Clube
07 Fev 2025 | 11:28 |
A volta de Neymar agitou a semana no futebol nacional. Com o retorno do jogador, o Santos já se movimenta em seus bastidores para mandar um jogo do clube para a capital, com o intuito de atrair mais torcedores e também arrecadar mais com o jogo e a presença do jogador. Com isso, a Neo Química Arena vem ganhando destaque para ser a sede do jogo contra o Água Santa.
Para que isso aconteça, o Peixe precisa da autorização do Corinthians, que até o momento da publicação desta matéria, ainda não deu uma resposta ao pedido do presidente Marcelo Teixeira. A Federação Paulista de Futebol (FPF), até o momento, ainda não alterou o local do jogo, que segue sendo a Vila Belmiro, casa do Santos.
Nas redes sociais, a notícia repercutiu na torcida corintiana, que não gostou da ideia do rival atuar no estádio do Timão. Alguns torcedores veem a ideia como péssima, em razão da rivalidade existente entre Corinthians e Santos. O temor por depredações no estádio, além de provocações por parte da torcida santista são os principais pontos comentados.
Vale destacar que, durante o Paulista de 2024, o Santos chegou a mandar uma partida em Itaquera, válida pela semifinal do torneio daquele ano. Na ocasião, o clube teve uma renda muito superior a renda ganha com os jogos na Vila, mesmo dividindo os valores com o Massa Bruta. A torcida lotou o estádio, e não poupou elogios para a Arena.
O Santos quer a todo custo jogar na capital. O clube já jogou no Morumbis, também em 2024, mas a diretoria do Tricolor não pretende ceder o seu estádio ao clube. O presidente do Corinthians, Augusto Melo, quando cedeu o estádio do Timão, cobrou um valor 4 vezes maior que o cobrado pelo São Paulo, por exemplo. Até o momento, não há nada acordado entre as partes.
Membros da organizada foram até o centro de treinamento depois da viagem para o Rio de Janeiro e conversaram com nomes importantes dentro do clube
02 Abr 2026 | 16:22 |
A Gaviões da Fiel marcou presença no CT Joaquim Grava para cobrar elenco e comissão técnica depois da derrota do Corinthians para o Fluminense. A visita aconteceu em clima de pressão, com integrantes exigindo mais entrega dentro de campo e resultados imediatos no Brasileirão.
Presidente de organizada resumiu encontro: “É uma realidade muito dura, o Corinthians está sem dinheiro...”
Alê Domenico sobre reunião no CT: “O que a gente quer é representatividade em campo. Conseguimos falar com o Dorival Junior. Falamos com a comissão técnica, falamos com o próprio presidente Osmar Stabile e os jogadores também. É uma realidade muito dura, o Corinthians está sem dinheiro. Há quanto tempo não falamos de uma grande contratação na janela? Mas isso não quer dizer que o jogador não tem que se doar."
Alê continuou: “Pedimos raça, que vença domingo, quinta, contra o Palmeiras. Mesmo que a gente não vença, que eles representem e não vamos ficar atacados igual ontem. São vários jogos sem representatividade. Quando a gente vem, só colocam os líderes, mas queríamos falar com todos, dos mais novos aos recém-chegados.”
Fiel quer o Timão no Topo: “Eles são responsáveis por resgatar nossa força e nosso protagonismo. A gente sabe da falta do elenco, faltam algumas peças que não vieram dessa realidade que falamos. Corinthians contrata a terceira galeria de jogadores.”
Presidente da Gaviões da Fiel falou dos fatores externos: “A torcida nos cobra muito isso, mas viemos numa linha mais calorosa. Essa bagunça política também atrapalha, por mais que os jogadores estejam aqui só para jogar bola. Ouso dizer que tem gente feliz com as derrotas. Quem pensa na torcida é a Fiel. Fomos um pouco mais enérgicos no começo, mas queríamos falar com todos, Dorival, presidente, Marcelo Paz e jogadores."
Durante participação no podcast Alambrado Alvinegro, o diretor financeiro do Timão, Emerson Piovesan, falou a respeito do momento financeiro delicado
01 Abr 2026 | 19:00 |
Emerson Piovesan, diretor financeiro do Corinthians, esteve presente no podcast do Alambrado Alvinegro, onde comentou sobre diversos assuntos importantes. Dois deles, foram a respeito da dívida bilionária do clube do Parque São Jorge e também sobre uma possível chegada da Sociedade Anônima do Futebol (SAF), no time paulista.
