essa é mais uma das dívidas em que o Timão está devendo.

A estimativa é de que cerca de R$ 700 milhões serão pagos decorrentes de ‘perdas ‘prováveis’ por cobranças feitas ao longo dos anos. Recentemente, Osmar Stabile viajou para a Argentina tentar solucionar mais um problema e evitar outro transfer ban.


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