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O Corinthians anunciou nesta terça-feira (1), que o meia Rodrigo Garro viajou à Europa para iniciar um tratamento especializado visando a recuperação da tendinopatia patelar no joelho direito. O atleta foi afastado dos jogos para tratar o problema, que o vem incomodando desde o ano passado, e deve ficar fora de ação por até dois meses, podendo perder entre 17 e 19 partidas do Timão durante este período.
Então, o retorno de Garro deve acontecer após o Super Mundial de Clubes da Fifa, programado para ocorrer entre 15 de junho e 13 de julho, quando haverá uma pausa no calendário do futebol brasileiro. Em uma previsão mais otimista, o jogador pode voltar já no início de junho.
Durante o afastamento, Garro perderá 11 jogos do Campeonato Brasileiro e as seis partidas da fase de grupos da Copa Sul-Americana, que deve ser encerrada em maio. Além disso, o meia também está fora da terceira fase da Copa do Brasil, cuja data de realização ainda será definida pela CBF, mas deve ocorrer entre 30 de abril e 21 de maio.
Rodrigo Garro já foi desfalque na estreia do Campeonato Brasileiro, quando o Corinthians empatou por 1 a 1 contra o Bahia. O técnico Ramón Díaz terá que fazer ajustes no time para substituir o meia, e o nome mais cotado para ocupar essa posição é Igor Coronado, que possui características semelhantes. Outros jogadores como Memphis Depay, Breno Bidon e Romero também podem ser opções para o treinador.
A tendinopatia patelar tem sido um problema recorrente para Garro desde o ano passado, quando ele desempenhou um papel crucial na recuperação do Corinthians no Campeonato Brasileiro, ajudando a evitar o rebaixamento e conquistando a classificação para a Copa do Brasil e a Pré-Libertadores. Mesmo jogando com dores, o argentino precisou de tratamento em 2025 para lidar com a lesão.
O Corinthians não se pronunciou sobre o processo em andamento, que está sendo julgado na 39ª Vara Cível do Tribunal de Justiça de São Paulo
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A SulAmérica Seguros entrou com uma ação judicial contra o Corinthians, cobrando o valor de mais de R$ 2 milhões, referente a uma parcela não paga de um contrato assinado entre as partes. De acordo com a ESPN, o processo alega que o clube firmou, em 2020, durante a gestão de Andrés Sanchez, um contrato de "seguro saúde coletivo empresarial" para cobrir sócios, diretores, empregados e outros indivíduos vinculados ao Corinthians.
Ao longo dos anos, o contrato foi renovado com aditivos. Em 2023, sob a gestão de Duílio Monteiro Alves, as condições do contrato foram renegociadas, com a redução do reajuste total e a definição de um novo prazo de vigência até setembro de 2024.
No entanto, em 31 de julho de 2024, já na gestão de Augusto Melo, o Corinthians notificou a SulAmérica sobre sua intenção de cancelar o contrato. A seguradora, por sua vez, alega que o clube não cumpriu o prazo de 60 dias de notificação previamente acordado no contrato.
Além disso, a ação alega que a parcela de setembro de 2024, no valor de R$ 2.068.927,08, não foi paga, mesmo com o seguro ainda estando em vigor e sendo utilizado pelos beneficiários.
Em razão disso, a SulAmérica entrou na Justiça buscando o pagamento do valor acrescido de juros, correção monetária, custas processuais e honorários advocatícios sobre o valor da condenação.
O Corinthians não se pronunciou sobre o processo em andamento, que está sendo julgado na 39ª Vara Cível do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) pela juíza Ana Luíza Madeiro Cruz Eserian. Na última segunda-feira (31), a juíza decidiu não agendar audiência de conciliação preliminar e determinou que o clube seja notificado, com um prazo de 15 dias para responder à acusação.
A mudança ocorreu após solicitação do time alviverde, que indicou um conflito de datas devido aos shows de Gilberto Gil no Allianz Parque
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A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) anunciou oficialmente, nesta quarta-feira (2), a alteração no local do clássico entre Corinthians e Palmeiras, válido pela terceira rodada do Campeonato Brasileiro. O Dérbi, inicialmente marcado para o Allianz Parque, agora será disputado na Arena Barueri no dia 12 de abril, um sábado, às 18h30.
A mudança ocorreu após solicitação do Palmeiras, que indicou um conflito de datas devido aos shows de Gilberto Gil no Allianz Parque nos dias 11 e 12 de abril. Diante disso, a CBF atendeu à solicitação de alteração, transferindo o jogo para Barueri.
O Palmeiras não conseguiu sugerir um adiamento da partida, uma vez que o São Paulo já tem compromisso no Morumbi no dia 13 de abril, contra o Cruzeiro, no horário das 17h30. Como o time paulista também tem jogo marcado para o dia 10, na segunda rodada da Libertadores, não foi possível alterar a data do confronto.
Este será o quarto Dérbi entre as equipes em 2025, e o primeiro após a conquista do título paulista pelo Corinthians. O time alvinegro venceu o Palmeiras por 1 a 0 no placar agregado na final do Paulistão. Até o momento, o Corinthians venceu um clássico e empatou os outros dois confrontos contra o rival.
O último encontro entre as equipes na Arena Barueri ocorreu em 2024, quando o jogo terminou em 2 a 2, com destaque para um gol de falta de Garro nos acréscimos e a inusitada participação de Gustavo Henrique como goleiro.
O Corinthians, que estreou no Campeonato Brasileiro com empate por 1 a 1 contra o Bahia, no último domingo.
A punição, que foi aplicada até dezembro deste ano, é resultado do uso de sinalizadores durante a final do Campeonato Paulista
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A Gaviões da Fiel expressou seu descontentamento com a punição imposta pelo Ministério Público do Estado de São Paulo e organizou um protesto contra a medida. O protesto ocorreu durante a estreia do Corinthians na Copa Sul-Americana, em derrota para o Huracán, da Argentina, na Neo Química Arena.
Em nota divulgada nas redes sociais, a Gaviões da Fiel convocou os torcedores a comparecerem ao estádio com "camisa da proibição". "Estaremos nas arquibancadas apoiando o Corinthians durante os 90 minutos com a camisa da proibição", escreveu a torcida organizada. O protesto é uma resposta à decisão que impede os membros das torcidas organizadas de utilizarem qualquer tipo de identificação nos estádios, incluindo camisas, bonés, faixas e bandeiras.
A punição, que foi aplicada até dezembro deste ano, é resultado do uso de sinalizadores durante a final do Campeonato Paulista, quando o Corinthians conquistou o título contra o Palmeiras. Com a medida, integrantes das organizadas estão proibidos de frequentar os estádios enquanto estiverem com qualquer item que as identifique. A Federação Paulista de Futebol (FPF) oficializou a decisão, que atende a uma recomendação do Ministério Público de São Paulo.
Em resposta, a Gaviões da Fiel informou que já acionou seu departamento jurídico para analisar a situação e buscar formas de reverter a punição. "Quanto à proibição, nosso departamento jurídico já está avaliando a situação", disse a nota da torcida.
A Camisa 12, outra torcida organizada do Corinthians, também se manifestou contra a decisão. A torcida qualificou a medida como "genérica" e "desproporcional", além de considerar que ela fere princípios constitucionais, uma vez que pune milhares de torcedores pacíficos sem a devida individualização das condutas ilícitas.