Em meio ao crítico momento financeiro do Corinthians e do ambiente político que vive o clube do Parque São Jorge, o dirigente Emerson Piovesan, é otimista quanto ao futuro do Coringão e ainda acredita que a dívida do alvinegro paulista, possa diminuir em cinco anos e apontou um caminho para que o Timão possa acabar com o débito de R$ 2,7 bilhões.
Dirigente do Corinthians aponta caminho para encerrra dívida bilionária e comenta sobre SAF: "se a gente seguir o nosso planejamento, dá para pagar em cinco anos."
Emerson Piovesan falou sobre a dívida do Corinthians. "Hoje a dívida total está em R$ 2,7 bilhões, já incluindo o estádio. Com a transação tributária que nós fizemos, tivemos um ganho tributário de R$ 217 milhões. Então R$ 2,5 bilhões, que ainda tem alguma coisa de juros que a gente paga."
Completou o dirigente do Corinthians. "Os juros são muito altos. Só na Arena são CDI+2 (cerca de 16,5%). Isso tem um encargo bastante grande no crescimento da dívida. A gente tem uma dívida de curto prazo por volta de R$ 180 milhões, que é uma dívida que tem que pagar até o final do ano, considerando inclusive as parcelas da RCE, da CNRD. Isso ainda deve abaixar mais um pouco por dentro da RCE nós termos valores retidos judicialmente que vamos fazer um leilão reservo para negociar e pagar os credores."
Emerson Piovesan ainda falou sobre o planejamento do Corinthians para o futuro e se rendeu a SAF. "Se a gente seguir o nosso planejamento, dá para pagar em cinco anos. Estamos tendo uma governança na área financeira. Qual foi o gasto que nós tivemos? Zero. Só pagamos dívidas até agora. Esse é o primeiro passo. Como você vai colocar combustível em um foguete que está subindo? Tem que tirar o combustível, e nós tiramos. E isso é significativo."
"Com os tempos os clubes vão ter que virar SAF. Tributariamente é muito melhor do que ser clube social. Eu sou favorável a ser uma SAF Corinthians, não ter gente externa." Concluiu o dirigente do Corinthians.
Novo uniforme do Timão relembrará a invasão da torcida corinthiana no Estádio do Maracanã, na semifinal do Campeonato Brasileiro de 1976
31 Mar 2026 | 18:00 |
O novo uniforme do Corinthians, que promete estrear no mês de maio, relembrará a invasão da torcida corinthiana no Estádio do Maracanã, na semifinal do Campeonato Brasileiro de 1976 e nesta terça-feira (31), a Nike divulgou uma mensagem no outdoor, no Rio de Janeiro, com a seguinte frase: "Bem-vindos ao Rio de Janeiro. Aqui também é Corinthians."
Segundo as informações do 'GE', devido ao simbolismo, a Nike resolveu comprar um outdoor digital no bairro do Leblon, no Rio de Janeiro, para iniciar sua estratégia de vendas do novo uniforme do Corinthians, que deve estrear no mês de maio. Confira o texto que publicou a empresa norte-americana, sobre a nova camisa do Timão.
Nike divulga campanha da nova camisa do Corinthians, em outdoor no Rio de Janeiro: "a ação resgata um dos capítulos mais emblemáticos da relação entre clube e torcida."
A Nike divulgou a seguinte informação a respeito da nova camisa do Corinthians para a temporada. "O Rio de Janeiro amanheceu diferente com a exibição de um outdoor digital no Leblon, marcando o início da nova campanha da Nike para o lançamento dos uniformes do Corinthians."
Completou ainda a empresa norte-americana. "Como parte da estratégia — que homenageia os 50 anos da histórica Invasão Corinthiana —, a ação resgata um dos capítulos mais emblemáticos da relação entre clube e torcida. Em 1976, o Corinthians não invadiu apenas o Maracanã. Invadiu a cidade do Rio de Janeiro. Agora, quase cinco décadas depois, o lançamento das camisas revisita esse mesmo espírito."
O Corinthians discutiu a possibilidade de no segundo turno do Campeonato Brasileiro, no duelo contra o Fluminense, mandar o seu jogo no Maracanã, porém, o próprio presidente do tricolor carioca rejeitou a ideia há alguns meses. "Não houve nenhuma conversa. O Corinthians é um grande clube do futebol brasileiro. Li na imprensa. É um pedido que não foi feito e, se for feito, será recusado."